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Confira os problemas na operadora de saúde, segundo a gestora, e quais as propostas da Squadra para melhorar o retorno aos acionistas da Hapvida
A Squadra Investimentos, gestora com posição acionária na Hapvida (HAPV3), publicou uma carta em que mudanças no conselho de administração, questiona as decisões tomadas nos últimos anos e propõe desinvestimentos para redução do endividamento.
A gestora, que detém cerca de 6,98% do capital votante da operadora de saúde e odontologia, também indicou três nomes para comporem o conselho na próxima votação.
Desde o IPO da companhia, em abril de 2018, a ação acumula uma queda de 85%, comparada a uma alta do Ibovespa de 120% no mesmo período — é, segundo a gestora, "uma das maiores destruições de valor da história do mercado de capitais brasileiro".
Essa queda drástica é consequência de decisões estratégicas, operacionais, de alocação de capital e de governança equivocadas, na visão da gestora. Seu Dinheiro entrou em contato com a Hapvida para pedir posicionamento e aguarda um retorno.
Veja abaixo quais os problemas na Hapvida encontrados pela Squadra e quais as propostas da gestora para conseguir destravar valor na empresa.
Com diversas fusões e aquisições nos últimos anos, houve diluição relevante na participação dos acionistas. Além disso, as integrações foram mal executadas, segundo a gestora.
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Desde a combinação com a Notre Dame Intermédica há quatro anos, por exemplo, o valor de mercado encolheu em R$ 80 bilhões, "não tendo sido capturadas, nem de perto, as sinergias anunciadas ao mercado à época da transação", diz a carta.
Outras consequências foram o aumento do endividamento da empresa, que afetam sua operação financeira. As debêntures precisam ser emitidas com spreads consideráveis, de CDI + 9%, e a companhia gastou R$ 384 milhões do caixa na recompra de ações.
A gestora também destaca que a empresa não reconhece um impairment, que seria de R$ 44 bilhões, vindo da deterioração dos seus negócios e perda de mercado para concorrentes.
Segundo a gestora, há "frustração e baixa perspectiva de recomposição de capital, circunstância que posterga indefinidamente a capacidade da companhia de distribuir dividendos" e de aproveitar os benefícios fiscais da integração com a NDI.
Nos últimos três anos, dos sete executivos-chave escalados para traçar a estratégia da companhia, apenas dois permanecem — um já chegou a renunciar e foi recontratado 20 dias depois em nova função, e outro é o CEO, membro da família controladora.
A carta destaca que, ainda que a companhia tenha dedicado 20 slides à apresentação de um plano de integração da companhia em 2023, houve pouco avanço nesse sentido.
Além disso, ainda que o CEO tenha declarado que a companhia estaria em um momento muito favorável em 2025, a estimativa de lucro para o ano caiu 86%.
A empresa também precisou reconhecer passivos como provisões para ressarcimento ao SUS (ReSUS) e multas aplicadas pela ANS e reapresentar as demonstrações financeiras de 2016 a 2023.
Apesar de todas essas turbulências, a empresa reelegeu, por unanimidade, o conselho de administração, com redução do número de membros independentes e alta remuneração.
"Em conjunto, tais propostas revelam um Conselho de Administração em descompasso com a atual situação financeira da companhia e, sobretudo, com seu próprio desempenho ao longo dos últimos anos", diz a carta.
A gestora pede mudanças relevantes na gestão da companhia.
"O histórico anteriormente descrito e a proposta da administração para 2026 deixam claro que a Companhia necessita, com urgência, de uma mudança substancial na composição de seu Conselho de Administração, com reforço efetivo de independência dos membros, capacidade técnica e real alinhamento com os interesses de todos os acionistas."
A gestora requer que a eleição de membros seja feita com a adoção de voto múltiplo e indicou três nomes para a próxima assembleia: Tania Sztamfater Chocolat, Bruno Magalhães e Silva e Eduardo Parente Menezes.
Outra sugestão é o desinvestimento de ativos para focar no plano de turnaround no Sudeste e Sul, o que reduziria a alavancagem, fortaleceria a estrutura de capital e mitigaria o risco da operação.
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