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Para a XP, o principal índice da bolsa brasileira pode chegar aos 235 mil pontos no cenário mais otimista para 2026
Tudo o que o Ibovespa precisou foi de uma hora para avançar 3.900 pontos para bater um novo recorde intradia. O principal índice da bolsa brasileira atingiu inéditos 187 mil pontos graças à proximidade do início do ciclo de afrouxamento monetário no Brasil. E há quem diga que a chance dos 200 mil pontos ainda este ano é uma realidade.
Por volta de 11h50, o Ibovespa alcançou a máxima de 187.333,83 pontos. O último recorde intradia foi registrado na quinta-feira (29), quando o índice atingiu os 186.449,75 pontos na reta final da sessão.
O gatilho para a alta foi a ata do Comitê de Política Monetária (Copom), que confirmou a indicação de corte na Selic na próxima reunião, a ser realizada em março.
“O Comitê antevê, em se confirmando o cenário esperado, iniciar a flexibilização da política monetária em sua próxima reunião, porém reforça que manterá a restrição adequada para assegurar a convergência da inflação à meta”, diz a ata.
O Copom também reiterou que a magnitude dos cortes será definida reunião a reunião. “O compromisso com a meta impõe serenidade quanto ao ritmo e à magnitude do ciclo, que dependerão da evolução de fatores que permitam maior confiança no atingimento da meta para a inflação no horizonte relevante”, acrescentou.
Contudo, o mercado elevou as apostas de uma redução de 0,50 ponto percentual na taxa de juros, o que levaria a Selic a 14,50% ao ano.
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Em Wall Street, o Dow Jones renovou máxima intradia mais cedo, mas a alta não é generalizada em Nova York. O S&P 500 e o Nasdaq operavam em baixa por volta de 12h10, com os investidores monitorando a divulgação dos resultados corporativos.
Além da sinalização do corte de juros no Brasil ter sido reforçada pela ata do Copom desta terça-feira (3), o ingresso pesado de capital estrangeiro na bolsa brasileira tem ajudado o Ibovespa a renovar máxima atrás de máxima desde o final do ano passado.
E, para a XP Investimentos, o índice vai além. A corretora elevou a projeção para o Ibovespa ao final de 2026, de 185 mil para 190 mil pontos.
A XP ressalta que a estimativa consta de cenário-base. Num quadro de maior confiança, a expectativa é de 235 mil pontos.
"Destacamos o potencial de alta no cenário otimista, de 235 mil pontos, condicionado a uma nova expansão de múltiplos, queda das taxas reais de longo prazo e surpresas positivas de lucros", diz em relatório.
A projeção da XP leva em consideração o fato de o mercado brasileiro na comparação com outros emergentes e globais ainda parecer barato. Além disso, a corretora menciona:
Vale lembrar que o Ibovespa encerrou janeiro com valorização de 12,56% em reais, o maior ganho mensal desde novembro de 2020, e de 17,4% em dólares.
Em dia de máximas histórica, poucas ações operam em queda. Cogna (COGN3) caía 1,66% por volta de 12h10, seguida de Yduqs (YDUQ3), que recuava 1,56%. Embraer (EMBJ3) e Rede D'Or (RDOR3) fechavam o quarteto das perdas do Ibovespa, com baixas de 0,93% e 0,85%, respectivamente.
A ponta positiva é liderada por Raízen (RAIZ4) que, no mesmo horário, subia 6,38%, seguida de RD Saúde (RADL3), com alta de 4,40%, e de Usiminas (USIM5), com avanço de 4,17%.
Vale (VALE3), um dos pesos-pesados do Ibovespa, acompanha o setor e sobe 3,75%, sendo a segunda ação mais negociada na B3 — com cerca de 9,5 mil negócios movimentando R$ 400,6 milhões.
Ainda entre “as pesadas” do índice, Petrobras (PETR4) avança cerca de 1,50%, na esteira do desempenho positivo do petróleo Brent. O papel da estatal figura como o mais negociado da bolsa brasileira, com o forte fluxo de capital — e ignorando o rebaixamento da recomendação de compra para neutra pelo Bradesco BBI.
Os bancos também sobem em bloco na expectativa pelos balanços referentes ao quarto trimestre (4T25), além do otimismo doméstico. Itaú (ITUB4), Santander (SANB11) e Bradesco (BBDC4) divulgam os resultados ao longo desta semana.
Os bancos, Vale e Petrobras juntos correspondem a 50% da carteira teórica do Ibovespa.
O dólar à vista opera em queda ante as moedas globais, como euro e libra, no nível dos 96 pontos, em meio a incertezas geopolíticas e a duração do shutdown dos Estados Unidos.
Por volta de 12h15, o indicador DXY, que compara o dólar a uma cesta de seis divisas fortes, caía 0,04%, aos 97.591 pontos.
Na comparação com o real, o dólar acompanha o movimento externo, além da expectativa de redução nos juros brasileiros ao longo deste ano. No mesmo horário, a divisa norte-americana era cotada a R$ 5,2285 (-0,58%).
“O tom da ata do Copom é semelhante ao do comunicado divulgado logo após a decisão e reforça que a trajetória dos juros é de queda, estimulando a tomada de risco no Brasil enquanto o diferencial de juros permanece consideravelmente elevado, sem afetar o carry trade“, avalia a economista-chefe da Nomad, Paula Zogbi.
*Com informações do Money Times
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