O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Presidente assinou uma ordem executiva que mantém a isenção até que seja implementado um sistema para coletar as tarifas de forma completa e rápida

As varejistas chinesas que importam produtos para os Estados Unidos devem estar aliviadas. Isso porque o presidente Donald Trump anunciou que vai primeiro “organizar a casa” para depois mudar a política de tarifação diferenciada da qual essas empresas se beneficiam.
Por ora, companhias como Shein, Temu e Alibaba continuarão isentas de impostos no envio de remessas até US$ 800 para os EUA.
Na esteira da taxação de 10% imposta à China, o republicano havia suspendido também a isenção tarifária da regra “de minimis”, que vigora há quase um século no território.
Agora, Trump voltou atrás e assinou uma ordem executiva retomando a isenção, até que "sistemas adequados estejam implementados para processar e coletar a receita tarifária de forma completa e rápida”.
O sistema alfandegário norte-americano poderia ficar sobrecarregado repentinamente, uma vez que há uma grande quantidade de remessas de baixo valor já a caminho do país.
Caso a regra parasse de valer agora, essas encomendas teriam que ser todas processadas, sem a estrutura adequada.
Leia Também
A “de minimis” foi uma das regras de importação que ajudou as empresas chinesas a manter os preços baixos e ganhar relevância no varejo on-line – um fenômeno semelhante ao que aconteceu no Brasil, antes da “taxa das blusinhas”.
Em 2024, a autoridade alfandegária dos EUA afirmou que processou mais de 1,3 bilhão de remessas “de minimis”.
Críticos da isenção afirmam que ela deu uma vantagem injusta às empresas de e-commerce chinesas e criou um fluxo de pacotes "sujeitos a documentação e inspeção mínimas", levantando preocupações sobre produtos falsificados e inseguros.
Tanto a Temu quanto a Shein tomaram medidas para expandir suas operações nos EUA à medida que as discussões sobre a regra “de minimis” começaram a ficar mais acaloradas.
No ano passado, a Temu começou a integrar vendedores chineses em seu site que possuem estoque em armazéns nos EUA, permitindo o envio mais rápido de pacotes para os consumidores americanos.
Já a Shein abriu centros de distribuição em estados como Illinois e Califórnia em 2022, e um hub de cadeia de suprimentos em Seattle no ano passado.
* Com informações da CNBC.
ESTREIA AVASSALADORA
MISTÉRIO NO AR
OBRAS ABANDONADAS
NOVOS DESENHOS
TÁ DE GRAÇA?
A CONTA ESTÁ FICANDO CARA...
DEPOIS DA MEIA-NOITE
SEM RUMO?
COPA DO MUNDO FEMININA
MODERNIZAÇÃO DO MUSEU
FALAMOS DEPOIS
LIÇÃO DE CASA
POR TRÁS DO TOMBO
MAIOR ESTÁDIO DO MUNDO
36 ESCOLHAS
REINO UNIDO
VITRINE REPUTACIONAL
ALÉM DO SANGUE FRIO
VAI COMEÇAR!
A BOLA ESTÁ ROLANDO