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Empresa chinesa está ingressando no segmento mais premium de celulares e visa a tirar participação de mercado da concorrente coreana

Focada na venda de smartphones de baixo e médio preço, a chinesa Xiaomi, hoje com atuação global e forte presença na Europa, lançou neste domingo (2) seus mais novos modelos de celulares para bater de frente com a líder de mercado Samsung, durante o Mobile World Congress, em Barcelona, na Espanha.
O Xiaomi 15 e o Xiaomi 15 Ultra são equipados com a plataforma móvel Snapdragon 8 Elite, da Qualcomm, um dos processadores mais modernos do mercado. O modelo 25 Ultra vem ainda com uma câmera de especificações melhores e uma tela maior.
O Xiaomi 15 parte de um preço de 999 euros (US$ 1.047, o equivalente a R$ 6.194), e o 15 Ultra parte de 1.499 euros (US$ 1.571, o equivalente a R$ 9.294).
"A Xiaomi tem sido muito bem-sucedida em construir sua marca com tecnologia de preços mais acessíveis, mas agora está subindo na escala de valor à medida em que migra para dispositivos mais premium, e isso se enquadra bem no mercado europeu, onde vemos um público afluente", disse o analista-chefe da CCS Insight, Ben Wood, à CNBC.
Em 2024, as vendas globais de smartphones Xiaomi cresceram 15,4% na comparação com o ano anterior, superando as rivais, incluindo Samsung e Apple, de acordo com a International Data Corporation (IDC). A participação de mercado da companhia no mundo cresceu de 12,5% em 2023 para 13,6% em 2024.
No ano passado, a Xiaomi ingressou ainda no segmento de veículos elétricos com o seu modelo SU7, disponível por enquanto apenas na China. Uma versão premium deste modelo, o SU7 Ultra, foi lançado no país asiático nesta semana.
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Durante o Mobile World Congress neste domingo, o presidente da Xiaomi, William Lu, disse que a companhia pretende vender seus veículos elétricos fora da China "nos próximos anos".
As ações da Xiaomi dispararam quase 300% na bolsa de Hong Kong nos últimos 12 meses, tendo atingido recorde de alta na última semana.
Ainda assim a empresa encara um grande desafio no mercado de smartphones, onde a concorrência está grande, sobretudo no segmento mais premium.
*Com informações da CNBC.
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