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A operadora brasileira anunciou nesta manhã um acordo para comprar 51% restantes do capital da I-Systems Soluções de Infraestrutura, da qual já tinha 49% de participação. O negócio ainda depende do aval de autoridades regulatórias
A Tim (TIMS3) decidiu apertar o passo na corrida pela fibra óptica. Em fato relevante divulgado nesta quarta-feira (11), a companhia informou a celebração de um acordo para adquirir 51% da I-Systems Soluções de Infraestrutura, que oferece estrutura no segmento de rede neutra de fibra óptica no Brasil, por R$ 950 milhões.
Além disso, a companhia também apresentou seu balanço do quarto trimestre de 2025. Confira mais abaixo.
Com isso, as ações TIM3 estão em alta forte na bolsa na manhã de hoje (11), de 7,27% por volta das 11h30. É a maior valorização entre as ações que compõem o Ibovespa.
A operadora brasileira já detinha 49% do capital da empresa, e a outra parte era controlada pela IHS Brasil, braço do grupo global IHS Towers, um dos maiores do mundo no ramo. Com o acordo, a Tim passa a controlar 100% do capital da I-Systems, que se tornará subsidiária integral.
O negócio ainda precisa do aval do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) e da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel). O pagamento será feito na data de fechamento da transação.
A companhia adquirida atua no segmento de rede neutra de fibra óptica no Brasil, oferecendo infraestrutura independente para o mercado de atacado. A empresa está presente em oito estados: São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Goiás, Paraná, Bahia, Pernambuco e Amazonas. No total, a empresa cobre 9 milhões de domicílios no país.
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Na prática, a Tim está consolidando o controle sobre uma estrutura relevante de FTTH (fibra até a casa dos clientes, na sigla em inglês), em um momento em que a disputa pela banda larga fixa ganha novos contornos no país, com pressão por qualidade, capilaridade e eficiência operacional.
Segundo a companhia, a aquisição é mais um passo no desenvolvimento dessa estratégia, que ao longo de 2025 mostrou evolução significativa, com recuperação da capacidade de crescimento da base de clientes e da receita.
“A iniciativa amplia a habilidade da companhia de aprimorar a qualidade dos serviços de conectividade, melhorando a experiência de seus clientes de maneira fim-a-fim. É esperada que a transação destrave oportunidades de eficiência a partir do controle total da operação”, diz a Tim.
O movimento também posiciona a operadora de forma mais estratégica para eventuais próximos passos no mercado de FTTH, mantendo foco em rentabilidade e geração de caixa.
Até lá, o mercado deve acompanhar de perto como a aquisição se encaixa na tese de longo prazo da Tim: fortalecer a presença em banda larga, elevar a eficiência operacional e sustentar a geração de caixa em um setor cada vez mais competitivo.
A TIM (TIMS3) apresentou alta de 27,9% no lucro líquido normalizado do quarto trimestre de 2025 em relação ao mesmo período de 2024, chegando a R$ 1,35 bilhão.
O lucro vem principalmente do crescimento do negócio de internet móvel – puxado pelo segmento pós-pago — e de cortes de custos nas operações, com melhora da margem de lucro. A tele reportou ainda uma despesa financeira menor neste balanço, contribuindo para o avanço do resultado líquido.
O Ebitda (lucro antes dos juros, impostos, depreciação e amortização) normalizado cresceu 9,7% no quarto trimestre, para R$ 3,67 bilhões. A margem Ebitda aumentou 2,6 pontos porcentuais, indo a 53,1% — maior patamar já registrado pela operadora.
O fluxo livre de caixa subiu 28,3% no quarto trimestre na comparação anual, totalizando R$ 1,57 bilhão.
A TIM chegou ao fim de 2025 com um total de 61,9 milhões de clientes de internet móvel, número estável na comparação com o fim de 2024.
Os pré-pagos eram 29,2 milhões, recuo de 8,3% em um ano, enquanto os pós-pagos foram a 32,7 milhões, avanço de 8,4%. Na internet fixa, a TIM Ultrafibra bateu em 850 mil usuários, aumento de 7,6%.
Com Money Times
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O balanço da companhia foi aprovado sem ressalvas pela auditoria da KPMG; no entanto, houve o registro de uma “incerteza relevante relacionada com a continuidade operacional da companhia”.
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