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Metais preciosos e industriais ganham força com IA, carros elétricos e tensões geopolíticas — mas exigem cautela dos investidores
A maior parte da tabela periódica é formada por metais — e eles podem ter um espacinho na sua carteira de investimentos. Os símbolos Au (ouro), Ag (prata), Cu (cobre), Pd (paládio), Pt (platina) e Ir (irídio) não precisam estar apenas nas aulas de química: esses materiais são usados em joias, tecnologias sustentáveis, na indústria automotiva, em telas, chips de computador e mais.
E é possível investir nesses ativos, sem precisar chegar perto de uma mina ou ainda deter o metal físico. ETFs e ações de mineradoras são algumas das maneiras de carregar um pouco desses elementos no bolso.
A expansão da inteligência artificial, as disputas por terras raras e o desenvolvimento de carros elétricos impulsionam a demanda por esses metais. Além disso, o ouro é conhecido como ativo de segurança e, por isso, tem disparado nos últimos tempos.
No entanto, especialistas aconselham cautela. Confira todas as maneiras de investir e as recomendações dos analistas nesta matéria, escrita pela editora Carolina Gama e pela repórter Larissa Bernardes.
Quem achou que o rali do Ibovespa estava perto do fim errou feio. É recorde atrás de recorde. Na sexta-feira, o principal índice da B3 encerrou o pregão aos 178,8 mil pontos, com alta de 1,86%.
Durante a sessão, o Ibovespa chegou a encostar nos 180 mil pontos, renovando a maior marca nominal intradia da história. No acumulado da semana, a valorização foi de 8,53%.
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Já nesta segunda-feira, os investidores se preparam para a primeira Super Quarta do ano, quando o Federal Reserve (Fed, banco central norte-americano) e o Comitê de Política Monetária (Copom) decidirão os juros nos EUA e no Brasil.
Nos dois casos, a expectativa é de manutenção das taxas, com perspectiva de queda em março. Ainda é esperado que o sucessor de Jerome Powell na liderança do Fed seja anunciado na ocasião.
Os investidores locais acompanham hoje dados da Confiança do Consumidor da FGV e o Boletim Focus, enquanto calibram as expectativas para a divulgação do IPCA-15 de janeiro nesta semana, além de indicadores fiscais e do mercado de trabalho. Já no exterior, o dia conta com balanços das big techs.
As tensões geopolíticas também seguem agitando os mercados. Dessa vez, Donald Trump apontou sua metralhadora tarifária para o Canadá, ameaçando taxar o país em 100% caso avance em um acordo com a China.
E não é só isso: temores de uma nova paralisação voltaram ao radar dos investidores em meio ao aumento dos conflitos da população contra agentes de imigração em Minneapolis. Esses embates podem fazer com que os democratas se recusem, novamente, a votar o Orçamento, exigindo mudanças nas provisões para segurança nacional.
Em meio a tudo isso, as bolsas da Ásia fecharam o pregão de hoje sem direção. O clima é semelhante na Europa, com os mercados amanhecendo sem um sinal único.
Já Wall Street começa o dia no vermelho, com os índices futuros de Nova York em queda.
COMPRAR OU VENDER?
Vale (VALE3): BofA projeta números recordes até 2030 e destaca dividendos robustos. Com recomendação de compra, o Bank of America destaca o valuation descontado da mineradora e a meta de aumentar sua produção nos próximos anos.
FORA DO CONSENSO
Santander diz que o mercado minimiza os riscos do Banco do Brasil (BBAS3) e ignora outras boas ações; veja quais. Relatório do Santander destaca ações fora do consenso e aponta onde o mercado pode estar errando na precificação.
CERVEJA EM BAIXA
Mais espuma no copo: mudança no comando da Heineken reacende debate sobre operação no Brasil. Queda do consumo e pressão sobre margens levantam dúvidas sobre o ritmo de expansão da cervejaria no país.
E DÁ-LHE TARIFA
Trump vs. Canadá: como um possível acordo com a China aumentou a tensão entre os países vizinhos. O presidente dos EUA acusa o primeiro-ministro Mark Carney de transformar o país vizinho em um “porto de entrada” para produtos chineses.
