O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Parceria para projeto no Minha Casa Minha Vida impulsiona ações de Helbor e Cyrela, reforça estratégia de desalavancagem e geração de caixa e sustenta visão construtiva do BTG para os papéis, mas impacto de curto prazo é limitado
O acordo entre Helbor e Cyrela para o desenvolvimento de um projeto dentro do Minha Casa Minha Vida foi bem recebido pelo mercado e impulsionou as ações das incorporadoras nesta segunda-feira (23). Por volta das 14h, os papéis HBOR3 disparavam mais de 10%, enquanto os CYRE3 avançavam cerca de 7%.
O projeto, em um terreno em São Paulo, tem valor geral de vendas (VGV) de R$ 1,5 bilhão. Com esse pano de fundo, o BTG Pactual manteve recomendação de compra para as ações da Helbor, com preço-alvo de R$ 4,10, o que implica um potencial de valorização de cerca de 46% frente ao fechamento da última sexta-feira (20).
O banco também tem recomendação de compra para as ações da Cyrela, as favoritas no setor de construção para média e alta renda. O preço-alvo é de R$ 40, o que representa uma alta potencial de quase 60%.
"Acreditamos que o movimento transmite uma mensagem positiva: a Helbor parece comprometida em adotar medidas para reduzir sua alavancagem [que atingiu 54,5% no final do terceiro trimestre de 2025] e aumentar a rotação de ativos", escreve o time de análise em relatório.
Mesmo assim, os analistas ponderam que os efeitos imediatos sobre a desalavancagem tendem a ser limitados. Isso porque a expectativa é de uma entrada inicial de cerca de R$ 40 milhões em caixa no fechamento da operação.
Outros R$ 250 milhões serão pagos ao longo do desenvolvimento do projeto, a ser lançado em 2027. Durante este período, a Helbor seguirá exposta ao empreendimento, ao manter participação e atuar como sócia da Cyrela.
Leia Também
“Consideramos este negócio positivo, uma vez que o recebimento em caixa representa 16% da dívida líquida da Helbor, o que implica uma desalavancagem relevante e crucial para uma reavaliação das ações”, afirmaram os analistas.
Na avaliação da equipe, os papéis HBOR3 seguem “excessivamente descontados”, negociando a cerca de 0,4 vez o múltiplo preço sobre valor patrimonial (P/VP).
Pelos termos do acordo, a Cyrela passará a integrar o projeto ao adquirir uma participação na Sociedade de Propósito Específico (SPE) HESA 159, veículo criado exclusivamente para desenvolver o empreendimento.
É essa SPE que detém o terreno conhecido como “Semp Toshiba”, na cidade de São Paulo, onde será erguido o projeto, que deve ser lançado sob a marca Vivaz — voltada ao segmento de baixa renda e já consolidada dentro da estratégia da Cyrela para o Minha Casa Minha Vida.
Com a entrada da parceira, a Helbor reduz sua participação na HESA 159 de 55% para 30%, deixando de ser a controladora do projeto para atuar como sócia.
Na prática, isso significa dividir tanto os riscos quanto os retornos do desenvolvimento com a Cyrela, além de monetizar parte do ativo.
Como parte da operação, a Cyrela também comprará cerca de 19 mil Cepacs (Certificados de Potencial Adicional de Construção) que estavam em posse da SPE — títulos que permitem ampliar o potencial construtivo do terreno —, com pagamento em dinheiro, reforçando a geração de caixa para a Helbor.
Os dólares dos gringos estavam marcados para as bolsas emergentes, mas nem todos os países conseguiram aproveitar a onda
O desempenho do 4T25 frustrou as expectativas, com queda nas vendas, pressão sobre margens e aumento de despesas, reforçando a leitura de desaceleração operacional
XP tem recomendação de compra para Lojas Renner (LREN3) com potencial de valorização de até 50%; veja por que a ação é a preferida do varejo
Mais um resultado muito fraco no 4T25, com queda de rentabilidade, queima de caixa e perda de beneficiários, expõe desafios estruturais e leva a companhia a reforçar plano focado em execução, eficiência e preservação de capital
Com retornos acima de 110% desde 2024, os ETFs de energia nuclear superam o S&P 500; demanda por inteligência artificial impulsiona a tese de investimento
Com uma carteira composta por cerca de 40% em ações de óleo e gás, o ETF acumula uma alta de 14,94% no ano, superando o desempenho do Ibovespa, que avança 11,64% no mesmo período
Christian Keleti, sócio-fundador e CEO da Alphakey, avalia que o Ibovespa tem espaço para subir mais com o fluxo estrangeiro, mesmo diante do conflito no Irã
Em relatório, o banco destacou que, nesse nicho, Cury (CURY3) e Tenda (TEND3) são as principais beneficiadas pelas eventuais mudanças no programa governamental
Itaú BBA explica os três fatores que derrubaram as ações do Nubank, mas recomendam aproveitar a queda para se expor aos papéis; entenda
Banco vê mudança estrutural no setor com medidas protecionistas e avalia que o mercado ainda não precificou totalmente o potencial de alta da siderúrgica
Ações da ex-estatal de saneamento sobem após a divulgação do balanço do 4º trimestre, aumento de capital e renda extra para os acionistas
Ações da Motiva podem valorizar mais de 31%, segundo analistas do BTG Pactual; confira as indicações dos bancos e corretoras para buscar ganhos com ações ligadas a ESG
Temores sobre o Estreito de Ormuz, aumento do petróleo e incertezas geopolíticas pressionam ativos; mercado agora aguarda decisão do Copom
Programação faz parte da Global Money Week e inclui cinco aulas on-line sobre organização financeira, Tesouro Direto, proteção de investimentos e diversificação de carteira
Fundos imobiliários estão descontados e podem gerar retornos atrativos em 2026, mas Itaú BBA indica que é preciso se atentar a indicadores para evitar ciladas; XP também tem visão positiva para a indústria no ano
Fundo do BTG listado na B3 reúne empresas brasileiras ligadas a setores como petróleo, mineração e agronegócio, oferecendo exposição diversificada ao ciclo de commodities
CEO destaca que Magalu teve lucro em ambiente de juros altos, enquanto analistas veem desempenho misto e pressão no e-commerce
Quando a companhia decide cancelar as ações em tesouraria, o acionista acaba, proporcionalmente, com uma fatia maior da empresa, uma vez que parte dos papéis não existe mais
O metal precioso fechou em baixa de 1% e levou com ele a prata, que recuou menos, mas acompanhou o movimento de perdas
Bolsas ao redor do mundo sentiram os efeitos do novo capítulo do conflito no Oriente Médio, enquanto o barril do Brent voltou a ser cotado aos US$ 100