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A Equatorial decepcionou quem estava comprado na ação para receber dividendos. No entanto, segundo Ruy Hungria, a força da companhia é outra; confira
O livro Tesoro de la Lengua Castellana o Española, de 1611, é o primeiro dicionário unicamente em espanhol. O autor Sebastián de Covarrubias levou cinco anos para finalizar a obra, cujo objetivo era estudar a origem e a etimologia do idioma.
E é esse livro que traz o registro escrito mais antigo da expressão "comprar gato por lebre", bastante usada na Península Ibérica, principalmente em épocas de crise.
Isso porque a carne de lebre era vista como mais nobre, enquanto a de gato não tinha o mesmo prestígio. Já cortadas em um açougue, no entanto, há pouca distinção entre as duas.
Quando a Equatorial (EQTL3) anunciou, ontem (26), que decidiu cortar os dividendos obrigatórios, de 25% para 1% do lucro líquido, os acionistas reagiram com mau humor. As ações caíram 5%, já que muitos acharam que tinham comprado gato por lebre.
Estavam comprados na ação por uma expectativa de receber uma renda passiva, assim como é comum em outras empresas do setor de energia.
Mas o colunista do Seu Dinheiro Ruy Hungria explica que a Equatorial nunca foi uma boa pagadora de dividendos (com exceção de 2025, o yield dos últimos dez anos nunca superou 3,6%).
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A empresa prefere usar seu lucro para reinvestir no negócio, principalmente em aquisições. E foi assim que ela cresceu a taxas bem maiores que o mercado. Veja o que move a tese nesta coluna aqui.
Wall Street amargou mais um dia no vermelho ontem, em meio ao conflito entre Estados Unidos e Irã. Os índices de Nova York não ganharam tração nem mesmo após o presidente Donald Trump adiar o ataque a infraestruturas de energia de Teerã e afirmar que os governos vão se reunir hoje para negociar um acordo.
O problema é que o Irã vem negando repetidamente qualquer diálogo com os EUA. Em meio às incertezas, as bolsas norte-americanas registraram quedas de mais de 1%. O destaque negativo foi a Nasdaq, que recuou 2,38%.
Nesta sexta-feira (27), os mercados vão seguir no modo cautela, arrastados por mais um dia de alta nos preços do petróleo. Na Ásia, os principais índices da região fecharam o pregão de hoje sem uma direção única.
Já na Europa, as bolsas até começaram a sessão em alta, mas logo reverteram os ganhos, indicando um novo dia de dificuldades. Em Wall Street, o clima não é diferente, com os futuros de Nova York amanhecendo em queda.
Por aqui, o Ibovespa vai tentar uma recuperação após perder 1,42% no pregão de ontem. Além do peso dos conflitos no Oriente Médio, os participantes do mercado nacional estarão de olho na divulgação do IGP-M, índice de preços do atacado e da construção, e a taxa de desemprego, que indica a situação do mercado de trabalho.
NOVA ESTRUTURA
A nova aposta do Bradesco (BBDC4): como nasce a BradSaúde e o que muda no grupo segurador. Nova estrutura separa operações e cria uma “máquina” dedicada a um dos segmentos mais promissores do grupo; veja o que muda na prática.
MENOR E MAIS LEVE
Americanas (AMER3) sai da recuperação menor e com foco em lojas físicas; ela tem forças para correr atrás da concorrência? Enquanto ela olhava para dentro de seu negócio, as concorrentes se movimentavam. Agora, ela precisará correr se quiser se manter como uma competidora relevante no jogo do varejo brasileiro.
O MOTOR DO PREGÃO
Petrobras (PETR4) descobre novo poço, mas rali vem de fora e puxa petroleiras em bloco na bolsa. Movimento do dia vai além do noticiário da estatal — e ajuda a explicar o comportamento do setor.
IMERSÃO MONEY TIMES
Como o Magazine Luiza (MGLU3) conseguiu lucrar mais com IA do que a dona do ChatGPT e o próprio Google? Em participação no Imersão Money Times, em parceria com a Global X, Caio Gomes, diretor de IA e dados do Magalu, explica quais foram as estratégias para adoção da tecnologia na varejista.
FII EXPERIENCE 2026
FIIs de shopping centers estão com os dias contados? Gestores dizem que não — e a reforma tributária é um dos motivos. Durante evento FII Experience, gestores dizem que o mercado ainda não percebeu os valores patrimoniais desses ativos, que seguem descontados na bolsa.
IMERSÃO MONEY TIMES
“Para quem estava com medo da bolha em IA, agora é hora de entrar”: tensão global derruba ações e abre ponto de entrada. Em painel do evento Imersão Money Times, especialistas apontaram que a correção recente no mercado de IA abriu espaço para novos investimentos; veja como se expor.
RETORNO AO ACIONISTA
Dividendos à vista: Hypera (HYPE3) anuncia R$ 185 milhões em JCP e conclui aumento de capital. Data de corte se aproxima enquanto caixa turbinado muda o jogo para quem pensa em investir na ação da farmacêutica.
PROVENTOS NO RADAR
Acionista da Copel (CPLE3) vai encher o bolso? BTG calcula bolada em dividendos e diz o que fazer com as ações. Projeções de proventos ganham fôlego com revisão do banco; veja o que muda para o investidor.
AINDA DÁ TEMPO
Atraso na regulamentação do novo ITCMD em SP abre última janela de oportunidade para planejar herança por meio de doação em vida. Estados precisam aprovar lei ordinária para as regras da reforma tributária passarem a vigorar — mas nenhum deles fez isso ainda.
QUEM LEVA ESSA?
