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O motivo é a aprovação de urgência para a votação de um projeto que pode elevar o Ebitda da gigante petroquímica em cerca de US$ 290 milhões em 2026 — cerca de 50% do Ebitda dos últimos 12 meses
As ações da Braskem (BRKM5) dispararam nesta terça-feira (10), entre os melhores desempenhos do Ibovespa, buscando o terceiro pregão seguido de alta e ampliando a valorização neste ano. Por volta das 15h, a ação subia 6,70%, negociada a R$ 10,19. Desde o começo do ano, a ação já ganhou praticamente um terço a mais de valor na bolsa, com alta de 32%.
O motivo é a aprovação de urgência para a votação de um projeto que pode elevar o Ebitda da gigante petroquímica em cerca de US$ 290 milhões em 2026 — cerca de 50% do Ebitda dos últimos 12 meses.
A Câmara dos Deputados aprovou ontem (9) o pedido de urgência para votação de projeto de lei complementar que aumenta o benefício do Regime Especial da Indústria Química (Reiq).
O regime oferece incentivos fiscais para a indústria química e petroquímica. Entre as vantagens, estão a redução das taxas de PIS/Cofins para a compra de matérias-primas e insumos para a fabricação de produtos químicos e reduzir os custos.
De acordo com a proposta em discussão no Congresso, a alíquota do PIS/Cofins seria reduzida para 3,45% contra os atuais 8,52% — e os 9,25% da alíquota estatutária.
“Isso representa um benefício de 5,8 p.p., um aumento significativo em comparação com o benefício atual do Reiq de 0,73 p.p.”, afirmou afirmou o analista Regis Cardoso, da XP Investimentos, acrescentando que o impacto fiscal estimado para o projeto de lei é de R$ 3,1 bilhões.
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“Se aprovado, o projeto de lei seria positivo para a Braskem”, avaliou, calculando um benefício adicional de Ebitda de cerca de US$ 290 milhões em 2026 — cerca de 50% do Ebitda dos últimos 12 meses.
Cardoso destacou que o texto ainda está sujeito à aprovação da Câmara dos Deputados e do Senado, bem como à sanção presidencial.
Ele lembrou que um texto semelhante foi aprovado em novembro de 2025 como parte do Projeto de Lei Presiq, mas acabou sendo vetado pelo presidente. “Se aprovado no Congresso, acreditamos que é improvável que o texto seja vetado novamente.”
A gigante petroquímica viu sua derrocada acontecer de maneira muito rápida. Ela viveu tempos de muita fartura durante a pandemia do novo coronavírus, num ciclo de alta que perdurou até o final de 2021.
A crise sanitária, que paralisou o mundo, trouxe uma vantagem inesperada para o setor: a demanda por insumos para máscaras, seringas para vacinas e outros produtos de PVC explodiu, mantendo a indústria operando a todo vapor.
No entanto, a bonança não durou para sempre. Quando o mundo começou a voltar ao normal, em 2022, o cenário mudou drasticamente.
O fervor por insumos petroquímicos começou a cair, e a Braskem se viu, junto com toda a indústria global, inserida em um superciclo de baixa, com sobreoferta de resinas plásticas. Quem contribuiu para o cenário de sobreoferta massiva foi a China.
Acontece que este ciclo ruim já se estende há anos — e os analistas seguem revisitando as perspectivas, adiando cada vez mais as previsões de recuperação.
Na avaliação da Fitch Ratings, é possível que um ponto de inflexão na indústria petroquímica venha apenas entre o fim de 2028 e o início de 2029.
Com informações do Money Times
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