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Primeira mulher a ultrapassar 100 milhões de álbuns certificados nos EUA, Taylor Swift lança nesta sexta “The Life of a Showgirl”, já recordista em pré-saves

Taylor Swift decidiu que recordes foram feitos para serem quebrados. A cantora entrou para a história como a primeira mulher a ultrapassar a marca de 100 milhões de unidades de álbuns certificados pela RIAA (Recording Industry Association of America). Segundo a entidade, Taylor acumula hoje mais de 105 milhões de unidades certificadas nos EUA.
A julgar pelo histórico, esse número não deve parar por aí: amanhã (3), Taylor Swift lança “The Life of a Showgirl”, seu 12º álbum de estúdio, que já fez história antes mesmo de chegar às plataformas — bateu 5 milhões de pré-saves no Spotify, maior número já registrado na plataforma.
O feito coloca Taylor Swift em um patamar onde pouquíssimos artistas já chegaram. Ela agora ocupa o 6º lugar no ranking de álbuns certificados da RIAA nos EUA, à frente de nomes como Michael Jackson, com cerca de 90 milhões de unidades.
No topo da lista seguem Beatles (183 milhões), Garth Brooks (162 milhões), Elvis Presley (146,5 milhões) e os Eagles (120 milhões).
Entre os destaques da discografia, 1989 lidera com cerca de 14 milhões de unidades certificadas, seguido por Fearless (11 milhões) e por clássicos como Red, Taylor Swift e The Tortured Poets Department, todos com 8 milhões.
Parte da explicação está na habilidade de Taylor em se reinventar sem perder a conexão com sua base de fãs. O álbum 1989 foi certificado 14× platina pela RIAA, e representou a transição definitiva do country para o pop — um marco que poucos artistas alcançam.
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E não é só sobre discos: ela transformou shows em espetáculos memoráveis. A The Eras Tour arrecadou mais de US$ 2,07 bilhões em ingressos, reuniu mais de 10 milhões de espectadores em 149 shows, e foi desenhada como uma narrativa visual e sonora das “eras” da carreira dela.
A turnê foi a primeira a superar a marca de US$ 2 bilhões e redefiniu o padrão de produção e ambição em turnês.
Ao longo da turnê, Swift ainda incorporou novas obras lançadas durante os shows (como The Tortured Poets Department) e incluiu versões regravadas (Taylor’s Version) no repertório, reforçando seu controle artístico e capacidade de narrativa musical.
O álbum que chega nesta sexta-feira (3) marca o retorno da parceria com os produtores suecos Max Martin e Shellback, conhecidos pelos hits We Are Never Getting Back Together e I Knew You Were Trouble.
O clima, segundo a própria Taylor em entrevista, é de um disco dançante, “alegre, contagiante, dramático e maluco”, reflexo da fase vivida durante a turnê global.
A capa, que mostra a artista parcialmente submersa em uma banheira, traduz a rotina de shows: “Meus dias de apresentação são sempre os mesmos, só mudo de cidade, e os termino dentro de uma banheira”, contou.
Para completar, o lançamento vem acompanhado de um evento nos cinemas, com bastidores do disco e a estreia mundial do videoclipe de “The Fate of Ophelia”.
Com The Life of a Showgirl, a cantora deve reforçar o título de única mulher a ultrapassar 100 milhões de álbuns certificados nos EUA e, muito provavelmente, estabelecer novos recordes.
Porque Taylor Swift, ao que tudo indica, ainda está só começando.
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