Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Larissa Bernardes

Larissa Bernardes

Repórter no Seu Dinheiro, formada em Jornalismo pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP). Possui experiência na cobertura do mercado financeiro em tempo real, economia, política e cenário internacional. Passou por Agência Estado, Safras News, DCM e Record TV.

MERCADOS HOJE

O Taco voltou: investidores ignoram tarifas de Trump — Ibovespa vai às máximas históricas e Nova York também avança

Medida anunciada por Donald Trump havia provocado forte queda na véspera, mas ações de tecnologia e melhora do humor externo sustentam os mercados

Larissa Bernardes
Larissa Bernardes
24 de fevereiro de 2026
13:49
A bordo do Air Force One, Trump aifrmou que Pequim precisa "retomar a compra de soja"
Imagem: Montagem Seu Dinheiro / divulgação Casa Branca/ iStock

Trump sempre amarela ou Taco como ficou conhecida a expressão pela sigla em inglês voltou a ditar o ritmo de negociação nas bolsas aqui e lá fora. Prova disso é que no dia em que as tarifas dos EUA entraram oficialmente em vigor, o Ibovespa renova máxima histórica ao superar os 191 mil pontos, enquanto Nova York também avança.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A partir desta terça-feira (24) passou a valer uma tarifa adicional de 10% aplicadas pelos norte-americanos sobre importações fora das listas de isenção do governo. A notícia seria péssima se não representasse mais um recuo de Trump.

A alíquota de hoje ficou alinhada ao percentual anunciado inicialmente pelo republicano na sexta-feira (20), mas abaixo dos 15% mencionados pelo próprio chefe da Casa Branca no dia seguinte.

Por volta de 13h40, o Ibovespa subia 1,35%, aos 191.406,10 pontos, uma nova máxima intradia.

Os bancos têm recuperação em bloco na sessão após a correção do dia anterior. Petrobras (PETR4) avança mais de 2% na ON e na PN, mesmo com o sinal negativo do petróleo em Londres e Nova York.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

No mercado de câmbio, o dólar à vista recuava 0,44%, a R$ 5,1453, renovando as mínimas da sessão.

Leia Também

Em Wall Street, o Dow Jones dava um salto de 400 pontos, ou 0,63%, enquanto o S&P 500 subia 0,56% e o Nasdaq, 0,86%.

Em Nova York, a sessão está sendo marcada por uma recuperação das empresas de tecnologia, que passaram por uma venda pesada no dia anterior sob temores de que a inteligência artificial (IA) possa acabar com empresas de software tradicionais.

As ações da ADM avançavam 7% após a Meta anunciar um acordo plurianual com a fabricante de chips. Salesforce e ServiceNow subiam 4% e 2%, respectivamente.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O vaivém das tarifas de Trump

Na sexta-feira (20), a Suprema Corte dos EUA decidiu que o presidente não poderia usar uma lei de emergência para aplicar tarifas amplas contra praticamente todos os parceiros comerciais.

Com isso, foram anuladas as chamadas tarifas “recíprocas”, implementadas a partir de abril de 2025, que começaram em 10% e chegaram a níveis mais elevados para alguns países — incluindo uma sobretaxa adicional de 40% sobre diversos produtos brasileiros.

No mesmo dia, a Casa Branca anunciou uma nova tarifa global temporária de 10%, dentro dos limites previstos pela legislação comercial de 1974. No sábado (21), Trump afirmou que o percentual subiria para 15%. Apesar disso, a taxa que efetivamente entrou em vigor nesta terça-feira permaneceu em 10%.

A cobrança começou à meia-noite desta terça-feira, simultaneamente à suspensão das tarifas anteriores anuladas pela Suprema Corte, que variavam de 10% a até 50%.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A medida foi adotada com base na Seção 122 da legislação comercial norte-americana, que permite ao presidente impor tarifas por até 150 dias a todos os países em casos de déficits considerados “grandes e graves” na balança de pagamentos.

A ordem tarifária cita um déficit comercial anual de US$ 1,2 trilhão em bens, déficit em conta corrente próximo de 4% do Produto Interno Bruto (PIB) e a reversão do superávit de renda primária como justificativas para a ação.

A ausência de explicações formais para a manutenção da alíquota menor elevou a incerteza entre empresas e investidores. O Financial Times citou um funcionário da Casa Branca afirmando que a elevação para 15% ainda pode ocorrer posteriormente.

