O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Oferta se tornou possível depois que Superintendência de Seguros Privados (Susep) autorizou seguradoras e resseguradoras de capital aberto serem empresas “corporation”
O ressegurador IRB Brasil Re confirmou nesta sexta-feira, 19, que a sua oferta subsequente (follow on) saiu a R$ 88,00 - o total ficou em R$ 7,39 bilhões.
Na operação, serão vendidas 83.978.450 papeis ordinários, das quais 47.520.213 da BB Seguros Participações S.A. e 36.458.237 da União Federal, representada pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).
Em comunicados separados, o Banco do Brasil e o BB Seguridade divulgaram os impactos da venda de ações no ressegurador. No caso do BB, a estimativa é de que a venda da participação indireta, via BB Seguridade, tenha impacto positivo no resultado do terceiro trimestre de R$ 1,6 bilhão, líquido de impostos e incremento residual no índice de capital principal.
Já a BB Seguridade venderá a totalidade de suas ações na Oferta Restrita, resultando em R$ 4.181.778.744,00, com ganho líquido de R$ 2,401 bilhões, sem considerar os custos de distribuição.
Após a conclusão da oferta, a companhia será de controle difuso, ou capital pulverizado. O início de negociação das ações objeto da oferta na B3 será dia 22 de julho.
A oferta se tornou possível depois que a Superintendência de Seguros Privados (Susep) autorizou seguradoras e resseguradoras de capital aberto serem empresas "corporation", ou seja, de controle pulverizado.
Leia Também
Como o aval vale somente para empresas com ações listadas em bolsa, a medida beneficiou o IRB Brasil Re - única resseguradora de capital aberto no País.
Hoje, o ressegurador é controlado pela União (11,7%) juntamente com Itaú Unibanco (11,1%), Bradesco (15,2%) e Banco do Brasil, por meio da sua holding de seguros, a BB Seguridade, com 15,2%, além do Fundo Barcelona, administrado pela Caixa Econômica Federal e com 3,0%.
*Com Estadão Conteúdo
Pacote do governo prevê desoneração de R$ 15,9 bilhões no diesel e imposto de 12% sobre exportações de petróleo; analistas veem impacto relevante para exportadoras
A recomendação do BTG é de compra, com preço-alvo de R$ 40. “Do ponto de vista de valuation, a Azzas está sendo negociada a cerca de 7x P/L para 2026, um nível significativamente descontado em relação aos pares do setor”, afirma o banco
Na nova fase anunciada na noite de quarta-feira (12), o Magalu coloca a inteligência artificial no centro da estratégia — e Fred Trajano diz ter resolvido, via WhatsApp da Lu, um problema que nem a OpenAI, dona do ChatGPT, conseguiu
Negócio envolve fundo que detém mais de 23% das ações ordinárias da geradora de energia; veja os detalhes da transação
Agência vê risco de inadimplência restrita após empresa iniciar negociações com credores para prorrogar pagamentos de dívida
O presidente-executivo da companhia aérea Gol (GOLL54), Celso Ferrer, afirmou que alta do petróleo deve ser repassado aos preços das passagens
Companhia distribuirá R$ 177,6 milhões em proventos referentes ao primeiro trimestre de 2026. Saiba quando a remuneração vai pingar na conta
Empresa inicia ciclo focado em inteligência artificial. Intenção é acelerar no e-commerce, mas sem comprar briga por preços
O Magazine Luiza reportou lucro líquido de R$ 131,6 milhões no quarto trimestre de 2025, queda de 55% na comparação anual, pressionado pelo avanço das despesas financeiras em meio aos juros elevados
As maiores reestruturações da história recente ajudam a explicar como o ambiente financeiro mais duro tem afetado até grandes companhias brasileiras
A CSN reiterou seus esforços de melhorar a estrutura de capital e reduzir a alavancagem financeira daqui para a frente, mas esse caminho não será fácil
“A recuperação de sua divisão de mercadorias continua sendo sustentada por melhorias nas estratégias de precificação, maior assertividade nas coleções e gestão de estoques mais eficiente”, destacaram os analistas do Safra
O banco defende que o Mercado Livre ainda é considerado uma boa tese de longo prazo, mas não deve refletir suas qualidades nos preços da ação em 2026
A Casas Bahia finalmente conseguiu virar a página de sua crise financeira, que a levou a pedir recuperação extrajudicial em 2024? A resposta não é tão simples.
Resultado negativo chega a R$ 721 milhões no quarto trimestre, enquanto empresa tenta reorganizar dívidas
O plano da Raízen poderá envolver uma série de medidas, como uma capitalização pelos seus acionistas e a conversão de parte das dívidas em participação acionária
Receita cresce, margens avançam e varejista ganha participação de mercado em meio a avanços no plano de reestruturação
O banco tinha recomendação de venda para o papel, enquanto a agência de classificação de risco rebaixou a nota de crédito da varejista em moeda local de CCC para C
Itaú BBA e Santander mantêm visão positiva para a empresa, citando o ciclo global de investimentos em redes elétricas, mas apontam riscos e pressões no horizonte mais próximo
Em entrevista ao Seu Dinheiro, Fabio Itikawa diz que empresa entra em 2026 mais eficiente, menos alavancada e pronta para atrair investidores