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A Kepler Weber (KEPL3) fechou acordo para combinação de negócios com a Grain & Protein Technologies (GPT), após cerca de quatro meses de negociações, mostra fato relevante divulgado ao mercado nesta segunda-feira (2). A GPT, empresa com sede global em Illinois, nos EUA, propôs pagar R$ 11 por ação da companhia de armazenamento de grãos. […]
A Kepler Weber (KEPL3) fechou acordo de venda para a norte-americana Grain & Protein Technologies (GPT), após cerca de quatro meses de negociações, mostra fato relevante divulgado ao mercado nesta segunda-feira (2).
A brasileira tem R$ 1,32 bilhão de valor de mercado e foi criada em 1925. A companhia está aberta na bolsa desde 1980, mas com a compra pode dar adeus à B3.
A estrutura da transação prevê uma incorporação da totalidade das ações ordinárias da Kepler Weber por uma sociedade controlada pela GPT, a GSI Brasil, de armazéns e de silos, e a Alohomora LXXIV Participações.
A GPT, empresa com sede global em Illinois, nos EUA, propôs pagar R$ 11 por ação da companhia focada em produtos para a pós-colheita de grãos. Isso representa um prêmio de 48,3% sobre o preço médio ponderado por volume (VWAP) das ações da Kepler Weber nos 60 dias antes da concessão da exclusividade pela companhia, em 16 de outubro de 2025.
A empresa, que tem matriz na cidade de Panambi, no Rio Grande do Sul, possui três fábricas e nove centros de distribuição. São quase 2 mil funcionários e presença em 53 países.
Além da Trígono Capital, que tem 15,3% do capital da empresa, a família fundadora tem 11,59% e há 3,56% de ações em tesouraria. Os 69,56% restantes estão em negociação no mercado.
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Por conta da incorporação, cada ação ordinária de emissão da companhia incorporada será substituída, a critério do acionista, por 1 ação preferencial obrigatoriamente resgatável classe A ou classe B de
emissão da nova companhia, escritural e sem valor nominal
O acordo prevê que todas as ações ordinárias serão trocadas, à escolha do acionista, por ações preferenciais resgatáveis Classe A (recebe R$ 11 à vista + R$ 1 retido) ou Classe B (recebe 0,4299 quotas da GPT BR + R$ 8 em caixa + R$ 1 retido).
Os acionistas terão 15 dias, após a assembleia, para escolher entre Classe A ou Classe B. Quem não se manifestar receberá automaticamente a Classe A.
O R$ 1 retido funciona como um earn‑out: R$ 0,70 liberáveis até o quinto aniversário do fechamento e R$ 0,30 até o décimo, ambos sujeitos a compensação por eventuais perdas decorrentes de processos judiciais em curso.
Em síntese, duas opções estão na mesa para os acionistas:
O cálculo do valor da companhia teve como base as demonstrações financeiras de 30 de setembro de 2025. Dessa maneira, desembolsos realizados entre essa data e o fechamento podem reduzir o montante final que será pago.
Se aprovada, a Kepler Weber pode se despedir da listagem no Novo Mercado da B3 e terá o registro convertido para categoria B ou até mesmo cancelado.
O conselho de administração da Kepler Weber aprovou a assinatura da minuta, mas condicionou o prosseguimento ao recebimento, até a convocação da AGE, de comprovação do financiamento (carta do agente financeiro) e de manifestação formal do Fundo VIII gerido pela American Industrial Partners (AIP) sobre aporte de capital.
A GPT, por sua vez, exigiu um compromisso de voto de Trígono (um dos principais fundos acionistas) a favor da operação para manter a oferta.
Vale destacar que a operação ainda depende de aprovação em Assembleia Geral Extraordinária (AGE), além de aprovação do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) e do compromisso de voto da Trígono.
A Kepler Weber contratou o Itaú BBA para emitir uma fairness opinion, que concluiu pela justeza das relações de troca.
O anúncio da operação ocorre alguns dias após a divulgação dos resultados referentes ao quarto trimestre de 2025 da Kepler Weber, que reportou um crescimento de 28,5% no seu lucro líquido no período, saindo de R$ 50,4 milhões para R$ 64,8 milhões.
No mesmo comparativo, o Ebitda recuou 17,7%, totalizando R$ 67,5 milhões. A receita operacional líquida saiu de R$ 460,1 milhões para R$ 398,7 milhões, queda de 13,3%. O lucro por ação (LPA) avançou 30,9%, de R$ 0,2855 para R$ 0,3736.
No acumulado de 2025, a receita líquida totalizou R$ 1,5 bilhão, com retração de 7,3% em relação a 2024, refletindo a dinâmica mais cautelosa de investimentos.
Apesar disso, o ano registrou o terceiro maior volume de toneladas embarcadas dos últimos dez anos, evidenciando a solidez da demanda.
Com Money Times
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