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Entenda a jornada que traz dinheiro estrangeiro para fundos imobiliários brasileiros, e se vale a pena seguir o mesmo caminho em busca da melhor rentabilidade

Quando Dorothy chega à terra de Oz, ela precisa seguir a estrada de tijolos amarelos para encontrar o grande mágico na Cidade das Esmeraldas. A Bruxa Boa do Norte a orienta no começo do caminho, mas a partir de então está por conta própria.
A protagonista passa por diversas aventuras e encontra companheiros que a ajudam na jornada. Cada um deles, como o Espantalho, Homem de Lata e Leão, tem seu próprio desejo íntimo, que irá levar para uma audiência com o mágico.
Para o investidor pessoa física, às vezes buscar pela melhor rentabilidade é mais complexo; não há um caminho único e bem-sinalizado para isso.
Nos últimos tempos, o capital estrangeiro que entrou no Brasil diversificou além de ações e da renda fixa, chegando aos fundos imobiliários. Mas esse gringo não investe comprando cotas na bolsa de valores.
Esse trajeto começa com a formação de índices globais de mercado: carteiras teóricas que juntam os ativos mais relevantes de um certo segmento.
Mas você não precisa ficar ansioso, como o Leão do mundo de Oz: a repórter Dani Alvarenga dá o caminho das pedras, ou melhor, a estrada de tijolos amarelos de como esses FIIs brasileiros chegam no bolso dos estrangeiros, e diz se vale a pena trilhar a mesma jornada. Confira nesta matéria.
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Se você esteve atento às últimas manchetes envolvendo o Allianz Parque e o Nubank, certamente você deve ter esbarrado pelo termo “naming rights”, que na tradução literal nada mais é do que “direitos de nome”.
Estádios, teatros, casas de shows e até estações de metrô já tiveram seus nomes comprados por marcas como parte de uma estratégia de marketing. Mas por que, afinal, as empresas investem milhões anualmente “apenas” por um nome?
No Seu Dinheiro Explica desta semana, a repórter Giovanna Figueiredo revela os pormenores da indústria bilionária dos naming rights e o que as marcas ganham com isso. Detalhe: a resposta tem tudo a ver com o seu inconsciente. Entenda mais sobre o assunto assistindo ao SD Explica completo.
Sabe aquele ditado famoso, "o barato sai caro"? Essa sabedoria popular não se aplica apenas a decisões domésticas, mas também serve de alerta para os investidores que olham apenas para a relação entre o preço da ação e o lucro.
Às vezes, não há nada mais caro do que uma ação barata.
Depois de diversos resultados decepcionantes e problemas com inadimplência, a ação do Banco do Brasil é negociada com bastante desconto em relação a outros bancos brasileiros.
Mas o colunista do Seu Dinheiro, Ruy Hungria, faz um alerta para quem pensa em aproveitar a oportunidade para comprar barato. Confira aqui.
A mão que afaga é a mesma que apedreja, e os mercados estão sentindo o ditado na pele. Se ontem a reunião entre os presidentes dos EUA e da China animou o pregão, é ela que azeda o humor dos investidores hoje.
Sem resultados concretos — embora Donald Trump tenha dito que “fechou ótimos acordos” —, as bolsas asiáticas fecharam em baixa nesta sexta-feira (15), com o índice sul-coreano Kospi tombando após tocar uma nova máxima intradiária.
A ausência de resultados no encontro entre Trump e Xi Jinping levou os holofotes a recaírem sobre o impasse no Oriente Médio e a pressão inflacionária que o conflito vem colocando nas economias globais.
Nesta manhã, os preços do petróleo voltaram a ganhar fôlego, com os contratos futuros do Brent chegando a subir mais de 2,80%.
Já na Europa, os mercados amanhecem no vermelho, em meio a preocupações com a inflação regional.
Em Wall Street, os índices futuros de Nova York também indicam um dia de perdas por lá, enquanto os investidores aguardam a publicação de dados de produção industrial dos Estados Unidos.
Além disso, os participantes do mercado digerem o IPO da Cerebras Systems, que ganhou o posto de maior oferta pública inicial até agora neste ano.
Já o Ibovespa, que fechou o pregão de ontem com alta de 0,72%, aos 178.366 pontos, encerra a semana acompanhando os números do setor de serviços no Brasil, um dos principais motores da economia doméstica.
LARGOU O CARRINHO
Pão de Açúcar (PCAR3) amarga prejuízo bilionário no 1T26, mas o mercado está de olho em outro ingrediente. A companhia reportou um prejuízo líquido de R$ 1,347 bilhão entre janeiro e março — um salto dramático em relação aos R$ 93 milhões perdidos um ano antes.
BALANÇO
Nubank frustra expectativas com alta de 41% do lucro líquido e rentabilidade de 29% no 1T26; ações tombam até 10% em NY. Inadimplência e provisões entram no radar e colocam à prova a principal tese do Nubank: crescer com rentabilidade. Confira os destaques do trimestre.
O QUE ESPERAR?
CEO da Casas Bahia (BHIA3) detalha como quer ter lucro ‘sem depender da Selic’, mas mercado se assusta com prejuízo grande no 1T26. Mesmo após concluir a reestruturação do balanço, o CEO, Renato Franklin, afirmou que a companhia atravessa uma fase de transição e explicou a estratégia daqui para frente.
IR 2026
Pix no imposto de renda: quando precisa declarar e quando ele pode te complicar. Rendimentos tributáveis ou mesmo isentos recebidos via Pix podem precisar ser declarados; saiba em quais situações.
NADA DE PROVENTO GORDO?
