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Com o mundo mais turbulento e eleições no segundo semestre, sustentar o dólar em patamares baixos será um desafio
Depois de ver o dólar a R$ 6,30 há cerca de dois anos, a atual cotação abaixo de R$ 5 parece até miragem: se piscar, o preço desaparece da tela e já era. Mas será que esse novo patamar da taxa de câmbio é tão frágil assim?
O real tem conseguido sustentar sua valorização nos últimos dias. O dólar comercial fechou abaixo de R$ 5 em cinco pregões seguidos. Em um desses dias, inclusive, a moeda norte-americana fechou em alta, mas não ultrapassou a fronteira dos R$ 5.
Em relatório, analistas da XP afirmam que esse preço do dólar hoje, abaixo dos R$ 5, pode perdurar — mas há algumas condições para esse cenário se sustentar no curto e médio prazo.
Os analistas traçaram três cenários que eles consideram possíveis nos próximos meses, trabalhando com gatilhos diferentes, de sustentação e rompimento do preço do dólar do patamar atual.
Depois de ser uma das moedas emergentes que mais perdeu valor em 2024 — quando se desvalorizou ao ponto de o dólar chegar a R$ 6,30 —, o real viveu uma virada significativa de tese a partir de meados de 2025.
A moeda brasileira ganhou força, acompanhando um movimento mais amplo de enfraquecimento do dólar no mundo.
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Segundo a XP, isso não aconteceu porque o Brasil resolveu os seus problemas e se tornou um país mais atrativo. A mudança veio porque o cenário global mudou.
Investidores passaram a questionar o dólar como porto seguro absoluto para o dinheiro, especialmente após episódios de instabilidade política e econômica com Donald Trump como presidente dos Estados Unidos.
Ao mesmo tempo, parte do dinheiro que antes ficava concentrada em ações e outros investimentos nos EUA passou a buscar outros caminhos — e os mercados emergentes se apresentaram como uma opção atrativa.
Nesse movimento, o Brasil acabou beneficiado: exporta commodities, tem um mercado financeiro grande e líquido e está relativamente distante dos principais conflitos geopolíticos recentes (Irã x EUA, Rússia x Ucrânia e Israel x Palestina).
Com isso, o real se valorizou e o dólar perdeu o patamar dos R$ 5,00 — o menor nível desde março de 2024.
A grande questão é: até onde vai esse enfraquecimento do dólar globalmente? É algo de curto, médio ou longo prazo?
Este é o cenário-base da XP, considerado o mais provável no momento.
Aqui, a lógica é simples: se os investidores globais continuarem menos interessados em dólar e seguirem diversificando para fora dos Estados Unidos, o real tende a continuar relativamente forte.
Nesse ambiente, o Brasil continua recebendo fluxo de capital estrangeiro e se beneficiando de preços mais altos nas principais commodities de exportação, como petróleo e alimentos.
A XP projeta o dólar perto de R$ 5,30 no fim de 2026, mas com viés de baixa.
Não é uma aposta em dólar despencando, mas também não é um retorno aos patamares de estresse do passado recente. É o cenário “dólar mais baixo por mais tempo”, sem euforia.
Neste segundo cenário a tese global continua a mesma, mas a tese local piora.
Aqui, o ambiente externo segue relativamente favorável (investidores globais saindo dos EUA e do dólar), mas os fatores domésticos passam a pesar mais.
Conforme o pleito eleitoral ganha mais espaço e importância no noticiário, assuntos como aumento da incerteza fiscal, dúvidas sobre o controle das contas públicas e ruídos políticos podem criar mais volatilidade e aversão a investimentos no país.
Nesse contexto, mesmo com um dólar globalmente mais fraco, o real pode perder força. Os investidores podem exigir mais prêmio para ficar no país, e o câmbio refletiria esse receio.
O resultado seria um dólar acima do cenário-base, ainda distante dos piores momentos de 2024. A XP não determina uma taxa de câmbio específica, mas seria acima de R$ 5,30 e abaixo de R$ 6.
O terceiro cenário é o mais otimista.
Nele, a rotação global para mercados emergentes se intensifica, o dólar continua perdendo força internacionalmente e o Brasil consegue manter um ambiente doméstico relativamente estável — o que é um desafio, dada a agenda eleitoral do segundo semestre.
Se esse conjunto se confirmar, a XP avalia que o real pode se valorizar além do esperado, sustentando o dólar abaixo de R$ 5.
Não seria um movimento comum, nem garantido, mas possível se o vento externo continuar soprando forte a favor e o Brasil não criar tempestades próprias.
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