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Relatório mostra que o presidente norte-americano está empenhado em colocar um fim no conflito. Seus métodos, no entanto, podem ser questionados.
Coelhinho da Páscoa, o que trazes para mim? Faltando um mês para o Carnaval, parece cedo para falar da Páscoa. Mas Donald Trump já tem seus planos — e eles nada têm a ver com ovos de chocolate.
Um relatório vazado nesta quinta-feira (6) mostra que o presidente norte-americano está realmente empenhado em colocar um fim na guerra entre Rússia e Ucrânia. Seus métodos, no entanto, podem ser questionados.
Segundo o plano, Trump tentará pressionar o presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, a aceitar um cessar-fogo com a Rússia até a Páscoa.
A ideia do republicano é congelar o avanço russo, proibir a adesão da Ucrânia à Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) e aceitar a soberania da Rússia sobre os territórios anexados.
As tropas ucranianas seriam retiradas da cidade russa de Kursk, enquanto um contingente europeu, sem soldados norte-americanos, patrulharia uma zona desmilitarizada.
A proposta (indecorosa?) de Trump também envolve dinheiro — não dos EUA, é claro. Caberia à União Europeia (UE) ajudar na reconstrução da Ucrânia, estimada em até US$ 486 bilhões, nada mais que R$ 2,8 trilhões no câmbio atual.
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Um ovo, dois ovos, três ovos assim…
Os planos começariam com uma ligação entre Zelensky e o presidente russo, Vladimir Putin, ainda neste mês, seguidos por uma reunião entre os líderes e a declaração de cessar-fogo até 20 de abril.
Trump também manteria o apoio militar dos EUA à Ucrânia e visaria a adesão do país à UE até 2030.
Coelhinho da Páscoa, que cor eles têm?
Questionado sobre o assunto nesta quinta-feira (6), Trump disse que o governo trabalha duro para conseguir parar a guerra entre a Rússia e a Ucrânia.
“Acho que estamos fazendo progressos”, afirmou ele, sem apresentar mais detalhes.
O republicano ressaltou que os soldados dos dois países envolvidos no conflito estão sendo dizimados. “Provavelmente 800 mil russos e 700 mil ucranianos, pessoas jovens, mortas no campo de batalha”, acrescentou.
Se a Páscoa trata de uma história de redenção, só nos resta saber se alguém dará o primeiro passo depois de Trump.
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