Na mira do dinheiro gringo: Goldman elege o Brasil entre emergentes e revela as ações para lucrar. Apesar da fuga de US$ 44 bilhões dos emergentes, país atrai capital e pode se beneficiar quando o cenário virar; veja onde investir, segundo o banco.
RESULTADOS PRESSIONADOS
JBS (JBSS32) encara custos altos no gado e no milho, mas ainda é preferida do BTG no setor; entenda o que move a ação. A JBS ainda considera que o cenário de oferta de gado nos EUA seguirá difícil em 2026, com o boi se mantendo caro para os frigoríficos devido à baixa no ciclo pecuário.
AUXÍLIO-AUXÍLIO
STF veta auxílio-moradia, auxílio-panetone, auxílio-peru e auxílio-iPhone, mas a lista de penduricalhos agora vetados prima pela criatividade. Decisão do STF limita verbas indenizatórias, suspende auxílios e tenta conter supersalários, embora preserve margem para penduricalhos na magistratura.
A FORÇA DELAS
Empreendedorismo feminino dispara e bate recorde na abertura de negócios em 2025, diz levantamento. Mulheres já lideram mais de 2 milhões de novos negócios no Brasil, mas desigualdade ainda persiste.
DANOS SOB CONTROLE
De vilão a herói: juros altos devem reduzir o impacto do preço do petróleo na inflação do Brasil, diz Galípolo. O presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, acredita que o Brasil está bem posicionado para possíveis impactos da guerra no Irã.
PESQUISA ATLASINTEL/BLOOMBERG
STF, Congresso e governo Lula estão envolvidos com o escândalo do Banco Master? Mais da metade dos brasileiros acredita que sim. Investigações do caso Master continuam e brasileiros suspeitam dos Três Poderes, indica pesquisa; confira os números.
ENTRE A CRUZ E A ESPADA
Selic com freio de mão puxado? A mensagem do IPCA-15 e das projeções de inflação do BC sobre o corte de juros. O IPCA-15 de março, o relatório trimestral do BC e o conflito no Oriente Médio dão sinais aos investidores sobre o que esperar na próxima reunião do Copom; confira.
UM ATIVO, UMA INQUILINA
Vinci Logística (VILG11) quer pagar R$ 56,1 milhões pelo único ativo de outro FII de logística; entenda a operação. O empreendimento está localizado em Pernambuco e, atualmente, é ocupado por apenas uma inquilina.
VAI DECOLAR PARA LONGE
Adeus, Gol (GOLL54): empresa vai sair da bolsa nesta sexta-feira e tem data para ser extinta; relembre a ‘novela’ da companhia. Após a recuperação judicial nos Estados Unidos, quase fusão com a Azul e OPA, a companhia vai voar para longe da bolsa.
MÚSICA BRASILEIRA
Marisa Monte, Djavan e mais: confira os indicados ao Prêmio BTG Pactual da Música Brasileira 2026. Cerimônia no BTG Pactual Hall marcou início das celebrações da 33ª edição da premiação, com shows de Ney Matogrosso e Zé Ibarra em homenagem a música e legado de Cazuza.
ESTÁ NA LEI
Empresas ganham mais tempo para publicar relatório de transparência salarial obrigatório; veja o novo prazo. O documento está disponível para download desde 20 de março, por meio do portal Emprega Brasil.
VERDADEIRO TESOURO
Depois de provocar a primeira crise financeira dos EUA e passar 131 anos no fundo do mar, barra de ouro de quase 30kg vai ser vendida em pedaços a quem tiver pouco mais de R$ 20 mil na mão. A barra Eureka é um tijolo de ouro de 29kg que estava a bordo de um navio que naufragou em 1857 na costa dos EUA.
ADEUS, PENNY STOCK
Marisa (AMAR3) recebe enquadro da B3 por ação abaixo de R$ 1, e avalia fazer grupamento; presidente do conselho renuncia. Com papéis na casa dos centavos, varejista tem prazo para reagir; saída de presidente do conselho adiciona pressão.
REESTRUTURAÇÃO EM CURSO
Casas Bahia (BHIA3) dá novo passo na virada financeira e levanta R$ 200 milhões com FIDC de risco sacado. Após reduzir alavancagem, varejista busca agora melhorar a qualidade do funding; entenda.
SAIU DO FUNDO DO POÇO?
Americanas (AMER3) pede fim da recuperação judicial, vende Uni.Co e reduz prejuízo em mais de 90%. A Americanas estava em recuperação judicial desde a revelação de uma fraude bilionária em 2023, que provocou forte crise financeira e de credibilidade na companhia. Desde então, a empresa fechou lojas, reduziu custos e vendeu ativos.
CHEFS NO MENU
Fábrica de Chefs se aproxima da primeira edição em São Paulo: conheça os chefs participantes. Evento destacado na gastronomia nacional estreia na capital paulista com expoentes da cozinha nacional e internacional; conheça quatro personalidades no line-up do evento.
O conflito acaba valorizando empresas de óleo e gás por dois motivos: a alta da commodity e a reprecificação das próprias empresas, seja por melhora operacional, seja por revisão de valuation. Veja como acessar essa tese de maneira simples
O Grupo Pão de Açúcar pode ter até R$ 17 bilhões em contas a pagar com processos judiciais e até imposto de renda, e valor não faz parte da recuperação extrajudicial da varejista
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O foco dos investidores continua concentrado nas pressões inflacionárias e no cenário internacional, em especial no comportamento do petróleo, que segue como um dos principais vetores de risco para a inflação e, por consequência, para a condução da política monetária no Brasil
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