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A receita média mensal por unidade ficou em torno de R$ 124 mil ao longo do ano — dado que reforça que o perfil do franchising brasileiro é composto principalmente por pequenos empresários
O mercado de franquias brasileiro encerrou 2025 com um marco inédito: faturamento de R$ 301,7 bilhões, alta nominal de 10,5% em relação ao ano anterior. É a primeira vez que o setor supera a barreira dos R$ 300 bilhões, segundo a Pesquisa de Desempenho divulgada nesta quarta (4) pela Associação Brasileira de Franchising (ABF).
O resultado ficou acima da projeção inicial da entidade, que estimava expansão entre 8% e 10%.
A aceleração nos últimos meses do ano foi determinante para esse desfecho: o quarto trimestre somou R$ 89,3 bilhões, avanço de 10,1% na comparação anual, impulsionado por datas sazonais estratégicas, maior confiança do consumidor no período e expansão das redes em cidades menores.
O setor terminou o ano com 202.444 unidades em funcionamento no país, ligadas a 3.297 redes franqueadoras. O número de marcas ficou estável frente a 2024, enquanto o total de operações cresceu.
Para Tom Moreira Leite, presidente da ABF, o movimento mostra que as franqueadoras vêm expandindo suas estruturas com mais eficiência, em vez de depender da entrada de novas marcas. “Isso indica maior maturidade do setor.”
Ao longo de 2025, a taxa média de abertura de unidades foi de 18%, ligeiramente acima da registrada no ano anterior.
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A taxa de encerramentos ficou em 6,4%, resultando em saldo positivo de 10,6%. Já o índice de repasses — quando uma operação muda de franqueado — subiu de 3,4% para 4%.
“O repasse reforça uma característica do franchising: o valor do ativo. A existência de compradores interessados — muitas vezes franqueados multunidades — demonstra que essas operações mantêm atratividade e potencial de desempenho”, afirmou.
As franquias empregavam diretamente 1.761.593 pessoas ao fim de 2025, crescimento de 2,5% em relação ao ano anterior. O número não inclui funcionários das franqueadoras nem da cadeia de fornecedores.
“São 1.761.593 brasileiros atuando diretamente nas unidades franqueadas. Isso representa média de aproximadamente nove pessoas por unidade franqueada”, disse Leite.
Ele também destacou o impacto do mercado de trabalho aquecido sobre o consumo. Como o franchising atua majoritariamente em segmentos de consumo massivo, o aumento da renda das famílias tende a impulsionar a demanda por produtos e serviços oferecidos pelas redes.
Outro indicador relevante para quem pensa em investir no setor é o faturamento médio mensal por unidade, que ficou em torno de R$ 124 mil ao longo do ano — dado que reforça o perfil do franchising brasileiro, composto principalmente por pequenos empresários.
O avanço foi disseminado entre todos os segmentos mapeados pela ABF.
O maior crescimento veio de Limpeza e Conservação, com alta de 16,8%. Destacaram-se lavanderias — inclusive no modelo self-service — e franquias de terceirização de serviços.
Segundo Leite, parte do desempenho foi associada ao perfil dos lançamentos imobiliários residenciais, especialmente imóveis menores, além do fortalecimento do programa Minha Casa Minha Vida e mudanças de hábito, como a menor presença de serviços domésticos nas residências.
Em Saúde, Beleza e Bem-Estar, o avanço foi de 14,6%. Centros de estética com múltiplos serviços, clínicas odontológicas com preços acessíveis, academias e farmácias tiveram desempenho positivo. No caso das farmácias, houve ampliação de serviços como vacinação e maior integração com plataformas de delivery.
Já em Alimentação – Comércio e Distribuição, o crescimento foi de 12,9%. Mercados autônomos, que ganharam força durante a pandemia, continuam se expandindo para além dos condomínios residenciais, chegando a edifícios comerciais, academias e hospitais.
Lojas de conveniência e operações associadas a postos de combustíveis também registraram avanço, além do bom desempenho de chocolaterias em datas como Páscoa e Natal.
Outros segmentos que cresceram foram Alimentação – Food Service (10,8%), Entretenimento e Lazer (10,5%) e Hotelaria e Turismo (10,3%).
Para 2026, a ABF projeta crescimento nominal entre 8% e 10%. A estimativa leva em conta expectativas de possível redução da Selic ao longo do ano, além de variáveis como câmbio, inflação e impactos de conflitos internacionais.
A entidade também prevê alta de 2% a 4% no número de redes e avanço de 1% a 3% tanto nas operações quanto nos empregos diretos.
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