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Fundo irá pagar os valores devidos a 152 mil pessoas, entre investidores de CDBs e clientes que tinham conta no banco liquidado
A notícia que muitos investidores queriam chegou: o Fundo Garantidor de Créditos (FGC) irá iniciar o pagamento das garantias aos credores do Banco Pleno. A liberação, anunciada nesta segunda-feira (23), veio pouco depois de um mês da liquidação da instituição pelo Banco Central, em 18 de fevereiro.
Segundo o FGC, 152 mil pessoas têm direito à garantia, totalizando um desembolso de R$ 4,8 bilhões. Somando aos pagamentos de outras garantias em andamento, dos bancos Master, Letsbank e will bank, o total ressarcido pelo fundo chegará a R$ 55 bilhões.
Investidores e correntistas pessoas físicas devem realizar o processo de solicitação da garantia diretamente pelo aplicativo do FGC, enquanto pessoas jurídicas devem utilizar o site oficial da instituição.
Vale lembrar que a garantia do FGC cobre valores até R$ 250 mil por CPF ou CNPJ, em produtos como conta corrente, poupança, CDB, RDB, LCI, LCA e LCD de uma mesma instituição financeira.
Como o Banco Pleno não fazia parte do conglomerado Master no momento da liquidação, os credores terão direito a até R$ 250 mil de garantia, considerando principal e juros.
Não é a mesma situação do will bank, por exemplo. O banco digital fazia parte do Master, de modo que investidores que tinham aplicações elegíveis a ressarcimento nos dois bancos ficaram limitados a R$ 250 mil, somando as duas garantias.
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Quem recebeu o valor total pelos CDBs do Master, não teve direito a mais nada pelas aplicações no will. Isso porque o limite do FGC considera a soma de todos os investimentos em instituições do mesmo conglomerado.
No caso do Pleno, não haverá esse problema.
Entretanto, é importante se atentar a outra regra: a da garantia de R$ 1 milhão em quatro anos.
O FGC tem uma segunda regra de garantia que determina um teto global de R$ 1 milhão, por CPF ou CNPJ, em ressarcimentos a cada quatro anos. Esse limite começa a contar a partir da primeira liquidação em que o investidor tem valores a receber.
Um investidor que tenha recebido garantias no caso Master/will, tem um novo limite de R$ 250 mil caso também tenha CDBs do Pleno, uma vez que este banco não fazia parte do conglomerado Master.
Porém, considerando os três casos, este investidor estaria sujeito a um mesmo limite global de R$ 1 milhão. Os ressarcimentos no caso Master/will teriam consumido uma parte do teto, enquanto a garantia do Pleno irá consumir outra parte.
Pelos próximos anos — até o limite de quatro anos desde a liquidação do Master (18 de novembro de 2025) —, a garantia global desse credor será menor.
Em relação às instituições do conglomerado que já estavam com pagamentos em curso, o FGC atualizou os números nesta segunda-feira (23), mostrando que a operação está em fase de conclusão.
Até o momento, já foram pagos R$ 39 bilhões das garantias do Master, o que representa 96% do valor total devido aos clientes dos bancos Master, Master de Investimento e Letsbank.
Cerca de 689 mil pessoas já receberam seus ressarcimentos, alcançando 89% do número total de credores elegíveis.
Na semana passada, o Fundo sinalizou que quase R$ 800 milhões de garantia do conglomerado Master estão parados à espera de investidores que sequer iniciaram o processo no aplicativo.
Os pagamentos do will bank seguem na dinâmica de antecipação de valores menores.
Desde 13 de fevereiro, o FGC libera valores de até R$ 1 mil para clientes diretos da instituição. Mais de 1 milhão de credores já receberam essas antecipações, somando R$ 124 milhões pagos.
Esse valor representa 70% do montante estimado para esses pagamentos. Porém, apenas 17% do total de 6 milhões de pessoas elegíveis aos ressarcimentos do will bank fazem parte dessa fase inicial.
Para quem possui valores acima de R$ 1 mil, o FGC ainda aguarda a lista completa de credores para iniciar os pagamentos maiores. A estimativa total de garantias para o will bank é de R$ 6,3 bilhões.
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