O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
O metal precioso encerrou o ano passado com o maior ganho desde pelo menos 1979, superando em muito o índice S&P 500
O ouro fechou 2025 com uma valorização de 65%, de longe o maior ganho do metal precioso desde pelo menos 1979. Mas esse brilho todo pode ofuscar riscos para os investidores — e quem faz o alerta é Ray Dalio, o fundador de um dos maiores fundos de hedge do mundo.
“O melhor investimento do ano foi a posição comprada em ouro (com retorno de 65% em dólares), que superou o índice S&P 500 (que teve um retorno de 18% em dólares) em 47%", disse. “Ou, dito de outra forma, o S&P 500 caiu 28% em termos de valor monetário do ouro”, acrescentou.
A performance do ouro é resultado de combinação poderosa de compras por bancos centrais, preocupações geopolíticas e apetite de investidores individuais, mas o fundador da Bridgewater Associates argumenta que a valorização do ouro é principalmente resultado da perda de valor real do dinheiro fiduciário.
Segundo Dalio, os investidores devem considerar alguns fatores-chave ao avaliar as forças que impulsionaram os mercados em 2025.
Especificamente, ele destacou que analisar investimentos por meio de cálculos feitos em uma moeda em desvalorização pode ser enganoso, pois pode fazer com que os retornos pareçam maiores do que realmente foram.
“Quando a moeda de algum país se desvaloriza, parece que os ativos medidos nela se valorizaram”, disse ele.
Leia Também
“Nesse caso, o S&P 500 rendeu 18% para um investidor com base no dólar, 17% para um investidor com base no iene, 13% para um investidor com base no iuane, apenas 4% para um investidor com base no euro, apenas 3% para um investidor com base no franco suíço e, para um investidor com base no ouro, o retorno foi de -28%”, acrescenta.
Leia também: “Início de uma bolha”: Ray Dalio alerta que boom da IA em Wall Street pode esconder riscos iminentes
O presidente norte-americano, Donald Trump, é um conhecido defensor do dólar mais fraco sob o argumento de que é benéfico para as exportações dos EUA. Mas centros de pesquisa econômica, como o Cato Institute, refutam essa perspectiva, alegando que ela ignora os efeitos negativos para os consumidores norte-americanos.
Dalio parece compartilhar dessa visão. Segundo ele, uma moeda mais fraca tende a reduzir o custo dos produtos exportados de um país para compradores internacionais, ao mesmo tempo que aumenta o preço das importações nacionais.
“Quando a moeda de alguém se desvaloriza, isso reduz sua riqueza e seu poder de compra, torna seus bens e serviços mais baratos em outras moedas e torna os bens e serviços de outros mais caros em sua própria moeda.”
Na visão de Dalio, a alta dos preços do ouro reflete uma economia em declínio e uma moeda nacional que está se desvalorizando. Por essa razão, Dalio vê a força contínua do chamado comércio de desvalorização cambial como um alerta para os EUA.
*Com informações do Business Insider
A maior economia do mundo cresceu abaixo das projeções no quarto trimestre de 2025, enquanto o índice de preços para gastos pessoais, a medida preferida do Fed para a inflação, ficou acima do esperado em dezembro
Citi faz projeções para as principais moedas globais e indica qual deve ser a cotação do dólar em relação ao real no horizonte de 12 meses
Ex-príncipe Andrew foi preso hoje por “má conduta” em caso envolvendo suas relações com Jeffrey Epstein; se condenado, ele corre o risco de cumprir pena de prisão perpétua.
Enquanto o S&P 500 caiu 1% desde o início do ano, o índice que acompanha o restante da economia global (ACWX) rendeu 8% no período
Na América Latina, o país mais propenso a receber o selo de bom pagador é o Paraguai; México é o pior da lista
O investidor local tem visto uma enxurrada de dinheiro gringo entrar na bolsa brasileira, mas a ata desta quarta-feira (18) mostra como essa dinâmica pode mudar — ainda que momentaneamente
O bilionário tirou Milei da carteira e colocou titãs da bolsa brasileira como Petrobras e Vale; confira a estratégia vencedora do dono do fundo Duquesne
As ações da big tech despencaram 18% na pior sequência de perdas desde 2026, enquanto mercado questiona plano de US$ 200 bilhões em investimentos
Ao contrário do que pensam seus colegas economistas, De Pablo descarta a tese de que o BC argentino esteja sofrendo para sustentar o valor do peso
Além da tese de investimentos, o banco norte-americano ainda deixa um alerta sobre o efeito da inteligência artificial (IA) sobre as carteiras
A tradicional resiliência do dólar em tempos de crise está sob escrutínio, segundo o Deutsche Bank, à medida que a alta exposição das ações dos EUA à inteligência artificial cria uma nova vulnerabilidade cambial
Segundo o The Wall Street Journal, as autoridades chinesas estão tentando conter a especulação excessiva em ações de empresas ligadas à inteligência artificial
Em busca de juros baixos, Sanae Takaichi teve um encontro com o chefe do BoJ nesta segunda-feira (16), mesmo dia em que os dados oficiais mostraram um PIB fraco
BB Seguridade avança, apesar de corte no preço-alvo pelo Goldman Sachs; Bradesco e Vale recuam, e EWZ cai mais de 1%
Enquanto Elon Musk isola-se no topo, fundadores da Anthropic escalam o ranking da Forbes; confira as fortunas
A última grande aquisição do país ocorreu em 1917, quando os EUA compraram as Ilhas Virgens, que pertenciam justamente à Dinamarca, atual “dona” da Groenlândia
Enquanto Trump tece críticas à performance do cantor porto-riquenho no Super Bowl, apoio dos latinos mostra sinais de retração
Com alta de 17% no ano, o índice brasileiro aproveita a reprecificação global de energia e materiais básicos; veja por que o investidor estrangeiro continua comprando Brasil
A empresa que provocou a queda de gigantes do software aqui e lá fora conseguiu levantar US$ 30 bilhões em financiamento
Evitado a tempo, o crime candidato a “roubo do século” no Uruguai foi desbaratado quando criminosos já haviam escavado um túnel de 300 metros mirando agência do maior banco do país