O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Brasileiro João Fonseca estreia no US Open 2025 em busca do maior prêmio da história do tênis; só por entrar na quadra ele vai receber US$ 110 mil
Sonhar não custa nada… na verdade, pode render (e muito). Talvez essa frase sirva bem para o brasileiro João Fonseca, que estreia hoje no US Open 2025. O início da partida está programado para perto das 13h10.
Mesmo longe de ser um dos favoritos, o tenista brasileiro mais bem colocado no ranking da ATP alimenta entre os torcedores a expectativa de uma campanha histórica no último grand slam de 2025.
Isso não significa que ele terá um caminho fácil. Pelo contrário. Logo na estreia, Fonseca já enfrenta um páreo complicado: seu adversário será o sérvio Miomir Kecmanovic, o segundo melhor tenista de seu país, atrás apenas do astro Novak Djokovic e 42º no ranking da ATP.
LEIA TAMBÉM: Descubra quais títulos da renda fixa podem render acima do Tesouro Selic: acesse um guia gratuito com recomendações aqui
Caso avance na partida contra Kecmanovic, Fonseca enfrentará o vencedor do duelo entre Luca Nardi (86º) e Tomas Machac (22º), cabeça de chave 21. Todos eles estão no quadrante de Taylor Fritz, número 4 do mundo.
Apesar do caminho difícil, o tenista brasileiro tem uma motivação a mais para buscar o título inédito em Nova York: a maior premiação da história do tênis.
Leia Também
Talvez você já tenha ouvido falar que a vitória não se mede em cifras, ou que vencer não tem preço — mas em alguns casos tem (e não é pouco).
Ao todo, a premiação do US Open 2025 ultrapassará os US$ 90 milhões. A quantia equivale a mais de R$ 500 milhões.
Hoje, só por pisar na quadra do Billie Jean King National Tennis Center, João Fonseca vai embolsar US$ 110 mil, o que equivale a quase R$ 600 mil na cotação atual.
Caso o tenista brasileiro supere Kecmanovic, ele já vai garantir US$ 154 mil, o que dá cerca de R$ 835 mil.
Já caso o tenista brasileiro embarque em uma campanha dos sonhos e acabe campeão, a bolada a receber é de nada mais nada menos que US$ 5 milhões — valor equivalente a pouco mais de R$ 27 milhões.
Com 28 vitórias, 21 derrotas em 49 jogos como profissional, o tenista de apenas 19 anos já tem um título.
No início do ano, em meio à preparação para o Aberto da Austrália, João Fonseca faturou o Challenger de Canberra.
Juntando as premiações em torneios de simples e duplas, o brasileiro acumula US$ 1.822.068,00, aproximando-se ao equivalente a R$ 10 milhões na carreira.
O valor leva em conta somente as premiações esportivas, deixando de lado as receitas com patrocínio e acordos de publicidade.
Apesar do desempenho estelar, a fabricante de chips ainda tem riscos à frente; entenda o que mexe com a ação da empresa
Motivo pelo qual o ouro se concentra em certas regiões do mundo e não em outras é considerado um mistério de longa data pelos cientistas, mas uma parte dessa resposta parece ter sido encontrada
Apesar de não chegarem a um acordo, o encontro foi o mais alto nível de interação presencial entre representantes do Irã e dos Estados Unidos
O investidor que previu a crise de 2008 não se intimidou com o apoio do republicano à empresa de software, e reafirma que a queridinha da IA vale menos da metade do preço de tela
Nem o céu foi limite para um norte-americano se tornar um multimilionário ao vender lotes de terreno na Lua
Disparada do petróleo após fechamento do Estreito de Ormuz pode dobrar arrecadação com imposto sobre produção
Apesar das incertezas com relação à evolução do conflito no Oriente Médio e à consequente sombra sobre a trajetória da inflação e dos juros no mundo, os investidores têm um caminho claro a seguir
Após ultimato e ameaça a infraestrutura iraniana, presidente dos EUA recua e abre janela de negociação mediada pelo Paquistão
O investidor estrangeiro está comprando a B3, mas não tudo, segundo o Itaú BBA; saiba por que os gringos já injetaram R$ 29,7 bilhões em ETFs brasileiros neste ano
Japão e a Coreia do Sul sofrem; Pequim respira com um alívio que mistura estratégia de longo prazo e uma ajudinha do combustível fóssil mais tradicional de todos
Jamie Dimon fala dos efeitos das guerras, da inteligência artificial e das regras bancárias na aguardada carta anual aos acionistas
Pix já funciona de maneira limitada em algumas localidades estrangeiras, mas Banco Central prepara internacionalização mais abrangente da ferramenta que tira o sono de Donald Trump
O anúncio ocorre após Trump fazer mais um ultimato ao Irã, sob a ameaça de destruir usinas de eletricidade e pontes do país persa
Os ataques ocorreram cinco semanas após os primeiros bombardeios dos Estados Unidos e de Israel no Irã
Comum a cristãos, judeus e a outras culturas, a Páscoa ganha tradições e adaptações muito diferentes ao redor do mundo
A quarta maior economia do mundo está sob cerco; entenda como a guerra entre EUA e Irã reacendeu traumas financeiros na Índia e o impacto para os mercados
Para Brett Collins, gerente de portfólio de crédito da gestora do Nomura, guerra no Irã é um dos maiores riscos para o mercado de crédito corporativo hoje, mas Trump deve evitar que ela se arraste
Brendan Ahern, CIO da KraneShares, diz onde o governo chinês acerta, onde erra e onde o Ocidente subestima Pequim — “esse é um caminho que não tem mais volta”
Missão Artemis 2 vai levar o homem de volta à órbita da Lua pela primeira vez em mais de 50 anos, mas um em cada três brasileiros jura que ele nunca esteve lá antes.
Participando de evento na universidade nesta segunda-feira (30), ele avalia falou sobre o futuro da política monetária com a guerra e a inflação batendo na porta do banco central norte-americano