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Wall Street não parou nesta terça-feira (17), encerrando o pregão com alta modesta. Já na B3, o investidor troca a fantasia pelos gráficos e encara a ata do Fed em plena Quarta-feira de Cinzas.
O glitter ainda nem saiu do rosto e o som do surdo mal parou de ecoar, mas o investidor já tem um encontro marcado com a realidade — e ele acontece às 13h de Brasília desta quarta-feira (18), quando a bolsa brasileira volta a operar.
Enquanto o Brasil ainda pensava em quem vai levar o estandarte de ouro, a bolsa de Nova York voltava de um feriado, o Dia do Presidente, celebrado na segunda-feira (16) nos EUA, com ganhos modestos.
O Dow Jones fechou a terça-feira (17) com leve alta de 0,07%, aos 49.553,19 pontos; o S&P 500 subiu 0,10%, aos 6.843,22 pontos; e o Nasdaq teve alta de 0,14%, aos 22.578,38 pontos.
O pregão foi marcado pelo avanço das ações do setor financeiro, como Citigroup e JP Morgan, que subiram 3% e 1%, respectivamente. E sobrou para as empresas de software, que foram castigadas.
O setor de software tem sido atingido por temores de que ferramentas de inteligência artificial possam substituir fornecedores de software específicos do setor. O Seu Dinheiro contou tudo sobre esse movimento em uma matéria especial que você confere aqui.
As ações da ServiceNow recuaram mais de 1%, acumulando perda de 31% em 2026.Autodesk e Palo Alto Networks caíram mais de 2%. Ambas amargam perdas de 23% e 11%, respectivamente, no ano. Salesforce e Oracle caíram cerca de 3% e 4%, e as perdas acumuladas no ano foram de 30% e 20%, respectivamente.
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Entre as ações de tecnologia, o destaque foi para a Apple, que subiu 3,17% após reportagem da Bloomberg revelar planos da empresa de acelerar o lançamento de produtos ligados a inteligência artificial (IA), entre eles colares, AirPods e óculos.
Outro destaque desta terça-feira foi a Warner Bros. Discovery avançou 2,72%, após anunciar votação da fusão com a Netflix (+1,20%) para março e, ao mesmo tempo, reabrir espaço para conversas com a Paramount (+4,94%).
Os gringos também estiveram de olho no petróleo, que terminou a sessão em queda em meio aos sinais de acordo entre EUA e Irã sobre o programa nuclear de Teerã. O Seu Dinheiro também contou essa história aqui.
O entendimento preliminar ajudou ainda na queda dos preços do ouro e da prata. Mas outros fatores também têm contribuído para que os metais preciosos se afastem dos recordes recentes, e a gente explicou tudo para você aqui.
Na Europa, as bolsas fecharam em alta nesta terça-feira (17), amparadas por sinais de possível distensão geopolítica no Oriente Médio e por dados que reforçaram apostas de afrouxamento monetário no Reino Unido.
Em Londres, o FTSE 100 fechou em alta de 0,79%. Em Frankfurt, o DAX subiu 0,82%. Em Paris, o CAC 40 ganhou 0,54%.
Por isso, a reabertura da B3 não será apenas um retorno preguiçoso: será um ajuste de contas — e de preços — com o que aconteceu lá fora enquanto os brasileiros estavam ocupados demais pulando no bloquinho ou curtindo os desfiles das escolas de samba.
Para quem achava que a semana seria de banho-maria, por ser mais curta, pode ser surpreendido. Embora a agenda no Brasil esteja mais calma, lá fora, indicadores importantes podem mudar o rumo das negociações das bolsas globais.
Por aqui, o foco doméstico está no IBC-Br, o indicador do Banco Central que serve como uma prévia do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro e que será divulgado na quinta-feira (19).
A projeção do Bradesco é de retração de 0,6% na comparação mensal, mas ainda com alta de 1,6% em relação ao ano anterior.
O investidor brasileiro deve estar atento também aos dados de arrecadação federal, que podem aparecer ao longo da semana, mexendo com as expectativas fiscais.
Se o Brasil está em ritmo de retomada, os EUA estão a todo vapor. Por lá, a agenda está carregada.
No mesmo dia em que a B3 reabre, os investidores terão que digerir a ata da última reunião do Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americano) e os dados do PCE (índice de preços para gastos pessoais) — a medida preferida do Fed para a inflação — de dezembro, atrasados pela paralisação do governo.
Na sexta-feira (20), a primeira estimativa do PIB deve mostrar o fôlego da economia norte-americana no fechamento de 2025.
No mesmo dia saem os índices de gerentes de compras (PMIs) globais, com maior relevância para a zona do euro.
Na China, as bolsas seguem fechadas devido ao Ano Novo Lunar, o que pode significar menos liquidez nas commodities.
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