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Estudo com 30 países revela que o Brasil continua na última posição em ranking de desempenho do retorno dos impostos à sociedade há mais de uma década
Você sente que seus impostos não trazem o retorno devido em áreas essenciais como educação, saúde e segurança? Infelizmente, você não está sozinho: o Brasil ainda é o país que menos reverte esses valores para melhorar a qualidade de vida de sua população em comparação com outras 29 nações.
Essa é a conclusão da 14ª edição do Índice de Retorno ao Bem-Estar da Sociedade (IRBES). O estudo, feito pelo Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação (IBPT), analisou 30 países com as maiores cargas tributárias dos últimos anos.
De acordo com o levantamento, o Brasil continua a apresentar um baixo retorno em bem-estar social em relação à arrecadação de impostos.
Dentre as nações com pior desempenho no retorno de impostos à sociedade, precedendo o Brasil (30º lugar), encontram-se países como Itália (29º), Áustria (28º), Luxemburgo (27º) e Bélgica (26º). Esse cenário é, em grande parte, atribuído à elevada carga tributária dos países europeus, segundo o instituto.
Nesse ranking, o Brasil fica atrás de países sul-americanos como Argentina (11º) e Uruguai (14º).
“Não podemos esquecer de reforçar que, desde a primeira edição do estudo, o Brasil tem se mantido em 30º lugar. Isso demonstra que o valor arrecadado com tributos continua sendo mal aplicado no país. Apesar de termos uma carga tributária alta, digna de países desenvolvidos como Reino Unido, França e Alemanha, o IDH [Índice de Desenvolvimento Humano] nacional reflete um desenvolvimento humano muito precário”, afirmou o presidente-executivo do IBPT e autor do estudo, João Eloi Olenike, em nota oficial.
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O levantamento também revela as nações que mais convertem seus impostos em bem-estar social.
A Irlanda se destaca, liderando o ranking pela sétima vez consecutiva, mesmo com uma ligeira redução no índice devido ao aumento da carga tributária em 2023. Na sequência aparecem Suíça (2º), Estados Unidos (3º) e Austrália (4º).
Um fato relevante trazido pelo estudo é a presença de Israel (5º) entre os cinco primeiros pela primeira vez — na edição anterior, o país estava em 10º lugar. A melhoria da posição de Israel no ranking, segundo Olenike, deve-se a “progressos notáveis”: a carga tributária diminuiu de 32,90% para 29,70% do PIB entre 2022 e 2023, e o IDH elevou-se de 0,915 para 0,927.
A tendência para os próximos anos, segundo o executivo, é a manutenção do cenário atual, com eventuais alterações pontuais, como a observada com Israel.
“Quanto ao Brasil, enquanto não tivermos cortes em gastos desnecessários, combate à corrupção e mais recursos destinados a áreas essenciais, dificilmente melhoraremos nossa posição. Só com menos desvios e mais investimentos em setores como educação, saúde, habitação, saneamento, pesquisa e segurança, poderemos corrigir essa rota”, conclui.
A classificação é estabelecida em ordem decrescente do valor do IRBES de cada nação. Um índice maior indica um retorno mais eficaz da arrecadação de impostos para a população.
O índice é composto pela soma da carga tributária do país (com peso de 15%) e do IDH, que recebe uma ponderação de 85%.
A carga tributária é a relação percentual entre a arrecadação total de tributos em todas as esferas (federal, estadual e municipal) e o valor do PIB (Produto Interno Bruto) no mesmo período.
O IDH, criado em 1990 pelo economista Mahbubul Haq e utilizado pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud) desde 1993, é uma medida comparativa padronizada de bem-estar social, incluindo riqueza, alfabetização, educação e expectativa de vida.
O estudo atribui maior peso ao IDH na composição do índice por considerá-lo mais representativo e significativo para o bem-estar social, independentemente da carga tributária.
Veja abaixo o ranking completo do IRBES:
Fonte: IBPT 2025
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