O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Em agosto do ano passado, a Força Aérea do Uruguai firmou um contrato com a Embraer para adquirir uma aeronave, com a possibilidade de adquirir mais cinco
Depois de um ano liderando o ranking das melhores performances do Ibovespa, tudo indica que a Embraer (EMBR3) deve continuar voando em céu de brigadeiro em 2025. Nesta terça-feira (14), a companhia anunciou mais um pedido de aeronaves de defesa.
Em comunicado à Comissão de Valores Mobiliários (CVM), a fabricante de aeronaves informou que a Força Aérea Uruguaia (FAU) converteu cinco opções de aeronaves de ataque leve e treinamento avançado A-29 Super Tucano.
Em agosto do ano passado, a Força Aérea do Uruguai firmou um contrato com a Embraer para adquirir uma aeronave, com a possibilidade de adquirir mais cinco. Agora, a solicitação das cinco unidades foi formalizada e a venda concluída.
De acordo com a Embraer, o acordo também inclui equipamentos de missão, serviços de logística integrada e um simulador de voo. O contrato faz parte de um programa de renovação da frota para expandir a capacidade operacional da FAU.
“O relacionamento entre a Embraer e a Força Aérea Uruguaia vem crescendo e estamos particularmente satisfeitos em anunciar este acordo no ano em que celebramos 50 anos do primeiro contrato de exportação da Embraer, para o Uruguai”, afirma Bosco da Costa Junior, presidente e CEO da Embraer Defesa & Segurança.
VEJA MAIS: Evento ‘Onde Investir em 2025’ reúne os grandes nomes do mercado financeiro com recomendações de como buscar ganhar dinheiro neste ano – assista aqui
Leia Também
Segundo a Embraer, o A-29 Super Tucano é líder mundial em sua categoria, com mais de 290 pedidos.
Atualmente, 18 forças aéreas já adquiriram a aeronave, que normalmente é usada para diversas missões, principalmente para controle de atividades ilícitas, monitoramento de fronteiras, reconhecimento e treinamento avançado.
Em dezembro, a Embraer recebeu outros dois pedidos A-29 Super Tucanos. O Ministério da Defesa Nacional de Portugal encomendou 12 A-29Ns, enquanto outro cliente não revelado encomendou mais seis aeronaves do tipo.
Os pedidos foram incluídos na carteira de encomendas do quarto trimestre de 2024 e as entregas devem ocorrer em 2026.
Além do Uruguai, outros países da América do Sul, como Brasil, Chile, Colômbia, Equador e Paraguai, também utilizam o caça.
Na esteira dos novos pedidos de aeronaves, as ações da Embraer terminaram em alta nesta terça-feira (14). Os papéis EMBR3 subiram 0,62%, negociados a R$ 56,90.
Esse cenário de alta, aliás, permeou todo o ano de 2024 da Embraer, cujo papel mais do que dobrou de valor, com uma alta acumulada de 150,96% no período.
A performance robusta da companhia no ano passado é resultado de uma combinação dos lucros acima do esperado nos resultados trimestrais e expectativas do mercado sobre o desempenho futuro da fabricante de aeronaves no mercado global de aviação.
Outro fator é que a Embraer é considerada uma das principais opções na bolsa para investidores que buscam proteção contra a depreciação do real, devido à sua atuação como empresa exportadora, com a maior parte de suas receitas denominadas em dólares.
Após anos de pressão no caixa, empresa se desfaz de ativo-chave e aposta em modelo mais leve; entenda o que muda na estratégia
Parte do mercado acredita que essa valorização poderia ser ainda maior se não fosse pela Alea, subsidiária da construtora. É realmente um problema?
Relatório do Safra mapeia impactos no setor e aponta as elétricas mais expostas ao clima; confira a tese dos analistas.
Parceria com a Anthropic prevê até US$ 100 bilhões em consumo de nuvem e reforça estratégia em infraestrutura
Com passagens aéreas pressionadas, ônibus ganham espaço — e a fabricante entra no radar de compra dos analistas
Banco aposta em fundo com a Quadra Capital para estancar crise de liquidez enquanto negocia reforço bilionário de capital
Uma oferece previsibilidade enquanto a outra oferece retorno quase direto do aumento de preços; entenda cada tese de investimento
Safra vê 2026 como teste para o setor bancário brasileiro e diz que lucro sozinho já não explica as histórias de investimento; veja as apostas dos analistas
O banco britânico também mexeu no preço-alvo dos papéis negociados em Nova York e diz o que precisa acontecer para os dividendos extras caíram na conta do acionista
Até então, os papéis eram negociados em lotes de 1 milhão, sob o ticker AZUL53; para se adequar às regras da B3, a aérea precisou recorrer ao grupamento
O banco prevê um preço-alvo de US$ 237, com um potencial de valorização de aproximadamente 20% em relação às cotações atuais
Acordo com a PGFN corta passivo de R$ 631,7 milhões para R$ 112,7 milhões e dá novo fôlego à reestruturação da companhia
Venda do controle abre nova fase para a petroquímica, com Petrobras e IG4 no centro da governança e desafios bilionários no horizonte
Bloqueio impede saída do acionista francês em momento de pressão financeira e negociação de dívidas
A transação prevê o desembolso de US$ 300 milhões em caixa e a emissão de 126,9 milhões de ações recém-criadas da USA Rare Earth
No acumulado de 12 meses, a carteira semanal de ações recomendada pela Terra Investimentos subiu 94,90% contra 51,81% do Ibovespa
Com dívidas de R$ 4,3 bilhões, grupo terá fiscalização rígida da PwC após indícios de irregularidades; investidores devem acompanhar prazos cruciais para reaver valores devidos
Decisões judiciais passaram a atingir bens pessoais e até direitos hereditários de sócios, em meio ao avanço de investigações e ações de investidores que buscam recuperar recursos após suspeitas de pirâmide financeira
Nova projeção para o petróleo melhora cenário global, mas Bank of America vê na estatal uma combinação que outras empresas na América Latina não conseguem replicar
O BTG Pactual analisou os preços de 25 mil itens das marcas Vivara, Life e Pandora entre março e abril, para entender como elas têm reagido aos aumentos de custos