O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Após fortes emoções da bolsa em maio, as gestoras resolveram sair um pouco do main-stream e apostar em uma novidade. Confira as principais recomendações para o mês de junho
Uma eletrizante viagem de montanha-russa, uma emocionante corrida de fórmula 1 ou uma série de tsunamis?
Você pode escolher a analogia de sua preferência, mas o fato é que maio passou pelo mercado financeiro deixando muita história para contar. Foram acontecimentos e reviravoltas para todos os gostos, com um roteiro digno de ficção. Mas, no fim das contas, a maldição de maio foi quebrada, com o Ibovespa recuperando as perdas acumuladas no mês e avançando 0,7% .
Será que junho nos reserva emoções no mesmo nível? Difícil prever. Mas, para ajudar você a se preparar para o que pode vir por aí, conversei com importantes gestoras do mercado financeiro e fiz um levantamento com as principais indicações para o mês.
Dessa vez, o nosso ranking de recomendações conta com uma nova estrela na liderança: o Banco do Brasil, indicado por cinco gestoras. Logo em seguida vem a sempre preferida Petrobras, com duas indicações, empatando com a novata de pódio, a Randon.
Além das empresas do nosso top 3, outros setores também merecem atenção. A lista completa conta com outros bancões, varejistas e empresas do setor de energia — este último marcou forte presença entre as indicações, sendo representado por Eletrobras, AES Tietê, Companhia Energética de São Paulo (CESP) e a Companhia Paranaense de Energia (Copel).
Para quem acompanha a nossa lista mensal de recomendações, a presença do Banco do Brasil (BBAS3) por aqui não é nenhuma novidade.
Leia Também
Mês sim e outro também, a estatal figura entre os papéis preferidos dos analistas. Mas dessa vez, mais do que marcar presença, o bancão foi o líder disparado de recomendações — e os motivos não são mais segredo para ninguém.
Desde o início do ano, a postura da nova gestão tem agradado ao mercado e a moral do BB não para de crescer. Sua nova diretoria surfa na onda liberal e defende uma extensa pauta de privatização, com a venda de participações consideradas não estratégicas já programadas.
A lista de desinvestimentos do Banco do Brasil inclui ativos como a Neoenergia, a BB DTVM, a área de gestão de fundos e da participação no banco de investimentos. A continuidade das medidas voltadas para o controle de custos e despesas, somados aos rumores de venda de subsidiárias do banco, devem impulsionar o lucro da companhia em 2019.
“O novo governo já sinalizou que não há interesse em privatizar o banco, mas pretende alentar ativos em sua estrutura para torná-lo mais competitivo no setor. Entendemos que esse será o principal gatilho para o preço da ação ao longo deste ano”, explica um analista da Planner.
O bom momento do setor bancário continua dando força às ações do BB. No mês passado, eu cheguei a comentar que o resultado anual de 2018 havia enchido os olhos dos investidores. E, de lá pra cá, as coisas só melhoraram.
Recentemente, o banco divulgou o balanço do primeiro trimestre e os números vieram fortes, agradando os analistas e superando as expectativas do mercado. O BB apresentou um lucro líquido de R$ 4,247 bilhões, um aumento de 40,3% em relação ao primeiro trimestre do ano passado. A rentabilidade atingiu 16,8%, um salto de 4,2%.
A Guide Investimentos ressaltou, em seu relatório de recomendações, a crescente recuperação do crédito, que vem surpreendendo os investidores e deve seguir o ritmo de crescimento nos próximos resultados . “Os números têm mostrado uma contínua recuperação da qualidade da carteira de crédito, além do eficiente controle das despesas administrativas e crescimento das rendas de tarifa”, completa.
Mesmo diante de tanta turbulência no noticiário político, os papéis preferenciais da Petrobras (PETR4) seguem muito bem colocados no top 3 das corretoras. O intenso plano de desinvestimentos da estatal continua nos holofotes — o programa já garantiu US$ 10,3 bilhões aos cofres da empresa e anima o mercado.
Recentemente, o conselho de administração da Petrobras aprovou a venda de parte do controle da BR Distribuidora, o que diminuirá a participação da petroleira para menos de 50%. A fatia exata a ser vendida ainda não foi definida, mas a operação será feita por meio de uma oferta pública secundária de ações (follow on).
Em sua carteira de recomendações para junho, a Necton cita a retomada do preço do petróleo desde o último trimestre de 2018 como um fator positivo para os negócios da empresa e uma demonstração de que eventos microeconômicos podem ditar o ganho de valor da companhia durante o ano.
Mas o mês de maio também apresentou alguns reveses para a empresa. Após bater o martelo sobre a venda de 90% de sua participação na Transportadora Associada de Gás (TAG) no início de abril, a petroleira teve uma surpresa desagradável.
O Supremo Tribunal Federal (STF) questionou novamente a forma como as privatizações vinham sendo feitas, e o ministro Edson Fachin suspendeu o negócio, estabelecendo que a transação só poderia ocorrer por meio de licitação. A medida impactou não só o processo de venda da TAG, mas também resultou na suspensão de liminar de venda de duas outras subsidiárias da Petrobras.
Mas, após o entrave, o Supremo liberou a venda de ativos e subsidiárias sem a necessidade de licitação, destravando a negociação da TAG e permitindo que a petroleira siga com o seu plano de desinvestimento. No entanto, o STF decidiu que, no caso de venda das estatais, o governo precisa sim de aprovação do Legislativo.
