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Para o BTG, a situação financeira para as empresas do setor será mais apertada em 2026; veja quais são as empresas mais eficientes e que podem gerar mais retornos
Os preços de petróleo estão em alta, com preocupações com um possível conflito entre EUA e Irã. Isso pode significar ganhos para a Petrobras (PETR3/PETR4). Mesmo assim, a estatal não é a companhia preferida do BTG Pactual para investir no setor de óleo e gás.
Depois da CEO Conference, evento do BTG Pactual, o banco se reuniu com a Petrobras, Brava (BRAV3) e PetroReconcavo (RECV3), mas manteve as suas preferidas: Prio (PRIO3) e Ultrapar (UGPA3).
O banco já havia mencionado as duas companhias como as queridinhas do setor; entenda as escolhas nesta matéria do Seu Dinheiro.
Para o BTG, a situação financeira para as empresas do setor será mais apertada em 2026, embora Petrobras e Brava estejam em boas condições operacionais.
A produção deve ser mais instável na Petrobras, que ainda sofre com o câmbio. A Brava está estabilizando sua produção nos campos offshore e se mantém atenta a melhorias no portfólio. Já a PetroReconcavo deve ter uma produção estável no ano.
A Prio se destaca pelo crescimento dos seus projetos já existentes, eficiência operacional e o lançamento de uma possível política de dividendos.
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Os projetos da Prio estão em pleno desenvolvimento: a exploração no campo de Wahoo deve começar em março, e a empresa realizou iniciativas de redução de custos no campo de Peregrino. A empresa também continua em busca de novos projetos e poços para o futuro.
Para os investidores, os dividendos podem chegar já no segundo semestre deste ano, com um anúncio de uma política baseada na sua alavancagem, acreditam os analistas do banco.
A Ultrapar está em um bom momento, com baixa endividamento, e se beneficiando do fortalecimento da rede Ipiranga.
A rede de postos de combustíveis é um dos destaques, depois que o cenário para esse negócio melhorou consideravelmente no segundo trimestre de 2025, com o combate a redes de combustíveis irregulares.
Assim, a empresa deve se beneficiar com ganho de volumes e de participação de mercado, com a força da sua marca e serviço de qualidade.
Mesmo assim, a direção da Ultrapar ainda está conservadora em relação a possíveis conversões de postos, pois também consideram que o mercado de venda de combustíveis no Brasil está saturado, diz o BTG.
Então, no lugar de expandir por meio de novos postos, a empresa busca aumentar a eficiência nos locais onde já está, com ganhos de R$ 5 a R$ 10 por metro quadrado.
Na Ultragaz, os diretores seguem buscando oportunidades de uso do seu capital para trazer mais valor, incluindo novos negócios, como fizeram com a Hidrovias.
O segredo é buscar os melhores projetos, com o maior retorno. Já quando não há projetos atraentes o suficiente disponíveis, a empresa costuma distribuir dividendos, o que também é uma vantagem para o investidor.
Dentro do portfólio, as prioridades de investimento incluem a rede Ipiranga e a Ultragaz, com menor intensidade de investimentos para a Ultracargo e a Hidrovias.
Na Petrobras, o foco é na otimização dos custos. A empresa está focada em reduzir os custos de extração, renegociar contratos de aluguel e otimizar as plataformas paradas. No entanto, o dólar joga contra.
Além disso, na estatal, novos campos começam a produzir, enquanto outros passam por manutenções programadas. Qualquer período de inatividade ou manutenção nessas grandes unidades afeta significativamente os números totais de extração.
O problema é que ela não fornece dados mais precisos sobre essas interrupções, o que atrapalha quem busca acompanhar seu desempenho, diz o banco.
A empresa espera manter sua política de dividendos inalterada, mesmo com o petróleo Brent a US$ 60 o barril. O BTG acredita que pagamentos extraordinários podem acontecer se o Brent ficar em torno de US$ 80 e os indicadores financeiros permanecerem saudáveis.
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