O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
O “Oráculo de Omaha” deixou claro que a palavra final sobre as operações da empresa e a aplicação de capital caberia a Abel quando a transição ocorresse
Após o anúncio do lendário investidor Warren Buffett, de 94 anos, sobre sua saída da Berkshire Hathaway, o conselho da companhia bateu o martelo no domingo (4) e votou unanimemente para nomear Greg Abel como novo CEO a partir de 2026, segundo informações da rede CNBC.
Porém, os investidores não darão adeus a Buffett. O “Oráculo de Omaha” seguirá como presidente do conselho (chairman) no ano que vem, ajudando Abel com quaisquer grandes oportunidades de aquisição que possam surgir em mercados voláteis no futuro.
Ainda assim, Buffett deixou claro que a palavra final sobre as operações da empresa e a aplicação de capital caberia a Abel quando a transição ocorresse. Vale lembrar que ele já havia sido designado para suceder o bilionário como CEO desde 2021.
A permanência do megainvestidor também traz maiores garantias da estabilidade da Berkshire Hathaway em um momento de incertezas econômicas.
“Acredito que eu poderia ser útil em certos aspectos, se nos deparássemos com períodos de grande oportunidade ou algo assim”, disse o bilionário no sábado, durante conferência com investidores da holding.
Apesar de Buffett ter sido mantido na presidência do conselho de administração da Berkshire, a saída do “Oráculo de Omaha” do cargo de CEO da empresa pesa nas ações nesta segunda-feira. Por volta das 10h (horário de Brasília), os papéis da Berkshire Hathaway caíam 2,89%, no pré-mercado de Nova York.
Leia Também
O megainvestidor anunciou a aposentadoria ao fim da conferência com investidores no último sábado (3).
“Amanhã, teremos uma reunião do conselho da Berkshire, e temos 11 diretores. Dois dos diretores, que são meus filhos, Howie e Susie, sabem do que vou falar lá. Para os demais, isso será novidade, mas acho que chegou a hora de Greg se tornar o CEO da empresa no final do ano”, disse Buffett, nos minutos finais da reunião.
O bilionário afirmou, ainda, que não venderia nenhuma das ações da Berkshire. “A decisão de manter todas as ações é uma decisão econômica, porque acredito que as perspectivas da Berkshire serão melhores sob a gestão de Greg do que a minha”, afirmou.
Os comentários do “Oráculo de Omaha” foram seguidos de um longo aplauso, com o público em pé.
Buffett vinha se mantendo em silêncio sobre os últimos acontecimentos que abalaram os EUA e o mercado financeiro global, porém o megainvestidor foi questionado durante a reunião e aproveitou para opinar sobre o tarifaço de Donald Trump.
Primeiro, sem mencionar o presidente norte-americano, criticou a ideia de tarifas e protecionismo comercial, afirmando que “o comércio não deve ser uma arma”.
“Nos Estados Unidos, devemos buscar negociar com o resto do mundo. Devemos fazer o que fazemos de melhor, e eles devem fazer o que fazem de melhor”, afirmou Buffett.
Além disso, o bilionário reforçou que continua apostando tudo nos EUA, apesar da crescente preocupação dos investidores com a direção da economia do país.
Resultado do primeiro trimestre do ano sinaliza retomada no vestuário e afasta dúvidas sobre problemas estruturais na operação
Expansão continua forte, mas avanço do crédito e aumento de provisões colocam qualidade dos resultados em xeque; o que dizem os analistas agora?
Lucro vem em linha, ROE segue elevado, mas ações caem após balanço; entenda se “fazer o básico” já não basta para o mercado
Milton Maluhy Filho afirma que aposta em ajuste fino no crédito e foco em clientes “certos”; veja a estratégia do CEO do banco
Com o acordo, a maior parte da dívida renegociada será paga apenas a partir de 2031, o que ajuda o caixa da empresa, mas há risco de diluição da participação no futuro
Mercado prevê que banco deve se destacar na temporada, com avanço de lucro e melhora operacional. Veja o que esperar do balanço dos três primeiros meses de 2026
Companhia vende participação no Shopping Curitiba, aumenta fatia em ativos estratégicos e faz permuta para turbinar desempenho operacional
O balanço mostrou crescimento operacional, melhora de rentabilidade e reversão da queima de caixa, em meio à continuidade dos ajustes na divisão de casas pré-fabricadas
Lucro cresce, ROE segue elevado, mas banco reforça disciplina em meio a sinais de pressão no crédito; confira os destaques do balanço
O Citi vê resultados mais fortes puxados por produção e petróleo, mas mantém cautela com a estatal e enxerga mais potencial de valorização em petroleiras independentes
Qualidade da subscrição surpreende e garante avanço das ações nesta terça-feira (5), mas incerteza sobre crescimento de prêmios ainda divide os grandes bancos sobre o que fazer com os papéis
A empresa entregou aumento no volume de cerveja, principalmente no Brasil, melhora de margens e ganhos estimados de participação em vários mercados
Nova empresa do grupo Bradesco nasce com números robustos, mas CEO Carlos Marinelli revela qual será o grande motor de crescimento futuro
Pressão de dividendos e crédito mais desacelerado devem aparecer no desempenho dos três primeiros meses do ano; analistas revelam se isso compromete a visão de longo prazo para o banco
O banco avalia que, apesar da pressão, algumas construtoras e incorporadoras ainda contam com receitas sustentadas por vendas fortes registradas nos últimos meses, o que deve ajudar nos balanços
Após anos de tentativa e uma reestruturação profunda, a Saint-Gobain finalmente assinou a venda da Telhanorte. Saiba o que motivou a saída da gigante francesa do varejo brasileiro.
Empresa já destinou R$ 30 milhões à recompra e destaca indicador atrelado ao Bitcoin para medir retorno ao acionista
Com o aval da Justiça, a empresa agora tem o caminho livre para reorganizar um passivo de R$ 1,3 bilhão
Enquanto a BradSaúde divulga seus primeiros números oficiais consolidados, a Odontoprev entrega um lucro de R$ 151 milhões; confira outras linhas do balanço
No ano, a seguradora do Banco do Brasil vive questionamentos por parte do mercado em meio à queda dos prêmios da BrasilSeg, também agravada pela piora do agronegócio