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Devolução dos pandas ao país de origem simboliza o agravamento das tensões diplomáticas, comerciais e de segurança entre Pequim e Tóquio, em meio a atritos sobre Taiwan, barreiras econômicas e gastos militares
Em relações românticas, o cortejo costuma vir acompanhado de flores, chocolates e, em alguns casos, joias. Na diplomacia, a lógica não é tão diferente: também há gestos simbólicos para demonstrar boa vontade. No caso da China, esse carinho costuma vir na forma de pandas.
Desde a década de 1970, o gigante asiático envia os animais — que só existem por lá, diga-se de passagem — como gesto que evidencia a disposição do governo em estreitar relações com os países de destino. É a chamada diplomacia dos pandas.
Agora, diante da escalada de tensões entre Japão e China, os pandas que ficam no arquipélago já têm data para irem embora de volta para seu país natal. Os marsupiais devem retornar amanhã (27).
Os gêmeos pandas Xiao Xiao e Lei Lei nasceram no Zoológico de Ueno, em Tóquio. Multidões foram se despedir da dupla nos últimos dias. A partir da saída, será a primeira vez em meio século que o país ficará sem pandas.
A escalada começou em novembro de 2025, quando a primeira-ministra japonesa Sanae Takaichi disse no Parlamento que um eventual ataque da China a Taiwan — ilha autônoma governada de forma independente, mas reivindicada por Pequim — poderia representar uma ameaça direta à segurança do Japão e justificar uma resposta militar.
O gigante asiático considerou esse movimento como uma interferência em seus assuntos internos. A resposta veio em forma de pressão econômica sobre o Japão, com a adoção de uma série de medidas restritivas.
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Após as declarações, Pequim passou a bloquear exportações de bens considerados estratégicos e de itens de uso dual (civil e militar) para o Japão. Isso inclui materiais sensíveis como ímãs de terras raras, fundamentais para cadeias de tecnologia avançada, eletrônicos, veículos elétricos e equipamentos de defesa.
Paralelamente, autoridades chinesas intensificaram investigações comerciais e ampliaram o uso de medidas antidumping e barreiras regulatórias contra produtos japoneses, elevando custos, atrasando desembaraços e restringindo o acesso ao mercado chinês.
Pequim também expressou preocupação com o orçamento recorde de defesa do Japão, anunciado em dezembro e projetado para atingir 9 trilhões de ienes (cerca de US$ 57,4 bilhões) em 2026, um aumento de 3,8% em relação aos gastos de defesa do ano passado.
A rivalidade entre China e Japão é antiga e tem raízes no século 20, como a invasão japonesa à China nos anos 1930 e durante a Segunda Guerra Mundial. No pós-guerra, as tensões se deslocaram para disputas territoriais no Mar do Leste da China, como as ilhas Senkaku e Diaoyu.
Pequim enviou pandas a Tóquio pela primeira vez em 1972, logo após a normalização das relações diplomáticas entre os dois países. Agora, a volta dos dois marca um novo capítulo na relação entre a China e o Japão.
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