TECNOLOGIA
IA no sistema financeiro: investimentos recordes e o desafio do Banco Central de regular sem travar a inovação. Avanço da inteligência artificial eleva investimentos e pressiona debate sobre governança, riscos sistêmicos e atuação do Banco Central.
DO FGC AO BRB
Crise de liquidez, não fraude: a versão de Daniel Vorcaro sobre o colapso do Banco Master — e o impacto para o BRB. Em depoimento à PF, controlador diz que o banco sempre operou ancorado no FGC, com ciência do BC, e que a crise de liquidez começou “quando a regra do jogo mudou”.
A CORRIDA MUDOU
Quem tem fôlego no novo ciclo de crédito? Fitch revisa ratings de bancos e eleva nota do BTG Pactual; saiba quem ficou para trás. Para analistas, com menos impulso do macro, desempenho passa a depender cada vez mais da gestão de cada banco; veja as novas perspectivas.
AQUISIÇÕES
Sabesp (SBSP3) assume controle da Emae e prepara oferta pública para comprar mais ações. Nova controladora levará à CVM o pedido de OPA e prevê mudanças na estrutura administrativa da Emae.
DEPOIS DO RALI
Alpargatas (ALPA4) dispara 120% na B3 em um ano — e pode ir além. BofA eleva recomendação das ações da dona da Havaianas. Os analistas veem três fatores que sustentam a visão positiva para a dona da Havaianas; confira.
NO RADAR DOS ANALISTAS
Preço baixo e retorno alto: por que a XP recomenda a compra deste fundo imobiliário. Fundo imobiliário negocia com 15% de desconto e pode se beneficiar da retomada dos FIIs de tijolo.
PIONEIRO DO LOW COST
Fundador da Gol (GOLL54), Constantino Junior morre aos 57 anos. Segundo a imprensa, o empresário estava internado em um hospital da capital paulista e enfrentava um câncer havia alguns anos.
BILIONÁRIOS
Bilionários estão se preparando para o fim do mundo — e isso pode ser um grande problema. Segundo o cofundador do Linkedin, a maioria dos super-ricos já possui alguma espécie de ‘seguro contra apocalipse’.
HÁ TRÊS DÉCADAS
O dia em que um experimento meteorológico quase terminou em guerra nuclear completa 31 anos. 25 de janeiro de 1995 por pouco não impediu que o Brasil fosse pentacampeão mundial de futebol, entre outros acontecimentos das últimas três décadas.
67 ANOS DE BOSSA NOVA
Dia Nacional da Bossa Nova: além de Ipanema, os endereços para reviver a história do gênero no Rio de Janeiro. Conheça os cenários onde a história da bossa nova foi escrita – e os lugares para celebrá-la ainda hoje.
PARA QUEM BUSCA UMA VAGA
Prouni 2026 abre inscrições hoje: confira o passo a passo e o que acompanhar na seleção. Programa oferece mais de 394 mil bolsas em universidades particulares; inscrições vão até 29 de janeiro pelo portal Acesso Único.
É OBRIGATÓRIO!
Quem não planta, não mora: Cidade condiciona construção de novas casas a manutenção de horta. O “projeto Almere Oosterwold”, nos arredores de Amsterdã, busca uma alternativa ao planejamento urbano tradicional.
POR QUE LER?
Como pensam os brasileiros? Novo livro de Felipe Nunes reflete valores e contradições de um “Brasil no Espelho”. Lançamento de diretor da Quaest vira o ‘talk of the town’ ao ‘chocar, causar e importunar’ com pesquisa inédita sobre a sociedade brasileira.
O ambiente de incerteza já pressiona diversos ativos globais, contribui para a elevação dos rendimentos de títulos soberanos e amplia os riscos macroeconômicos
Depois de quase cinco anos de seca de IPOs, 2026 pode ver esse cenário mudar, e algumas empresas já entraram com pedidos de abertura de capital
Esta é a segunda vez que me pergunto isso, mas agora é a Inteligência Artificial que me faz questionar de novo
São três meses exatos desde que Lando Norris confirmou-se campeão e garantiu à McLaren sua primeira temporada em 17 anos. Agora, a Fórmula 1 está de volta, com novas regras, mudanças no calendário e novidades no grid. Em 2026, a F1 terá carros menores e mais leves, novos modos de ultrapassagem e de impulso, além de novas formas de recarregar as […]
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