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Apesar do marco de R$ 1,2 bilhão em vendas líquidas, ações recuam por expectativas frustradas de analistas, enquanto bancos reiteram compra citando múltiplos atrativos para 2026
O cumprimento das metas de 2025 não foi suficiente para sustentar as ações da Tenda (TEND3), que operam em forte queda nesta segunda-feira (12). Embora a prévia operacional do quarto trimestre (4T25) tenha confirmado que a construtora atingiu o seu guidance anual, o mercado reagiu com cautela aos detalhes dos números reportados.
Por volta das 13h28 (horário de Brasília), os papéis da incorporadora caíam cerca de 4,68% na bolsa de valores, negociados a R$ 24,02, figurando entre as maiores quedas do pregão. Apesar dos números recordes, a Tenda apresentou um desempenho “abaixo do esperado” no 4T25.
As vendas do último trimestre do ano passado da construtora foram de R$ 1,2 bilhão, líquidas, avanço de 24% na comparação anual, mas 14% abaixo da estimativa do banco Safra.
O principal fator, segundo a casa, foi o timing dos lançamentos. Cerca de 36% do valor geral de vendas (VGV) foi lançado apenas na última semana de dezembro, o que reduziu significativamente o tempo disponível para a comercialização dos imóveis dentro do trimestre.
Com isso, o VSO — indicador que mede a velocidade de vendas — ficou em cerca de 24% no 4T25, abaixo do projetado. A título de comparação, se esses lançamentos tardios forem desconsiderados, a Tenda teria apresentado um VSO de 27%.
De acordo com a própria construtora, a concentração em dezembro ocorreu devido ao atraso na liberação de licenças, concedidas apenas nos últimos dias do ano.
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Ao todo, a incorporadora lançou 15 empreendimentos no 4T25, que somaram R$ 1,8 bilhão em valor geral de vendas (VGV) — crescimento de 14% em relação ao trimestre anterior e de 11% na comparação anual, mas 11% abaixo do esperado pelo Safra.
Desse total, 14 projetos (R$ 1,7 bilhão) foram da marca Tenda, enquanto apenas um, de R$ 69 milhões, veio da Alea, divisão do grupo de casas pré-fabricadas.
Essa participação reduzida da Alea ocorreu porque uma obra relevante — o Canoas, com R$ 300 milhões em VGV — foi adiada para o primeiro semestre de 2026, fator que também pesou negativamente na leitura do mercado.
A empresa também encerrou o quarto trimestre com R$ 960 milhões em recebíveis transferidos a bancos, movimento que tende a apoiar a geração de caixa.
O volume, porém, caiu em relação aos três meses anteriores, mas avançou 42% na comparação anual.
De acordo com o Safra, a queda trimestral está ligada a uma base de comparação mais forte, que contou com a liberação parcial de incentivos estaduais.
Apesar do desempenho, o Safra avalia que o resultado foi “levemente negativo” mais por uma questão de calendário do que de demanda.
A casa segue confiante na companhia, apoiada principalmente pelos ajustes recentes no Minha Casa, Minha Vida (MCMV), como o aumento do teto dos preços dos imóveis e a ampliação do público elegível aos subsídios.
O banco, inclusive, reiterou a recomendação de compra (outperform) para as ações da Tenda, sua principal escolha no segmento de baixa renda, com preço-alvo de R$ 41, o que representa uma potencial valorização de 63% em relação às cotações atuais, destacando a melhoria nas perspectivas de lucros da empresa.
“Ainda vemos os papéis sendo negociados a um múltiplo P/L (indicador que relaciona o preço da ação ao lucro projetado) de 5,1 vezes para 2026, a avaliação mais baixa entre os pares de baixa renda“, dizem os analistas.
O BTG Pactual também reiterou a recomendação de compra para as ações da Tenda. Em relatório, o banco classificou os resultados operacionais como “satisfatórios” e “sólidos”, embora levemente abaixo do esperado, destacando que os números consolidados do ano passado transmitem duas mensagens principais.
A primeira é que as operações da marca Tenda seguiram fortes, com crescimento relevante tanto nos lançamentos quanto nas vendas.
A segunda, porém, é que a Alea ainda enfrenta dificuldades para acelerar os lançamentos e aumentar a utilização da capacidade da fábrica, o que ajuda a explicar seu desempenho financeiro mais fraco.
“Continuamos otimistas em relação às ações, pois a Tenda está a caminho de apresentar margens sólidas, ROE (retorno sobre o investimento) e geração de caixa consistentes, enquanto a Alea pode melhorar gradualmente”, afirmou o banco.
*Com informações do Money Times
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O que explica esse desempenho é a emissão de ações da companhia, para trocar parte de suas dívidas por participação.