O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
A varejista deu adeus à loja em um dos shoppings mais luxuosos da cidade e encerrou 193 pontos físicos no último ano
Quem costuma passear pelo Shopping Iguatemi, no meio da Av. Faria Lima, em São Paulo, já deve ter cruzado com a loja da Chanel, Bvlgari, Prada, Gucci e... Americanas. Em contraste com as lojas de luxo, a varejista ocupava parte da entrada principal desde 1981, mas deu adeus ao shopping em dezembro de 2025.
O fechamento foi noticiado pela colunista Mônica Bergamo, da Folha de S.Paulo, na quinta-feira (19) e confirmado pela Americanas nesta sexta-feira (20).
Até então, a saída tinha passado praticamente despercebida pelo mercado, mas finaliza uma novela entre o shopping e a inquilina que se arrastava há anos.
Quando a varejista começou a alugar o espaço de mais de 1.500 metros quadrados, na década de 80, a Faria Lima ainda não tinha se tornado o grande centro financeiro que é atualmente.
Além disso, a Americanas estava ganhando força na época, tendo sido adquirida pela 3G Capital Partners — comandada pelos sócios Jorge Paulo Lemann, Marcel Telles e Carlos Alberto Sicupira.
A Americanas até adotou um estilo mais sóbrio no shopping, com logotipo preto — que foge do tradicional vermelho da marca. Mas o tempo passou e a Americanas e o Shopping Iguatemi foram para caminhos contrários: uma focada no varejo mais popular e o outro cada vez mais direcionado para o público de alta renda.
Leia Também
A crise da varejista, com uma fraude contábil bilionária, levou a problemas em suas lojas e a relações tensas com o Iguatemi. Em 2024, o Iguatemi entrou na Justiça com um pedido de despejo contra a varejista. Segundo o processo, a varejista teria deixado as lojas desabastecidas depois da crise, o que seria uma quebra contratual.
No entanto, segundo a Americanas, a saída da varejista do local foi de comum acordo entre as partes, com extinção do processo anterior, e que não houve inadimplência no pagamento dos aluguéis, uma vez que a empresa, em recuperação judicial, precisa se manter em dia com os pagamentos.
"O movimento faz parte do plano de transformação da companhia, com foco no consumidor, seus comportamentos e jornadas de compra, e seguiu os melhores interesses entre ambas as partes, após análises criteriosas de aderência ao atual modelo de negócio da Americanas", afirmou a Americanas em nota.
O valor do aluguel do espaço era de R$ 250 mil e, no mesmo ano, a varejista tentou renovar o contrato de locação pelo prazo de cinco anos por R$ 180 mil mensais, cifra que não foi aceita pelo shopping, segundo a Folha.
Segundo apuração do jornal Valor Econômico, diversas marcas internacionais estariam dispostas a pagar mais caro que o valor pago pela Americanas para ocupar o espaço no shopping, o que teria motivado a ação do Iguatemi na época.
"A companhia reforça que o relacionamento de longa data com a administradora de shoppings Iguatemi segue em bases saudáveis e produtivas, com a manutenção da parceria em outros shoppings do grupo", disse a varejista.
Antes considerada uma das varejistas brasileiras mais tradicionais do mercado — e uma loja âncora que levava fluxo de clientes para o Iguatemi — a Americanas entrou em crise profunda há três anos, com a revelação de uma fraude contábil de R$ 25,2 bilhões e, posteriormente, uma recuperação judicial.
O caminho não tem sido fácil. A empresa enxugou as dívidas para a casa dos R$ 2 bilhões e fechou 22% das suas lojas, que eram de 1.880 lojas em funcionamento. Só em 2025, 193 pontos físicos foram encerrados.
A varejista diz que "o processo de abertura e fechamento de lojas faz parte do curso normal do varejo, somado ao plano de transformação da companhia, que prevê ajustes de curto e médio prazos".
Desde o início do ano, as ações da Americanas (AMER3) sobem cerca de 12%, cotadas a R$ 5,62.
Banco revisa estimativas após resultados do 4º trimestre e mantém recomendação de compra para a fabricante brasileira de aeronaves
Cosan diz que modelo proposto não ataca o nó estrutural da Raízen e defende mudanças mais profundas na companhia de energia e combustíveis
Os objetivos do BRB são reforçar a estrutura de capital, fortalecer os indicadores patrimoniais e ampliar a capacidade de crescimento das operações
A rede varejista afirmou que ficam de fora dessas negociações os débitos com fornecedores, parceiros e clientes, bem como obrigações trabalhistas, que não serão afetadas
Apesar de bilionária, a cifra representa uma melhora de quase 40% em relação ao 4T24; veja os detaques do balanço
Direcional reportou lucro líquido de R$ 211 milhões em outubro e dezembro, alta de 28% na base anual, e atingiu ROE recorde de 44%; CEO Ricardo Gontijo atribui avanço à demanda resiliente e aos ajustes no Minha Casa Minha Vida
A moeda norte-americana terminou o pregão em baixa de 1,52%, a R$ 5,1641, menor valor de fechamento desde 27 de fevereiro
Alta da commodity reacende questionamentos sobre defasagem nos combustíveis e coloca em dúvida a estratégia da estatal para segurar os preços no Brasil; veja o que dizem os analistas
Modelo híbrido que combina atendimento físico e banco digital para aposentados do INSS chama a atenção de analistas; descubra qual a ação
Companhia chama credores e debenturistas para discutir extensão de prazos e possível waiver de alavancagem; entenda
Mesmo após melhorar as projeções para a Telefônica Brasil, banco diz que o preço da ação já reflete boa parte do cenário positivo e revela uma alternativa mais atraente
A Ipiranga não é apenas mais uma peça no portfólio da Ultrapar; é, de longe, o ativo que mais sustenta a geração de caixa do conglomerado.
O desafio de recolocar os negócios no prumo é ainda maior diante do desaquecimento do mercado de materiais de construção e dos juros altos, que elevaram bastante as despesas com empréstimos
Com foco em desalavancagem e novos projetos, as gigantes do setor lideram a preferência dos especialistas
Estatal vai pagar R$ 8,1 bilhões aos acionistas e sinalizou que pode distribuir ainda mais dinheiro se o caixa continuar cheio
Operação encerra anos de tentativas de venda da participação da Novonor e abre caminho para nova fase de gestão e reestruturação das dívidas da companhia
Enquanto os papéis da petroleira disparam no pregão, a mineradora e os bancos perderam juntos R$ 131,4 bilhões em uma semana
Quem realmente cria valor nos bancos? Itaú e Nubank disparam na frente em novo ranking — enquanto Banco do Brasil perde terreno, diz Safra
Brasileiros agora podem pagar compras em lojas físicas argentinas usando Pix; veja o mecanismo
Com Brent acima de US$ 90 após tensão geopolítica, executivos da petroleira afirmam que foco é preservar caixa, manter investimentos e garantir resiliência