O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
A Embassair oferece uma plataforma completa de serviços para a aviação executiva, incluindo abastecimento de aeronaves e atendimento a passageiros, com operação 24 horas por dia
A JHSF Participações (JHSF3), focada em negócios de luxo, deu mais um passo além das fronteiras, de olho no público de altíssima renda. A empresa anunciou a compra da Embassair, uma operação dedicada ao atendimento de aviação executiva localizada no Aeroporto Opa-Locka Executive, em Miami, nos Estados Unidos (EUA).
A transação foi realizada por meio da criação de um fundo de investimento internacional, o JHSF Capital FBOs Fund LP, sob gestão da JHSF Capital, que terá a companhia como investidora majoritária. O valor da negociação não foi informado.
A Embassair oferece uma plataforma completa de serviços para a aviação executiva, incluindo abastecimento de aeronaves, hangares, suporte aeroportuário e atendimento a passageiros, com operação 24 horas por dia.
Segundo a holding, a aquisição cria sinergias com o São Paulo Catarina Aeroporto Executivo, situado no município de São Roque, no estado de São Paulo, também controlado pela JHSF.
Isso porque o Aeroporto de Opa-Locka, em Miami, está entre os principais destinos internacionais dos voos originados no terminal brasileiro, o que pode fortalecer a integração de serviços e gerar ganhos operacionais.
Leia Também
“O FBO em Miami eleva o nível de serviço e garante uma experiência mais completa ao cliente, do embarque no Brasil até a chegada nos Estados Unidos”, afirmou Augusto Martins, CEO da JHSF, em nota enviada ao Money Times.
A estratégia aposta na conexão direta entre Brasil e Flórida para capturar ganhos operacionais e fortalecer a fidelização de clientes recorrentes, um fluxo visto como peça-chave para o grupo.
“Essa compra reforça nossa estratégia de expansão internacional na aviação executiva e a vertical de renda recorrente. Contribui também para a construção de uma plataforma integrada, com ativo relevantes no Brasil e no exterior.”
Atualmente, a JHSF possui ativos totais de R$ 18,6 bilhões e atua em áreas como shopping centers, hotelaria, gastronomia, varejo de luxo e desenvolvimento imobiliário.
Já a JHSF Capital, gestora do grupo, administra 19 fundos de investimentos, entre veículos locais e internacionais, e soma aproximadamente R$ 11,2 bilhões em valores sob gestão.
Essa é mais uma aquisição internacional da holding, em uma estratégia para ampliar seu portfólio e serviços voltados ao público endinheirado.
Um exemplo é um palácio do século 16 em Milão, que abrigará o novo hotel Fasano na Itália, comprado em fevereiro.
Já em abril, comprou o complexo Enjoy Punta del Este, localizado no Uruguai, um dos empreendimentos mais icônicos do mercado de alto padrão na América do Sul.
Considerado o mais tradicional hotel e cassino, entre outras atividades, de Punta del Este, será transformado em um projeto multiuso de alta renda pela JHSF.
O plano é agregar um shopping que contará inicialmente com 50 lojas e restaurantes, predominantemente internacionais, além de um hotel da marca Fasano, um cassino e unidades residenciais.
Em outubro do ano passado, a empresa assinou um contrato para comprar uma participação majoritária na BYS International, grupo global que trabalha na prestação de serviços internacionais de fretamento, administração e compra e venda de grandes embarcações, principalmente iates e jatos.
Segundo o comunicado da JHSF, a empresa é líder no atendimento a clientes brasileiros que buscam este tipo de serviços fora do país.
As partes envolvidas, Ecopetrol e demais acionistas, estruturaram a operação como formação de controle, e não como transferência de controle
A Sabesp afirmou que avalia incorporar a totalidade das ações da EMAE por meio de uma relação de troca
Mesmo com execução melhor que o esperado e recuperação operacional em curso, analistas avaliam que juros altos, competição e upside limitado justificam recomendação neutra para BBDC4
Novo acordo prevê paridade no conselho e decisões conjuntas; analistas destacam maior influência da estatal em meio à fragilidade financeira da Braskem
Banco eleva preço-alvo de ABEV3 para R$ 16, mas avalia que mercado ignora pressão de margens e já precifica cenário positivo
A estatal colombiana pretende, ainda, lançar uma OPA (oferta pública de ações) para comprar mais 25% das ações, com preço de R$ 23, prêmio de 27,8%
Renúncia de Ricardo Sartim amplia incertezas enquanto empresa negocia dívidas e tenta reorganizar o caixa
Banco vê falta de gatilhos para a Klabin no curto prazo e cenário mais desafiador para a fibra longa e reforça aposta em concorrente
Ocyan entra em nova fase após reestruturação, com foco em contratos da Petrobras e crescimento sustentável no setor de óleo e gás
O banco mantém a recomendação de compra para a ação, além de ser a ação preferida do setor — ela é negociada a 13 vezes o preço da ação sobre o lucro estimado
Após forte pressão nos balanços, o BB reformula a estratégia de crédito rural — e quer destravar crescimento em um mercado ainda pouco explorado; veja o que dizem os executivos
Após forte pressão nos balanços, o BB reformula a estratégia de crédito rural — e quer destravar crescimento em um mercado ainda pouco explorado; veja o que dizem os executivos
Entre as propostas apresentadas também estaria a saída de Rubens Ometto, fundador da controladora Cosan (CSAN3), da presidência do conselho da Raízen
Unidade de tecnologia e conectividade da Oi pode valer até R$ 1,6 bilhão, atrai interesse de grandes teles e marca nova etapa na reestruturação da companhia, que ainda prepara a venda de outros ativos bilionários
A decisão tem em vista fatores macroeconômicos que o setor de saúde vem enfrentando ao longo dos últimos anos, associado ao desempenho financeiro da companhia
A mudança acontece em meio a uma sequência de ajustes na governança da elétrica, que tenta se reequilibrar após a recuperação judicial da controladora
Ambiente mais restritivo favorece empresas com balanços mais sólidos e expõe incorporadoras mais alavancadas
Depois da compressão de retornos e desempenho abaixo do mercado, setor pode se beneficiar de agenda regulatória e queda da Selic
Após a estreia na bolsa, Agibank acumula queda superior a 30%; apesar da revisão para baixo nas projeções, analistas ainda veem potencial de alta, em meio a pressões externas e impactos no crédito consignado
A operação inclui participações societárias em empresas listadas, como Oncoclínicas e Ambipar