Como as tarifas afetam o Brasil

O Brasil está entre os países atingidos pela nova tarifa global. Na prática, a cobrança funciona como um adicional sobre a tarifa já existente para cada produto: mantém-se a alíquota original e soma-se a taxa temporária de 10%, salvo exceções.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A medida não se aplica a todos os itens. Produtos já sujeitos a tarifas por motivos de segurança nacional seguem regras próprias, enquanto alguns bens considerados estratégicos — incluindo determinados produtos agrícolas e minerais — ficaram de fora.

Apesar da nova sobretaxa, um levantamento da Global Trade Alert indica que o Brasil aparece entre os países com maior redução na tarifa média após a reconfiguração das medidas comerciais norte-americanas, mesmo considerando um eventual aumento para 15%.

Segundo o estudo, a queda estimada para o Brasil seria de 13,6 pontos percentuais na tarifa média em relação ao auge do tarifaço.

O dado sugere que, embora a nova cobrança represente um custo adicional, o nível médio de tarifas sobre produtos brasileiros permanece abaixo do pico observado em 2025, quando parte das exportações chegou a enfrentar alíquotas de até 50%.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

*Com informações da Reuters e InfoMoney

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
DE VOLTA AO JOGO

Como a Petrobras (PETR4) recuperou R$ 27 bilhões perdidos na véspera e ajuda o Ibovespa a passar dos 195 mil pontos

9 de abril de 2026 - 14:42

Escalada das tensões no Oriente Médio, com foco em Israel e Líbano, ainda mantém os preços do barril em níveis elevados, e coloca estatal entre as mais negociadas do dia na bolsa brasileira

MUDANÇAS NO PORTFÓLIO

Riza Arctium Real Estate (RZAT11) anuncia venda de imóveis, e cotistas vão sair ganhando; veja os detalhes das operações

9 de abril de 2026 - 12:00

O fundo imobiliário destacou que a movimentação faz parte da estratégia ativa de gestão, com foco na geração de valor para os cotistas

VEJA OS DESTAQUES DA PRÉVIA OPERACIONAL

Tenda (TEND3) ‘faz a festa’ fora do Ibovespa após prévia operacional, mas calcanhar de Aquiles segue o mesmo. O que fazer com as ações?

8 de abril de 2026 - 16:40

A construtora divulgou números acima das expectativas do mercado e ações disparam mais de 12%, mas Alea segue sendo o grande incômodo de investidores

SEGURANÇA E DEFESA

O superciclo de investimento de US$ 2,6 trilhões que sobrevive à trégua de Trump com o Irã e está apenas começando

8 de abril de 2026 - 14:12

Trump pausou a guerra contra o Irã, mas o setor de defesa está longe de esfriar; BTG Pactual projeta um novo superciclo global de investimentos e recomenda ETF para capturar ganhos. Entenda por que a tese de rearmamento segue forte.

UM DOS GRANDES PROBLEMAS

Maior alta do Ibovespa: Hapvida (HAPV3) dispara mais de 10% com possível venda bilionária de ativos

8 de abril de 2026 - 12:37

Após críticas da Squadra sobre a operação da empresa no Sul e Sudeste, a empresa estaria buscando vender ativos em uma das regiões, segundo reportagem do Pipeline

MERCADO IMOBILIÁRIO

FIIs colocam Pague Menos e Amazon na mira, e emissão milionária rouba a cena; veja o que movimenta os fundos imobiliários hoje

8 de abril de 2026 - 11:12

Três operações de peso envolvendo os FIIs Bresco Logística (BRCO11), Capitânia Logística (CPLG11) e REC Recebíveis (RECR11) são destaques hoje; confira a seguir

MERCADOS HOJE

Ibovespa sobe mais de 2% com cessar-fogo entre EUA e Irã, mesmo com Petrobras (PETR4) desabando; dólar cai a R$ 5,10

8 de abril de 2026 - 9:52

O principal índice de ações da B3 encerrou o dia em alta de 2,01%, a 192.201,16 pontos. O dólar à vista terminou as negociações a R$ 5,1029, com queda de 1,01%, enquanto os futuros do petróleo tiveram as maiores quedas percentuais desde a pandemia

HORA DE INVESTIR

‘Ações não são o patinho feio’. Gestores estão otimistas com os ganhos do Ibovespa mesmo diante da guerra e das eleições

7 de abril de 2026 - 15:42

Em evento do Bradesco BBI, especialistas afirmaram esperar a retomada do apetite dos estrangeiros e a continuidade da queda dos juros para destravar mais valor da Bolsa

A FOME DO 'PACMAN DOS FIIS'

O Zagros Renda (GGRC11) quer levantar até R$ 1,5 bilhão em nova oferta de cotas; entenda o que está na jogada para o fundo imobiliário

7 de abril de 2026 - 10:41

O fundo imobiliário GGRC11 poderá emitir um lote extra de até 50%, o que pode elevar o volume total da oferta

RECOMENDAÇÃO DE COMPRA

Copo meio cheio? Projeções para a Hypera (HYPE3) pioram, mas ação ainda pode saltar até 33%, diz Santander — e caneta emagrecedora é um dos motivos

6 de abril de 2026 - 18:02

Santander espera que a Hypera tenha um 1º trimestre mais fraco em 2026, mas ainda assim recomenda a compra da ação; o que está em jogo?

