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Retorno foi de 101,5% de abril de 2021 até agora, mas para quem reinvestiu os dividendos, ganho foi mais de três vezes maior, beirando os 350%
A Petrobras (PETR4) é sem dúvida uma das empresas mais bem-sucedidas da bolsa brasileira, tanto do ponto de vista de valorização das ações, quanto do pagamento de dividendos, sendo uma das maiores distribuidoras de proventos da B3.
O desempenho, é claro, não foi sem soluços, e o fato de se tratar de uma empresa estatal traz uma camada de risco extra ao investimento. Mas desde que se recuperou da crise do Petrolão e da pandemia de covid-19, a companhia só trouxe alegrias para os acionistas — para uns mais do que outros.
De abril de 2021 (pós-Lava Jato e pós-pandemia) até agora, quem investiu nas ações da Petrobras dobrou seu patrimônio: o retorno dos papéis nos últimos cinco anos foi de 101,5%.
No entanto, quem lançou mão da estratégia de reinvestir em ações PETR4 os gordos dividendos que a companhia distribuiu no período obteve um retorno mais de três vezes maior.
Em outras palavras, estes investidores quadruplicaram o seu capital inicial. O retorno das ações PETR4 com reinvestimento dos proventos nestes cinco anos foi de nada menos que 346,7%.
Vale ainda a comparação com os índices de referência do mercado. No mesmo período, o CDI acumulado, referência da renda fixa, foi de 73,2%, enquanto o Ibovespa acumulado, referência das ações negociadas na B3, foi de 72,4%.
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A Petrobras esteve entre as melhores pagadoras de dividendos da bolsa brasileira em todos os anos de 2021 a 2025, tendo ficado entre as 20 maiores pagadoras do mundo algumas vezes no período.
No segundo trimestre de 2022, a estatal chegou ao topo do ranking mundial das empresas que mais distribuíram dividendos, chegando ao final do ano na segunda colocação global.
Naquele ano, a petroleira bateu recorde, pagando US$ 21,7 bilhões em dividendos, o equivalente a R$ 113 bilhões à época.
O retorno é fruto da lição de casa que a companhia teve de fazer após o escândalo de corrupção revelado entre 2014 e 2016 pela Operação Lava Jato, que levou a uma forte destruição de valor e transformou a Petrobras na empresa mais endividada do mundo em 2017.
Após a crise, a estatal passou a focar no que sabe fazer melhor e lhe é mais rentável: a exploração de petróleo em águas profundas, notadamente no pré-sal. O resultado foi compartilhado com os acionistas na forma de dividendos, o que incluiu pagamentos extraordinários.
A perspectiva para os próximos cinco anos a partir de 2026 é de pagamentos mais normalizados, sem distribuições extraordinárias, mas ainda assim elevados, entre US$ 45 bilhões e US$ 50 bilhões até 2030.
Mesmo assim, a recente alta do petróleo em função da guerra no Irã ao menos por ora favorece a Petrobras, e não só impulsiona as ações, como também pode turbinar os dividendos no curto prazo.
Para quem ainda está construindo patrimônio — portanto, ainda não está na fase de viver da renda dos próprios investimentos — reinvestir os dividendos recebidos é uma estratégia poderosa de multiplicação de recursos.
No caso das ações, os dividendos pagos pela empresa são reinvestidos na compra de mais ações da mesma empresa — desde, é claro, que seja uma companhia com boas perspectivas, adequada para se investir com vistas ao longo prazo.
Com mais ações na sua carteira, o investidor passa a ter direito a um volume ainda maior de dividendos na próxima vez em que a companhia distribuir proventos. Isso se torna um círculo virtuoso, com forte efeito multiplicador, como vimos no caso da Petrobras.
Na última sexta-feira (10), o analista da Empiricus, Ruy Hungria, falou sobre esta estratégia na sua coluna no Seu Dinheiro.
Além disso, nos momentos de queda no preço da ação, os dividendos suavizam as perdas, e as novas compras podem ser feitas a preços menores. No longo prazo, como no período de cinco anos analisado, o investidor pode ganhar tanto com a valorização, quanto com o reinvestimento dos dividendos.
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