O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Enquanto prepara novas tarifas, o republicano também precisa lidar com outro efeito colateral da decisão da Suprema Corte: a renovação da Câmara e do Senado norte-americano
O juiz apitou, o VAR confirmou e Donald Trump acabou de levar um cartão vermelho da Suprema Corte que paralisou a principal jogada ensaiada de seu segundo mandato: as tarifas de importação.
Ao derrubar US$ 175 bilhões em taxas, o tribunal não apenas impôs um limite ao poder do republicano, mas chutou a bola da economia norte-americana para um meio de campo embolado às vésperas das eleições de meio de mandato.
Com o mercado tentando entender quem paga a conta e o governo Trump prometendo um contra-ataque via ordem executiva, o investidor agora joga em um campo onde as regras mudam conforme o cronômetro avança para as midterms.
Trump sempre tratou as tarifas de importação como o pilar de seu segundo mandato — um símbolo de poder e uma ferramenta para reescrever as regras do comércio global à revelia do Congresso.
Em uma decisão de 6 a 3, a Suprema Corte impôs nesta sexta-feira (20) um limite raro ao ímpeto tarifário do republicano, derrubando cerca de US$ 175 bilhões em impostos de importação.
Mas o republicano não recuou. Chamou os juízes de "tolos, lacaios e antipatriotas" e já anunciou uma ordem executiva para impor uma tarifa universal de 10% sobre todas as importações mundiais, sob o argumento de segurança nacional.
Leia Também
O problema? Esse dispositivo tem um limite legal de 150 dias, o que empurra a volatilidade econômica para o centro do período eleitoral. O timing não poderia ser pior para os republicanos.
Embora Trump insista que governos estrangeiros pagam a conta, os dados mostram outra realidade:
Leia também:
Trump truca a justiça com mais tarifas: como as empresas brasileiras ficam no meio do cabo de guerra
A decisão da Suprema Corte deu munição para os democratas, que acusam Trump de agir como um rei e de prejudicar a classe média. Contudo, o barulho mais perigoso para a Casa Branca vem de dentro.
O livre-comércio, historicamente uma bandeira republicana, está gerando rachaduras no partido.
O senador Mitch McConnell classificou como ilegal a tentativa de Trump de ignorar o Congresso, lembrando que o papel do legislativo na política comercial não é um "inconveniente a ser evitado".
Até Mike Pence, ex-vice de Trump, celebrou a decisão, reforçando que são as famílias e empresas norte-americanas que pagam a conta, não os países estrangeiros.
*Com informações do The Guardian
Enquanto o S&P 500 caiu 1% desde o início do ano, o índice que acompanha o restante da economia global (ACWX) rendeu 8% no período
Na América Latina, o país mais propenso a receber o selo de bom pagador é o Paraguai; México é o pior da lista
O investidor local tem visto uma enxurrada de dinheiro gringo entrar na bolsa brasileira, mas a ata desta quarta-feira (18) mostra como essa dinâmica pode mudar — ainda que momentaneamente
O bilionário tirou Milei da carteira e colocou titãs da bolsa brasileira como Petrobras e Vale; confira a estratégia vencedora do dono do fundo Duquesne
As ações da big tech despencaram 18% na pior sequência de perdas desde 2026, enquanto mercado questiona plano de US$ 200 bilhões em investimentos
Ao contrário do que pensam seus colegas economistas, De Pablo descarta a tese de que o BC argentino esteja sofrendo para sustentar o valor do peso
Além da tese de investimentos, o banco norte-americano ainda deixa um alerta sobre o efeito da inteligência artificial (IA) sobre as carteiras
A tradicional resiliência do dólar em tempos de crise está sob escrutínio, segundo o Deutsche Bank, à medida que a alta exposição das ações dos EUA à inteligência artificial cria uma nova vulnerabilidade cambial
Segundo o The Wall Street Journal, as autoridades chinesas estão tentando conter a especulação excessiva em ações de empresas ligadas à inteligência artificial
Em busca de juros baixos, Sanae Takaichi teve um encontro com o chefe do BoJ nesta segunda-feira (16), mesmo dia em que os dados oficiais mostraram um PIB fraco
BB Seguridade avança, apesar de corte no preço-alvo pelo Goldman Sachs; Bradesco e Vale recuam, e EWZ cai mais de 1%
Enquanto Elon Musk isola-se no topo, fundadores da Anthropic escalam o ranking da Forbes; confira as fortunas
A última grande aquisição do país ocorreu em 1917, quando os EUA compraram as Ilhas Virgens, que pertenciam justamente à Dinamarca, atual “dona” da Groenlândia
Enquanto Trump tece críticas à performance do cantor porto-riquenho no Super Bowl, apoio dos latinos mostra sinais de retração
Com alta de 17% no ano, o índice brasileiro aproveita a reprecificação global de energia e materiais básicos; veja por que o investidor estrangeiro continua comprando Brasil
A empresa que provocou a queda de gigantes do software aqui e lá fora conseguiu levantar US$ 30 bilhões em financiamento
Evitado a tempo, o crime candidato a “roubo do século” no Uruguai foi desbaratado quando criminosos já haviam escavado um túnel de 300 metros mirando agência do maior banco do país
Depois de décadas de sono profundo, a economia japonesa acordou — e o estrago pode ser sentido da bolsa ao câmbio; entenda como a guinada nos juros por lá e os planos de gastos do governo criam um “aspirador de dólares” global
O medo de que a inteligência artificial torne o software tradicional obsoleto provocou uma liquidação generalizada no setor de SaaS; bancos veem exagero e apontam onde estão as chances de bons retornos
Veja onde o vírus Nipah está ativo no momento e quais são os sintomas conhecidos da doença que pode matar até 3 em cada 4 pessoas infectadas