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A operação acabou saindo no piso do intervalo reduzido horas antes pelo banco, a US$ 12, de acordo com a Bloomberg
Quem já tentou embarcar em um voo internacional com excesso de bagagem sabe: ou você paga uma fortuna em taxas, ou começa a abrir a mala ali mesmo, no meio do saguão, para deixar o que não é essencial para trás. Pois o Agibank acaba de passar por essa cena no balcão de check-in da Nyse, a bolsa de valores de Nova York.
Para garantir um assento no voo rumo a Wall Street nesta terça-feira (10), o banco teve que despachar os planos de grandeza e seguir viagem com o que cabia na bagagem de mão: a oferta, que inicialmente mirava uma captação US$ 828 milhões, acabou sendo concluída por US$ 240 milhões, segundo a Bloomberg — menos da metade do planejado.
Horas antes da operação, o Agibank reduziu o preço pedido e cortou quase toda a estrutura da oferta inicial de ações (IPO). Com isso, a faixa indicativa, que antes oscilava entre US$ 15 e US$ 18, caiu para um intervalo entre US$ 12 e US$ 13 — e acabou saindo no piso (US$ 12).
Mas a redução de bagagem não parou por aí. A estrutura da mala mudou, de acordo com a agência:
Se o clima lá fora já estava hostil para as techs, o Agibank ainda teve que lidar com o excesso de bagagem deixado pelo PicPay.
O PicPay até estreou bem na Nasdaq, mas as ações derreteram cerca de 20% desde o IPO, em meio à turbulência que apagou quase US$ 1 trilhão em valor de mercado das empresas de software diante do temor do impacto do avanço da inteligência artificial (IA).
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Vale lembrar que o IPO do PicPay foi o primeiro de uma empresa brasileira nos EUA em quatro anos, e levantou US$ 434 milhões na oferta.
Além disso, houve um questionamento sobre o modelo de negócio do Agibank. Embora se posicione como um banco digital, o Agibank é um gigante do crédito consignado, com 9% de market share no INSS.
Para os analistas em Nova York, a dúvida era se esse chapéu de financeira tradicional combinava com o figurino tecnológico que o banco queria vestir.
Apesar dos percalços e de ser a segunda tentativa do Agibank de se listar — a primeira foi barrada pela greve dos caminhoneiros em 2018 —, o fundador Marciano Testa mantém o plano de voo.
O objetivo é ousado: atingir R$ 100 bilhões em carteira de crédito até 2030 e quebrar a marca de R$ 1 bilhão em lucro líquido em 2025.
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O balanço da companhia foi aprovado sem ressalvas pela auditoria da KPMG; no entanto, houve o registro de uma “incerteza relevante relacionada com a continuidade operacional da companhia”.
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