NOVOS PATAMARES

Qual o próximo passo da JBS na bolsa norte-americana, segundo o BTG? Veja qual a vantagem para o investidor

6 de abril de 2026 - 15:01

Aos poucos, a empresa está amadurecendo seus procedimentos internos e pode se tornar uma candidata a novos patamares nos EUA, como entrar em certos índices de ações

FII DO MÊS

Fundo imobiliário com carteira ‘genuinamente híbrida’ é o favorito para investir em abril — e ainda está com desconto 

6 de abril de 2026 - 6:04

O FII do mês da série do Seu Dinheiro é avaliado como um dos maiores e mais diversificados fundos imobiliários do mercado brasileiro

CARTEIRA RECOMENDADA

Small caps: Minerva Foods (BEEF3) e Azzas 2154 (AZZA3) entram na carteira de abril da Terra Investimentos; veja quem sai

5 de abril de 2026 - 17:52

Foram mantidas C&A (CEAB3), Brava Energia (BRAV3), Suzano (SUZB3), Plano&Plano (PLPL3), Smart Fit (SMFT3) e Intelbras (INTB3)

OPORTUNIDADE NA CARTEIRA

Dividendos em abril: veja as ações recomendadas pelo Safra para turbinar os ganhos

5 de abril de 2026 - 14:48

Segundo o banco, o portfólio busca superar o Índice de Dividendos (IDIV) da B3 no longo prazo

GRINGO NA ÁREA

Nem a guerra do Irã parou a bolsa: mercado brasileiro deve ter melhor 1º trimestre em fluxo de capital estrangeiro desde 2022

4 de abril de 2026 - 13:42

Até o dia 24 de março, a bolsa brasileira já acumulava R$ 7,05 bilhões, e a expectativa é de que o ingresso de capital internacional continue

ENTRE ALTOS E BAIXOS

Natura (NATU3) sai na frente e RD Saúde (RADL3) é ação com pior desempenho; veja os destaques do Ibovespa nesta semana

4 de abril de 2026 - 12:49

Com a semana mais enxuta pelo feriado de Sexta-Feira Santa, apenas oito ações encerraram em queda

ENTENDA

Tombo de quase 80%: Fictor Alimentos (FICT3) vira ação de centavos e recebe alerta da B3

3 de abril de 2026 - 17:41

A Fictor Alimentos recebeu correspondência da B3 por negociar suas ações abaixo de R$ 1, condição conhecida como penny stock. A empresa busca solucionar o caso com um grupamento

O QUE FAZER COM OS PAPÉIS?

Maior alta do Ibovespa na semana: Natura (NATU3) salta 12% com “selo” de gigante global. Vem mais por aí?

3 de abril de 2026 - 14:30

Os papéis da companhia encerraram a semana a R$ 10,35 após o anúncio da Advent International sobre a compra de papéis da Natura; veja o que mais mexeu com as ações e o que esperar

HORA DE COMPRAR?

Ação da Embraer (EMBJ3) tem sinal verde de compra? Empresa aumenta entregas de aviões em 47% e analistas dão veredito

3 de abril de 2026 - 12:52

A Embraer acumula queda na bolsa brasileira em 2026 e analistas dizem se a performance é sinal de risco ou oportunidade de compra

FOCO EM RENDA EXTRA

Não é Auren (AURE3) nem Engie (EGIE3): a elétrica favorita do Santander pode pagar dividendos de até 24%

3 de abril de 2026 - 11:04

Os analistas destacam que a ação preferida no setor elétrico do banco tem um caixa robusto, que pode se traduzir em dividendos extras para os acionistas

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar
Jul.ia
Jul.ia
Jul.ia

Olá, Eu sou a Jul.ia, Posso te ajudar com seu IR 2026?

FAÇA SUA PERGUNTA
Dúvidas sobre IR 2026?
FAÇA SUA PERGUNTA
Jul.ia
Jul.ia