O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
O acordo vem sendo criticado pelo governo francês pelos potenciais impactos para a agricultura e o meio ambiente
Quando as autoridades do Mercosul fecharam o acordo comercial com a União Europeia, já sabiam que a aprovação nos parlamentos da UE não seria fácil — não foi à toa que as negociações duraram 25 anos.
Mas levou apenas um mês do anúncio do entendimento para que a primeira pedra aparecesse no caminho dos dois blocos: a França.
O país é conhecido por fazer oposição ao acordo entre o Mercosul e a UE sob alguns argumentos como os potenciais impactos para a agricultura e ao meio ambiente.
O presidente da França, Emmanuel Macron, reforçou nesta segunda-feira (6) que o acordo comercial UE-Mercosul não está finalizado e que o assunto "não foi encerrado".
Em discurso a diplomatas visando os planos para o ano, Macron disse que continuará a "defender a coerência dos nossos compromissos" no tema.
O alerta tem motivo: a França é um dos maiores produtores agrícolas da UE e deve ser bastante prejudicada pelo acordo, já que a América do Sul tem grandes produtores de grãos e alimentos.
Leia Também
Os trabalhadores alegam que haveria uma concorrência desleal, já que, segundo eles, a produção desses alimentos no Mercosul não está submetida aos mesmos requisitos ambientais e sociais, nem às mesmas normas sanitárias.
Além da França, outro país que já se manifestou contra o acordo é a Polônia. Áustria, Holanda e Itália também estão divididas sobre o assunto.
Vale lembrar que se a França conseguir influenciar um número suficiente de países-membros da UE, há chances de que o acordo não seja implementado.
Isso porque apesar do anúncio em dezembro do ano passado, o acordo ainda não possui nenhum efeito prático e imediato, e pode demorar até entrar em vigor.
Mesmo com o acordo assinado, ainda será necessário passar o texto final pela aprovação dos Legislativos dos países do Mercosul, do aval do Conselho Europeu (27 chefes de Estado ou de governo) e do Parlamento Europeu (720 votos).
*Com informações do Estadão Conteúdo e do G1
Apesar do desempenho estelar, a fabricante de chips ainda tem riscos à frente; entenda o que mexe com a ação da empresa
Motivo pelo qual o ouro se concentra em certas regiões do mundo e não em outras é considerado um mistério de longa data pelos cientistas, mas uma parte dessa resposta parece ter sido encontrada
Apesar de não chegarem a um acordo, o encontro foi o mais alto nível de interação presencial entre representantes do Irã e dos Estados Unidos
O investidor que previu a crise de 2008 não se intimidou com o apoio do republicano à empresa de software, e reafirma que a queridinha da IA vale menos da metade do preço de tela
Nem o céu foi limite para um norte-americano se tornar um multimilionário ao vender lotes de terreno na Lua
Disparada do petróleo após fechamento do Estreito de Ormuz pode dobrar arrecadação com imposto sobre produção
Apesar das incertezas com relação à evolução do conflito no Oriente Médio e à consequente sombra sobre a trajetória da inflação e dos juros no mundo, os investidores têm um caminho claro a seguir
Após ultimato e ameaça a infraestrutura iraniana, presidente dos EUA recua e abre janela de negociação mediada pelo Paquistão
O investidor estrangeiro está comprando a B3, mas não tudo, segundo o Itaú BBA; saiba por que os gringos já injetaram R$ 29,7 bilhões em ETFs brasileiros neste ano
Japão e a Coreia do Sul sofrem; Pequim respira com um alívio que mistura estratégia de longo prazo e uma ajudinha do combustível fóssil mais tradicional de todos
Jamie Dimon fala dos efeitos das guerras, da inteligência artificial e das regras bancárias na aguardada carta anual aos acionistas
Pix já funciona de maneira limitada em algumas localidades estrangeiras, mas Banco Central prepara internacionalização mais abrangente da ferramenta que tira o sono de Donald Trump
O anúncio ocorre após Trump fazer mais um ultimato ao Irã, sob a ameaça de destruir usinas de eletricidade e pontes do país persa
Os ataques ocorreram cinco semanas após os primeiros bombardeios dos Estados Unidos e de Israel no Irã
Comum a cristãos, judeus e a outras culturas, a Páscoa ganha tradições e adaptações muito diferentes ao redor do mundo
A quarta maior economia do mundo está sob cerco; entenda como a guerra entre EUA e Irã reacendeu traumas financeiros na Índia e o impacto para os mercados
Para Brett Collins, gerente de portfólio de crédito da gestora do Nomura, guerra no Irã é um dos maiores riscos para o mercado de crédito corporativo hoje, mas Trump deve evitar que ela se arraste
Brendan Ahern, CIO da KraneShares, diz onde o governo chinês acerta, onde erra e onde o Ocidente subestima Pequim — “esse é um caminho que não tem mais volta”
Missão Artemis 2 vai levar o homem de volta à órbita da Lua pela primeira vez em mais de 50 anos, mas um em cada três brasileiros jura que ele nunca esteve lá antes.
Participando de evento na universidade nesta segunda-feira (30), ele avalia falou sobre o futuro da política monetária com a guerra e a inflação batendo na porta do banco central norte-americano