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Pequena parte do dinheiro reaparece quase dez anos depois, mas a mulher por trás do maior golpe de cripto continua desaparecida
O dinheiro apareceu. A protagonista, ainda não. Autoridades do Reino Unido acabaram de anunciar a apreensão de cerca de 9 milhões de libras. O montante equivale a cerca de R$ 64 milhões e está relacionado ao esquema da OneCoin, uma das maiores fraudes financeiras do século 21.
Na verdade, trata-se de uma pequena fração do dinheiro desaparecido. Estima-se que o esquema tenha sumido com mais de US$ 4 bilhões. No entanto, a apreensão foi suficiente para trazer o caso de volta aos holofotes.
Apontada como líder da fraude, a búlgara Ruja Ignatova continua desaparecida — e ninguém sabe ao certo se ela está viva ou morta. Apelidada de “rainha das criptomoedas”, Ruja fez fortuna vendendo ao mundo a promessa de um novo bitcoin. O problema é que a moeda nunca existiu.
A apreensão de cerca de R$ 64 milhões ligados ao esquema da OneCoin não surgiu do nada, ela é resultado de anos de rastreamento financeiro internacional sobre ativos que continuaram se movendo mesmo após o desaparecimento de Ruja Ignatova, em 2017.
As autoridades não detalharam quais ativos digitais estavam envolvidos, mas avaliaram o valor em pouco menos de £ 9 milhões, segundo uma reportagem publicada nesta semana pelo Guernsey Press, jornal oficial do território, citando processos no Tribunal Real.
Segundo relatos, os fundos estavam mantidos em uma conta do RBS International em Guernsey, em nome da Aquitaine Group Limited.
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Nascida na Bulgária e formada em universidades de elite, Ruja Ignatova tinha exatamente o perfil que investidores adoram: discurso técnico, currículo impecável e carisma de palco. Em 2014, ela lançou a OneCoin, apresentada como uma revolução no sistema financeiro global.
Em eventos lotados, muitos deles em hotéis de luxo e centros de convenções, Ruja aparecia com vestidos longos, frases ensaiadas e promessas grandiosas. A narrativa era simples e poderosa: quem entrasse cedo ficaria rico.
Diferentemente do bitcoin e de outras criptomoedas legítimas, a OneCoin não tinha blockchain público, mineração independente nem lastro tecnológico verificável.
Estimativas apontam que o golpe movimentou mais de US$ 4 bilhões ao redor do mundo, atingindo vítimas na Europa, Ásia, África e América Latina.
Enquanto isso, Ruja sumia do radar.
Em outubro de 2017, Ruja Ignatova embarcou em um voo de Sófia para Atenas. O avião pousou. Ela nunca mais foi vista. Desde então, surgiram teorias que vão do óbvio ao cinematográfico: cirurgia plástica, proteção de máfias internacionais, assassinato encomendado, vida nova com identidade falsa.
O FBI incluiu seu nome na lista dos mais procurados, com recompensa milionária por informações que levem à sua captura.
Mas, até agora, nada.
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