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Com alta de 17% no ano, o índice brasileiro aproveita a reprecificação global de energia e materiais básicos; veja por que o investidor estrangeiro continua comprando Brasil

O mercado nacional deu um baile em seus vizinhos latino-americanos nesta última semana. Em um cenário de retornos mistos para a região, a bolsa brasileira saltou 3% (em dólar), superando com folga o desempenho de seus principais pares.
Enquanto o Brasil avançou, o México e o Peru ficaram estagnados, e o Chile e a Colômbia amargaram perdas de 2% e 1%, respectivamente.
O otimismo local também superou o índice S&P 500, que teve uma semana sem brilho, e acompanhou de perto o rali dos mercados emergentes, que subiram 4% no período.
O grande motor dessa alta recente da bolsa brasileira não veio das empresas de crescimento ou tecnologia, mas sim do puro "valor", segundo o Bank of America.
O grupo batizado pelo BofA de ‘7 Inesquecíveis’ (Petrobras, Vale, JBS, Banco do Brasil, Ambev, Bradesco e Gerdau) registrou uma valorização de 4% na semana.
O movimento contrastou com as chamadas ‘7 Magníficas’ brasileiras (Mercado Livre, Nubank, WEG, BTG Pactual, Raia Drogasil, Localiza e Itaú), que apresentaram um desempenho contido.
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A performance do Ibovespa no acumulado do ano (+17%) reflete uma reprecificação global (re-rating) dos setores de energia e materiais básicos, segundo o BofA.
No ano, o principal índice da bolsa brasileira já deu um salto de 26 mil pontos, impulsionado por papéis desses setores que acompanharam pares globais, excluindo os EUA.
Já no setor financeiro, o movimento foi mais cirúrgico:
O fluxo de capital estrangeiro continua sendo o combustível para os ativos brasileiros. No último mês, os investidores internacionais foram compradores em toda a linha, com foco em Materiais, Energia e setor Financeiro.
Confira o panorama dos fluxos:
Enquanto o estrangeiro entra, o investidor doméstico sai. Os fundos de ações brasileiros registraram uma saída de R$ 1,2 bilhão na última semana, acumulando um resgate de R$ 3,7 bilhões no ano.
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