O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Dirigentes divergiram na última reunião sobre a necessidade de novos cortes nas taxas de juros, citando inflação elevada
A ata da última reunião do Federal Reserve (Fed, banco central norte-americano) revelou uma clara divisão de opiniões entre os membros do comitê sobre o futuro da política monetária no país. O documento, divulgado nesta quarta-feira (19), aponta que muitos dirigentes sugeriram manter as taxas de juros inalteradas pelo resto do ano.
Prevaleceu a decisão por um corte de 0,25 ponto percentual nas taxas de juros dos EUA, apesar dos votos dissidentes. Com isso, a faixa dos fed funds ficou em 3,75% a 1,00% ao ano.
Em dezembro, entretanto, a discussão deve ser mais acirrada. De um lado, os dirigentes que defendem a manutenção das taxas pelo resto do ano, visto que a inflação segue elevada e distante da meta de 2%; do outro, aqueles que veem um corte em dezembro como adequado, devido aos crescentes riscos no mercado de trabalho.
A ata do Fed também mencionou a dificuldade em avaliar a força geral da economia devido à falta de dados oficiais durante o shutdown (paralisação do governo). Segundo o documento, os dirigentes observaram que os indicadores disponíveis sugeriam que a economia "tem se expandido a um ritmo moderado".
Contudo, o consumo tem sido sustentado de forma desigual: principalmente por famílias de renda mais alta, enquanto os consumidores de menor renda demonstram maior "sensibilidade a preços e ajustes de gasto".
Há preocupação com a "base relativamente estreita de apoio ao crescimento do consumo".
Leia Também
Em uma análise pouco comum para as atas do Fed, o documento desta quarta mencionou que “vários participantes destacaram a possibilidade de uma queda desordenada nos preços das ações".
A atenção está voltada ao forte investimento em tecnologia, como inteligência artificial (IA) e data centers. Os dirigentes temem os riscos de volatilidade ampliada nos mercados.
O documento também cita preocupações com o aumento da alavancagem no setor de fundos de hedge e com vulnerabilidades no mercado de crédito privado, incluindo "práticas de subscrição (avaliação de risco pelas instituições financeiras) fracas".
O temor é que essas características do mercado financeiro acabem se transmitindo ao restante da economia. Para alguns dirigentes, a valorização elevada de ativos e a forte demanda por instrumentos mais arriscados aumentam a sensibilidade do sistema financeiro a choques negativos.
A equipe do Fed avalia que o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) dos EUA será "modestamente mais forte, no geral, até 2028", em relação ao cenário elaborado para a reunião de setembro.
A instituição prevê que, à medida que o impacto dos aumentos tarifários diminui e as condições financeiras se tornam um "vento a favor" para o gasto, a atividade econômica ganhará impulso.
Sobre inflação, o documento afirma que a estimativa revisada permanece similar à de setembro: as tarifas ainda pressionando os preços em 2025 e 2026, antes de um retorno à trajetória desinflacionária. Além disso, a equipe avalia que o desemprego deve cair gradualmente após este ano, estabilizando-se levemente abaixo da estimativa de taxa natural.
O documento enfatiza que a incerteza segue elevada, com riscos de baixa para emprego e atividade, mas riscos de alta para a inflação, especialmente devido ao histórico recente de leituras acima da meta de 2%.
*Com informações do Estadão Conteúdo.
O anúncio ocorre após Trump fazer mais um ultimato ao Irã, sob a ameaça de destruir usinas de eletricidade e pontes do país persa
Os ataques ocorreram cinco semanas após os primeiros bombardeios dos Estados Unidos e de Israel no Irã
Comum a cristãos, judeus e a outras culturas, a Páscoa ganha tradições e adaptações muito diferentes ao redor do mundo
A quarta maior economia do mundo está sob cerco; entenda como a guerra entre EUA e Irã reacendeu traumas financeiros na Índia e o impacto para os mercados
Para Brett Collins, gerente de portfólio de crédito da gestora do Nomura, guerra no Irã é um dos maiores riscos para o mercado de crédito corporativo hoje, mas Trump deve evitar que ela se arraste
Brendan Ahern, CIO da KraneShares, diz onde o governo chinês acerta, onde erra e onde o Ocidente subestima Pequim — “esse é um caminho que não tem mais volta”
Missão Artemis 2 vai levar o homem de volta à órbita da Lua pela primeira vez em mais de 50 anos, mas um em cada três brasileiros jura que ele nunca esteve lá antes.
Participando de evento na universidade nesta segunda-feira (30), ele avalia falou sobre o futuro da política monetária com a guerra e a inflação batendo na porta do banco central norte-americano
Autoridades norte-americanas insistem que a guerra pode estar se aproximando de um ponto de inflexão, mas os líderes iranianos continuam a rejeitar publicamente as negociações
A crise de combustíveis arrombou a porta na Ásia e agora ameaça entrar pela janela da Europa; confira as medidas de emergência que estão sendo tomadas para conter a disparada do petróleo e do gás no mundo
A prata não ficou atrás no movimento de correção, caindo 2,18% na sessão desta sexta-feira (20) e acumulando uma perda semanal ainda mais expressiva que a do ouro: 14,36%
Ator e campeão esportivo faleceu aos 86 anos após ser internado no Havaí; Chuck Norris deixa cinco filhos, incluindo o ator Mike Norris, e a esposa Gena O’Kelley
Em dia de forte aversão ao risco, o manual de sobrevivência do mercado mudou. Entenda por que os metais chegaram a cair 10% nesta quinta-feira (19), arrastando as ações das mineradoras
Por meio do programa Artemis, a Nasa afirma ter a intenção de estabelecer uma presença de longo prazo na Lua para fins científicos e de exploração
Inspirada no filme Exterminador do Futuro, a gestora analisa o impacto da inteligência artificial no mercado, e lista quais empresas já ganham em produtividade — e valem a pena investir
Os diretores do Fed optaram por seguir a postura adotada na reunião de janeiro, uma vez que os dados da economia norte-americana pontam para uma inflação resiliente, enquanto o mercado de trabalho perde força
Pesquisa do Bank of America mostra que gestores na América Latina preferem o Brasil ao México nos próximos 6 meses. Porém, a decolagem rumo aos 210 mil pontos sofreu uma pane técnica nas expectativas.
Presente inesperado impressionou as autoridades locais e veio acompanhado de um pedido bastante específico
Vencedor de prêmio milionário não acreditou quando recebeu mensagem de e-mail informando que ele tinha ganhado na loteria — e agora precisa contar para a esposa…
Segundo o relatório, petróleo, ações e bitcoin estão reagindo quase em sincronia aos choques geopolíticos e às incertezas sobre juros nos EUA