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Camille Lima

Camille Lima

Jornalista formada pela Universidade Municipal de São Caetano do Sul (USCS), em 2025 foi eleita como uma das 50 jornalistas mais admiradas da imprensa de Economia, Negócios e Finanças do Brasil. Já passou pela redação do TradeMap. Hoje, é repórter de bancos e empresas no Seu Dinheiro. A cobertura atual é majoritariamente centrada no setor financeiro (bancos, instituições financeiras e gestoras), em companhias maiores listadas na B3 e no mercado de ações.

RALI AINDA NÃO ACABOU

Ainda tem fôlego? Por que a Eneva (ENEV3) virou a ação favorita do Itaú BBA mesmo após um rali de quase 100%

O banco elevou preço-alvo para as ações ENEV3 e vê gatilhos capazes de destravar valor mesmo após a forte alta recente; o que está por trás do otimismo?

Camille Lima
Camille Lima
15 de janeiro de 2026
15:42 - atualizado às 13:40
Gráfico azul. com fundo preto e o logo da Eneva ao lado esquerdo
Imagem: Canvas/ Montagem: Seu Dinheiro

Depois de um rali acelerado nos últimos meses, com ganhos de quase 100% em um ano, a pergunta que começou a ganhar força entre os investidores é: a Eneva (ENEV3) ainda tem fôlego para ir além? Para o Itaú BBA, a resposta é sim.

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O banco elegeu a companhia como sua top pick para 2026 e elevou o preço-alvo da ação para R$ 23,80 até o fim de 2026 — um salto significativo frente à projeção anterior, de R$ 16,50 para dezembro de 2025 —, o que implica em uma valorização potencial de 11,8% em relação ao último fechamento. 

Na leitura do Itaú BBA, a Eneva apresenta uma combinação de gatilhos claros de curto prazo com fundamentos estruturais que seguem jogando a favor. 

“Acreditamos que a Eneva reúne dois atributos-chave que buscamos após a recente alta do setor de utilities: fortes vetores de crescimento de resultados e gatilhos de curto prazo capazes de destravar valor relevante para os acionistas”, afirmam os analistas, em relatório. 

Por trás do otimismo com a Eneva (ENEV3) 

O principal motor dessa virada de chave na tese é o Leilão de Reserva de Capacidade (LRCAP 2026), que é visto pelo banco como um evento praticamente sem paralelo para a Eneva. 

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Em um sistema elétrico cada vez mais pressionado pela transição energética, pelo avanço da inteligência artificial e pela necessidade de flexibilidade operacional, a capacidade de resposta rápida virou um ativo valioso no mercado.  

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E é justamente aí que a Eneva (ENEV3) aparece com vantagem competitiva. 

Segundo o Itaú BBA, a companhia se antecipou ao mercado ao investir previamente na reserva de capacidade de fabricação de turbinas. Isso coloca a empresa alguns passos à frente dos concorrentes no leilão previsto para março de 2026, permitindo a apresentação de propostas mais agressivas para projetos greenfield

Se o desenho final do leilão se confirmar conforme esperado, os analistas estimam que a Eneva pode destravar até R$ 6,70 por ação em valor adicional, apenas com os projetos que já estão no radar do banco.  

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Quando a chuva não ajuda, a térmica agradece 

Mas não é só o leilão que sustenta o otimismo. O clima também entrou com força nas contas do Itaú BBA. 

 O Brasil se prepara para um período chuvoso extremamente difícil em 2026, com projeções de níveis baixos para a recomposição dos reservatórios. 

Menos água significa maior dependência de geração térmica — e, nesse cenário, a Eneva tende a assumir um papel central. 

“Como essa época do ano é determinante para a dinâmica de preços de curto prazo, esperamos que a Eneva seja chamada a despachar seus ativos durante a maior parte do ano, impulsionando os resultados diante da expectativa de chuvas fracas”, preveem os analistas. 

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O banco revisou suas estimativas operacionais e agora trabalha com um despacho médio próximo de 90% no Complexo Parnaíba ao longo de 2026 — um nível elevado mesmo quando comparado aos padrões históricos. 

Na prática, isso se traduz em margens variáveis robustas, maior geração de caixa e revisões positivas nas projeções de lucro para a Eneva, impulsionadas pela necessidade crescente de energia térmica flexível para garantir a estabilidade do sistema elétrico. 

Valuation: ainda há valor na mesa para a Eneva? 

Mesmo após a forte alta recente, o Itaú BBA avalia que a ação da Eneva ainda não parece cara. No cenário-base, que incorpora a renovação dos ativos elegíveis no leilão e o desenvolvimento do projeto Celse 2, a ação negocia com uma taxa interna de retorno (TIR) real implícita em torno de 11%. 

E o cenário pode melhorar. Caso a companhia avance em frentes adicionais — como Jandaia, a recontração da CGTF e o terminal de FSRU no Ceará —, a TIR estimada sobe para mais de 13,5%, levando o preço-alvo a R$ 27,50 por ação. 

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Nesse contexto, a Eneva passaria a figurar entre as utilities com os retornos mais atrativos do setor, na avaliação do banco. 

"Com fundamentos favoráveis a um maior despacho térmico no curto prazo e eventos que podem elevar significativamente o valuation da companhia, acreditamos que a Eneva tem potencial para voltar a superar de forma consistente seus pares”, escreveram os analistas. 

Para o Itaú BBA, a Eneva reúne hoje o melhor de dois mundos para os alocadores de capital: catalisadores visíveis no curto prazo e um pano de fundo macroeconômico que favorece sua operação.  

"Reiteramos nossa visão da companhia como a ação para se ter em 2026", afirma o banco. 

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