Dentre os nomes já consolidados, uma nova queridinha chamou a atenção entre as principais recomendações de junho. São as ações preferenciais da Randon (RAPT4).
Vale a pena ficar de olho na empresa, que atua com implementos rodoviários e autopeças e assume a posição de liderança em diversas categorias deste setor. E as indicações dos gestores têm fundamentos muito bons.
Nos últimos meses, os papéis da companhia sofreram forte desvalorização, com a pressão dos rumores de uma nova greve de caminhoneiros e do impacto da crise argentina no setor automobilístico. Por outro lado, a Randon apresentou bons resultados no primeiro trimestre, com aumentos na receita e na margem bruta.
O motivo? O forte crescimento na demanda por autopeças e implementos rodoviários. Com o início de ano aquecido, a Randon apresentou uma receita líquida de R$ 1,1 bilhão, um aumento de 23% em relação ao mesmo período de 2018. E para o restante do ano de 2019 e para 2020, as perspectivas continuam positivas.
Pelo cenário em que atua, a companhia é bem dependente do que acontece no ambiente macroeconômico do país, já que a maior fatia do seu faturamento bruto é obtida no mercado interno. Então, é aquela história: se a agenda de reformas do governo continuar firme e forte e as perspectivas de crescimento melhorarem, a Randon terá tudo para avançar ainda mais.
Segundo a Planner, a empresa está concluindo sua expansão de 30% na capacidade de produção de implementos rodoviários, o que deve ampliar as vendas deste segmento para o restante do ano. "Em abril, a receita líquida consolidada da Randon atingiu R$ 426 milhões, valor 15,4% maior que no mesmo mês do ano passado. Com isso, o faturamento nos primeiros quatro meses de 2019 somou R$ 1,56 bilhão, 20,8% acima daquele auferido em 2018".
Ao que tudo indica, a empresa estará preparada para quando o mercado voltar a acelerar. Durante o período de crise, a Randon fez o seu dever de casa e investiu fortemente em reestruturação organizacional e operacional, diminuindo o número de diretorias, gerentes e enxugando todos a sua estrutura, se transformando em um negócio ainda mais eficiente.
O banco avalia que a estratégia de aquisição via troca de cotas veio para ficar e, quando bem executada, tem potencial de geração de valor
Uma fatia menor da carteira dos brasileiros está em ativos na bolsa, como ações, ETFs, FIIs e outros, e cresce a proporção dos investidores que pretende reduzir sua exposição à renda variável
Apetite dos BC, fuga do dólar e incertezas no Japão impulsionaram os metais preciosos a recordes, enquanto por aqui, o principal índice da bolsa brasileira reverberou a sinalização do Copom, dados e balanços nos EUA
Tiago Lima, sócio e head de distribuição da BTG Pactual Asset Management, conta ao Seu Dinheiro que a mudança é um marco de modernização e destravará dividendos para os cotistas
Segundo a varejista, a iniciativa busca aproximar o código de negociação do nome pelo qual a marca é amplamente reconhecida pelo público
Índice supera 185 mil pontos intradia em dia de decisão sobre juros nos EUA e no Brasil; Vale e Petrobras puxam ganhos, enquanto Raízen dispara 20%
A forte valorização desta quarta-feira começou no dia anterior (27), em meio à expectativa de que a companhia realize uma reestruturação financeira
Com fluxo estrangeiro forte e juros ainda altos, gestores alertam para o risco de ficar fora do próximo ciclo da bolsa
Ibovespa volta a renovar máxima durante a sessão e atinge os inéditos 183 mil pontos; mas não é só o mercado brasileiro que está voando, outros emergentes sobem ainda mais
Na avaliação de Ulrike Hoffmann e Arend Kapteyn, mesmo com incertezas fiscais, ações brasileiras seguem atraentes no cenário global
As ações que compõem o Ibovespa são bastante buscadas, já que muitas compras ocorrem por meio do próprio índice ou ETF do índice
Investir nesse tipo de ativo não é óbvio e exige um olhar atento às características específicas de cada metal; o Seu Dinheiro te dá o passo a passo, conta os riscos e vantagens desse tipo de investimento
Relatório do Santander destaca ações fora do consenso e aponta onde o mercado pode estar errando na precificação
Evento do Seu Dinheiro traz estratégias para investir em ações, FIIs, criptoativos, renda fixa e ativos internacionais neste ano
Nesta semana, o Ibovespa superou os 180 mil pontos pela primeira vez. Entenda o que esteve por trás da performance positiva da bolsa nos últimos dias
No evento Onde Investir 2026, do Seu Dinheiro, Marcelo Bolzan, da The Hill Capital, fala o segredo para surfar um ano de corte de juros em 2026 e proteger sua carteira de riscos desnecessários
Na semana, o principal índice da bolsa brasileira acumulou ganho de 8,53%; já o dólar à vista perdeu 1,61% nos últimos cinco dias
A perspectiva para os setores é que sigam com uma dinâmica favorável aos proprietários, por conta da restrição de oferta nas regiões mais nobres e da demanda consistente
Volume recorde foi puxado pela renda fixa, com avanço dos FIDCs, debêntures incentivadas e maior liquidez no mercado secundário, enquanto a bolsa seguiu travada. Veja os dados da Anbima
Oferta de ações na bolsa norte-americana Nasdaq pode avaliar o banco digital em até US$ 2,5 bilhões; conheça a estratégia do PicPay para atrair os investidores