Banco do Brasil (BBAS3) fecha a torneira: dividendos extras estão “totalmente descartados” em 2026, diz diretor. Fluxo mais fraco no agro e risco crescente levam BB a reforçar provisões e adotar postura conservadora, afirma o VP de gestão financeira e RI, Geovanne Tobias.
VEJA QUAL É
Oportunidade tática: Itaú BBA recomenda comprar ação que sofreu com efeitos da guerra para buscar até 22% de retorno. Banco sugere alocação em papel que vem sofrendo na bolsa diante dos temores de que a guerra cause uma disparada nos preços de construção. Descubra aqui.
CÉU NUBLADO
O que deu errado para a CVC (CVCB3) e por que a recuperação de uma das maiores franquias do país ainda parece longe do horizonte. Empresa registrou prejuízo líquido e fechou lojas nos primeiros três meses do ano; as ações caíram 11,27% nesta quinta-feira (14). O que os bancos recomendam sobre a companhia?
MAIS SAÚDE PARA A AÇÃO
Alta no Ibovespa: bancão aponta 5 motivos para apostar na Hypera (HYPE3) e corta recomendação de queridinha do mercado. O banco elevou a recomendação de Hypera de neutro, com alto risco, para compra. Veja o que está por trás da revisão.
FOGO, ÁGUA E NEGÓCIOS
Trump e Xi em Pequim: um resumo do que você precisa saber sobre o 1º dia da cúpula que parou o mundo. Os presidentes dos EUA e da China iniciaram nesta quinta-feira (14) a cúpula em Pequim com foco em cooperação econômica e estabilidade; confira os principais pedidos de cada país, do agro ao petróleo, e o duro aviso chinês sobre Taiwan.
AINDA NÃO VIROU
“A gente precisa atravessar”: Banco do Brasil (BBAS3) admite fase mais crítica e tenta ganhar tempo para recuperar rentabilidade. Inadimplência elevada e carteira antiga ainda pesam no balanço, enquanto banco aposta em melhora no segundo semestre.
TOUROS E URSOS #270
A guerra do Irã pode inflar uma bolha no mercado imobiliário? Analista da Empiricus responde — e ainda indica os melhores ativos do setor. Caio Araujo, analista da Empiricus Research, vê riscos para as incorporadoras de média renda, especialmente as muito concentradas em São Paulo. Confira.
ENTENDA QUANDO NEGOCIAR
Desenrola Empresas promete aliviar dívidas — mas nem todo negócio deveria correr para aderir. Programa amplia prazo e crédito para pequenas empresas, mas é preciso fazer cálculos antes de renegociar. Veja aqui.
CRAQUE ALÉM DAS 4 LINHAS?
Cristiano Ronaldo dá passe açucarado para internacionalização da CazéTV com compra de ações da LiveModeTV às vésperas da Copa do Mundo. Após transmitir as Olimpíadas de 2024, CazéTV quer expandir presença internacional e Cristiano Ronaldo entra para construir a jogada.
DE LÍDER A SUPLICANTE
“É o acelerador da decadência americana”: por que o Nobel de Economia Paul Krugman acredita que a China já venceu Trump faz tempo. Em análise ácida, Paul Krugman afirma que Trump jogou fora a vantagem geopolítica dos EUA. Entenda como a China pode usar a fragilidade de Washington para lucrar em setores estratégicos.
REAÇÃO AO RESULTADO
Banco do Brasil (BBAS3): se pode piorar, vai piorar? Balanço acende alerta sobre crédito — e risco agora não está só no agro. Mesmo com resultado em linha no 1T26, mercado vê deterioração se espalhando pela carteira e questiona visibilidade de recuperação. Saiba o que fazer com BBAS3 agora.
COMPLEXO DE DEUS
“Não é uma ameaça”: CEO da Nvidia solta o verbo sobre impacto das IAs no mercado de trabalho e projeções apocalípticas. Jensen Huang afirma que parte dos líderes da tecnologia exagera nas previsões de desemprego causado pela inteligência artificial.
BUSCA DE OPORTUNIDADES
Edge é arma secreta da Compass (PASS3) com alta de preços de combustíveis pela guerra. Com a guerra e o aumento do preço dos combustíveis, a companhia identificou oportunidades de aumentar a rentabilidade e a captura de valor de seu portfólio.
MUITO ALÉM DO CASO YPÊ
Investigada pela morte de 200 animais, fabricante de ração sofre novo revés na Justiça. Justiça mantém suspensa a produção de empresa investigada por ração contaminada; casos foram registrados em todo o Brasil.
BREAKFAST WEEKEND
Só em maio: São Paulo tem cafés da manhã em hotéis e padarias artesanais a partir de R$ 39,90. Breakfast Weekend, maior festival de café da manhã do Brasil, volta a São Paulo com menus temáticos e preços promocionais; veja os estabelecimentos participantes.
UM MUNDO NA TAÇA
Bartenders da Suécia e de Porto Rico são destaque da coquetelaria de SP e de Curitiba neste fim de semana. De 14 a 17 de maio, Michael John (Suécia) e Chris Cheah (Porto Rico) fazem guest bartending no Solara (SP), no Rabo di Galo (SP) e no Testarossa (Curitiba).
ENTENDA
Fundo imobiliário entra em alerta com crise bilionária do Grupo Toky (TOKY3); dona da Tok&Stok representava fatia gorda da receita. O Vinci Logística (VILG11) informou que acompanha os desdobramentos do pedido de recuperação judicial do Grupo Toky, mas que, até agora, está tudo sob controle.
PURA VIDA!
6 lições que o Brasil pode aprender com o país latino mais feliz do mundo. Costa Rica alcança o 4º lugar no ranking global de felicidade e vira case latino-americano de bem-estar.
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