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Versões em ouro, platina e diamantes transformam o iPhone em item de coleção, com preços comparáveis aos de um carro zero
Enquanto boa parte do mercado acompanha lançamentos, ofertas e parcelamentos sem juros, existe um nicho que ignora totalmente essa lógica. Nele, o iPhone não é avaliado por desempenho ou inovação tecnológica, mas por materiais raros, acabamento artesanal e exclusividade.
São aparelhos que ultrapassam os R$ 100 mil e, em versões extremas, chegam a cifras milionárias.
Produzidos artesanalmente em Dubai, os modelos da linha Goldgenie iPhone 17 não prometem mais velocidade, câmeras superiores ou bateria revolucionária. A proposta é outra: status, exclusividade e materiais que não aparecem nas vitrines da Apple.
O principal destaque da coleção é o iPhone 17 Pro Max revestido em ouro 24 quilates. Não se trata de detalhe ou banho: o aparelho recebe cobertura integral em ouro, com acabamento altamente reflexivo. A moldura e o logotipo da Apple são adornados com diamantes, aplicados com precisão quase cirúrgica.
Segundo a Goldgenie, cada unidade passa por um rigoroso controle de qualidade conduzido por mestres artesãos, em um processo que combina aço inoxidável polido, materiais raros e detalhes em cristal lapidado.
A marca promete entregar uma “obra-prima de design, meticulosamente trabalhada para cativar os sentidos”.
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Os preços partem de US$ 3.678 (cerca de R$ 20,2 mil), mas podem chegar a US$ 18.537 — mais de R$ 100 mil na conversão direta.
Para quem considera o ouro insuficiente, há o Platinum Carbon Diamond Edition.
O modelo une fibra de carbono de grau aeroespacial — leve, resistente e usada na aviação — com revestimento de platina em acabamento espelhado. O toque final fica por conta de diamantes VS1 genuínos, cravados no logotipo da Apple e na moldura.
A produção é limitada a apenas 99 unidades, todas numeradas individualmente no mundo. Nesse caso, o preço sobe para US$ 18,5 mil, algo próximo de R$ 102 mil.
Apesar do visual digno de um cofre suíço, os aparelhos mantêm exatamente as mesmas especificações técnicas dos iPhones vendidos oficialmente pela Apple. O que muda é o acabamento — e, claro, o preço.
A Goldgenie oferece versões com 1 TB ou 2 TB de armazenamento, além de outras opções de personalização, como ouro rosé, couro de crocodilo e cristais Swarovski.
Todos os modelos acompanham documentação original da Apple, certificado de autenticidade e superfície resistente a arranhões.
Os aparelhos são enviados para qualquer lugar do mundo em até sete dias úteis. Para iniciar a produção, é exigido um depósito de 50% antes do envio — mas quem paga o valor integral ganha prioridade na fila.
A marca também oferece algo raro até mesmo no mercado de luxo: garantia vitalícia relacionada às personalizações.
No fim das contas, esses iPhones não disputam espaço com outros smartphones. Eles competem com relógios suíços, bolsas de edição limitada e carros esportivos exclusivos.
A Goldgenie representa o topo do luxo “comprável” atualmente. Mas o mercado guarda verdadeiras lendas que elevam o iPhone ao status de peça única de coleção:
Considerado o celular mais caro do mundo, tem corpo em ouro 24k e um grande diamante rosa cravado na traseira.
Stuart Hughes iPhone 5 Black Diamond
Corpo em ouro 24k, cerca de 600 diamantes e um diamante negro de 26 quilates no botão frontal.
Ouro 24k e mais de 500 diamantes, em uma das séries mais icônicas do designer.
Outra joia funcional, com ouro e diamantes em abundância.
A marca russa ficou conhecida por versões temáticas com ouro 18k, diamantes, pedras preciosas e couro exótico.
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