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A ofensiva israelense matou líderes militares iranianos e cientistas nucleares de alto escalão e mercado acompanham conflito com apreensão
Israel e Irã intensificaram o conflito neste sábado (14), trocando ataques com mísseis e bombardeios, além de uma escalada nas ameaças militares entre autoridades de ambos os países.
Em um ataque militar inesperado, as Forças de Defesa de Israel (IDF) afirmaram ter atingido 150 alvos no Irã, incluindo instalações nucleares, militares e cientistas, com o objetivo de atrasar o programa nuclear iraniano. O bombardeio ocorreu nesta sexta-feira (13).
A resposta veio no final da noite de ontem, horário de Brasília, com o lançamento de quatro barragens de mísseis balísticos iranianos, que mataram três pessoas em Israel e deixaram dezenas feridas, de acordo com informações da CNN Internacional.
O governo iraniano já declarou que os ataques a Israel continuarão e que bases dos EUA também serão alvos nos próximos dias.
A tensão também está alta no território israelense, com sirenes de alerta em várias cidades, como Tel Aviv e Jerusalém, com a população sendo orientada a buscar abrigo, segundo a CNBC.
O ministro da Defesa de Israel, Israel Katz, alertou hoje que “Teerã vai queimar” se os ataques iranianos continuarem. Na sexta, o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, afirmou que “mais ataques estão a caminho”.
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O ataque de Israel contra o Irã na madrugada desta sexta-feira (13) acendeu o alerta vermelho global e fez o petróleo Brent disparar 7%, beirando os US$ 75 o barril — mas o que isso significa para os seus investimentos?
A primeira coisa a se saber é que este é o maior confronto entre os dois países desde 1980. O temor é que haja uma escalada ainda maior entre Israel e Irã gerou apreensão nos mercados financeiros: as bolsas globais enfrentaram uma queda generalizada, enquanto o dólar e o ouro — considerados refúgios em tempos de incerteza — ganharam força.
É consenso entre os especialistas que se os ataques escalarem, o impacto na economia global será significativo, fazendo a inflação acelerar e os juros subirem ao redor do mundo.
Ainda é cedo para prever onde esse embate vai parar. No entanto, os especialistas alertam que o cenário mais crítico incluiria a paralisação do tráfego no estreito de Hormuz, a intervenção de outros países e até a declaração formal de guerra.
O consenso, no entanto, é de que independentemente dos próximos capítulos, você já deveria estar preparando sua carteira para o pior cenário — mesmo que ele não se concretize.
Confira nossa reportagem sobre como proteger seu patrimônio do pior cenário clicando aqui.
*Com informações da CNN Internacional e CNBC
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