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Ele vai ocupar a vaga de Adriana Kugler, que renunciou ao cargo na semana passada, mas sua indicação ainda precisa do aval do Senado norte-americano

A indicação de Stephen Miran para o cargo de diretor no Conselho do Federal Reserve (Fed) animou o mercado, que aumentou nesta quinta-feira (7) a aposta de que o banco central norte-americano vai cortar os juros em 0,75 ponto percentual (pp) neste ano.
Mais cedo, Donald Trump, confirmou que escolheu Miran, atualmente presidente do Conselho de Assessores Econômicos (CEA, na sigla em inglês), para diretor no Conselho, cargo que deve ocupar até 31 de janeiro de 2026.
"Enquanto isso, continuaremos buscando um substituto permanente", escreveu o republicano na Truth Social.
Trump reforçou: "[Miran] está comigo desde o início do segundo mandato, e sua expertise no mundo da economia é incomparável. Fará um trabalho excepcional".
Vale lembrar que o nome de Miran ainda precisa receber o aval do Senado norte-americano. Se confirmado, ele ocupará o posto deixado pela diretora do banco central Adriana Kugler, que anunciou a renúncia ao cargo na semana passada. A saída de Kugler será efetivada na sexta-feira (7).
Com a indicação de Trump, o mercado aumentou para 53,2% as apostas de um corte de juros acumulado de 0,75 pp até dezembro. Antes da indicação, a probabilidade era de 47,8%.
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A chance de corte menor, de 0,50 pp, agora é de 39% e a de uma redução de 0,25 pp, 7,5%. O cenário de manutenção dos juros durante todo o ano é praticamente nulo, com 0,4% de probabilidade.
O comitê de política monetária (Fomc, na sigla em inglês) não se reúne em agosto. O próximo encontro acontece nos dias 16 e 17 de setembro e as chances de um corte de 0,25 pp nos juros subiu de 91,4% para 93,2% com a indicação.
Miran é pós-doutor em Economia pela Universidade de Harvard e também fez parte da equipe do primeiro mandato de Trump.
Atualmente é o principal economista da Casa Branca, responsável por aconselhar Trump sobre políticas econômicas e como apresentar essas decisões ao público.
Ele foi assessor sênior de política econômica no Departamento do Tesouro durante o primeiro mandato do republicano.
Pesquisador do Manhattan Institute, Miran foi coautor de um artigo com o economista Nouriel Roubini, em julho do ano passado, que alegava que o Departamento do Tesouro do governo do democrata Joe Biden havia manipulado a emissão de títulos dos EUA de forma a reduzir os custos reais de empréstimos na economia.
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