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Cinco anos após o escândalo da cervejaria em Belo Horizonte, vítimas seguem sem indenização
A adulteração de bebidas alcoólicas com metanol provocou pânico em frequentadores de bares de São Paulo e do país após a morte de pelo menos seis pessoas. Além das fatalidades, o governo confirmou 33 casos de intoxicação e descartou 339.
Apesar da abrangência, esse não foi o primeiro episódio de contaminação em bebidas no Brasil. Em 2020, um grave acidente na Cervejaria Becker, em Belo Horizonte, vitimou 10 pessoas e deixou ao menos mais 19 com sequelas permanentes.
Reportagem da Agência Pública, publicada nesta quinta-feira, revela que, cinco anos depois do episódio, as vítimas esperam indenizações enquanto sócios vivem em imóvel de R$ 5 milhões.
Desde 2023, a Associação das Vítimas de Intoxicação por Dietilenoglicol, criada após a contaminação da cerveja Belorizontina, segue praticamente paralisada. O grupo reúne pessoas afetadas pela tragédia.
Segundo Vanderlei Oliveira, presidente interino da associação, acordos judiciais com a cervejaria Backer não foram cumpridos, e nem mesmo a contabilidade prometida pela empresa está em dia. O ex-presidente da associação, Ney Martins, morreu em 2024 devido às consequências da intoxicação.
Enquanto isso, os donos da Backer — Ana Paula Lebbos e os sobrinhos Hayan e Munir Khalil Lebbos — mantêm patrimônio considerável, segundo a apuração da reportagem.
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Hayan e Munir vivem em um apartamento de luxo em Belo Horizonte avaliado em cerca de R$ 5 milhões. A família ainda possui outros imóveis, entre casas, apartamentos, salas comerciais e terrenos em Betim, Contagem e Belo Horizonte.
Alguns desses bens foram usados como garantia em processos de recuperação judicial, mas outros permanecem disponíveis.
O site lembra que o acordo judicial de 2023 previa que a Backer arcaria com as indenizações e tratamentos de saúde das vítimas, transferindo inclusive uma fazenda em Perdigão para gerar recursos.
Até hoje, porém, o loteamento da propriedade não começou e muitos intoxicados deixaram de receber auxílio mensal da empresa.
Vanderlei Oliveira, que precisou de um transplante de rim, teve de contrair empréstimos para custear seu tratamento, que inclui medicamentos, fisioterapia e fonoaudiologia.
A Backer retomou suas atividades, mantendo a marca belorizontina fora do catálogo, mas vendendo outras bebidas e operando bares e restaurantes.
Parte das vítimas abriu ações individuais contra os sócios da cervejaria, discordando do acordo firmado com o Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), que garantiu a extinção da ação civil, mas manteve a empresa como responsável pelas indenizações, preservando o patrimônio da família.
Advogado das vítimas, Guilherme Leroy estima que os pagamentos não devem começar antes de 2030.
No âmbito criminal, a Agência Pública informa que Ana Paula, Hayan e Munir são acusados de homicídio culposo, adulteração de bebidas, crimes contra o consumidor e lesão corporal grave, com processo aguardando decisão judicial.
Os patriarcas da família, Halim e Munir pai, não foram denunciados, embora tenham histórico de problemas com a Justiça, incluindo formação de quadrilha, apropriação indébita e sonegação fiscal.
Dez pessoas tiveram a prisão preventiva decretada, entre elas Halim e Munir. Eles também foram obrigados a ressarcir os cofres do estado pelos impostos sonegados.
A defesa da família se diz confiante na absolvição, argumentando que a perícia não demonstrou conduta criminosa.
Para Vanderlei Oliveira, contudo, a condenação dos sócios seria essencial para dar algum alívio às vítimas e às famílias das pessoas que morreram.
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