O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
No cargo desde 2016, José Maria Alvarez-Pallete teria o mandato renovado daqui alguns meses
A gigante espanhola das telecomunicações Telefônica – dona da Vivo no Brasil – começa o ano de 2025 com um novo nome no comando.
Após uma reunião extraordinária no sábado passado (18), o conselho da companhia definiu: quem assume o lugar de José Maria Alvarez-Pallete, que estava no posto desde 2016, é Marc Murtra, presidente da empresa de defesa Indra.
A história é cheia de detalhes e envolve até mesmo o governo da Espanha.
Fontes familiarizadas com o assunto disseram à Reuters que quem fez o pedido para a troca de CEO foi o fundo estatal Sepi (Sociedade Estatal de Participações Industriais, na tradução em português), que é acionista tanto da Indra quanto da Telefônica.
Em 2024, o fundo comprou 10% das ações da empresa de telecomunicações para contrabalancear a compra feita pela empresa Saudi Telecom Company (STC) em outubro de 2023, que também adquiriu 10% dos papéis. Com isso, o governo tornou-se um dos tomadores de decisão da telecom.
Quanto à empresa de defesa, o Sepi é dono de 28% do capital.
Leia Também
Alvarez-Pallete teria o mandato renovado neste ano no encontro anual de acionistas, que geralmente ocorre em abril ou maio.
A decisão ainda precisa ser ratificada pelos investidores, segundo informou a Telefônica.
Nos últimos anos, a Telefônica, assim como outras concorrentes na Europa, enfrentou uma pressão sobre a lucratividade devido à intensa concorrência e à necessidade de investimentos substanciais em infraestrutura para a tecnologia 5G.
A empresa tem vendido participações em negócios mais maduros, como cabos submarinos ou torres de telefonia móvel, e operações menores na América Latina para financiar o 5G e a fibra óptica.
* Com informações da Reuters.
Medidas estudadas pela Casa Branca para ampliar importações de carne bovina deram fôlego às ações da companhia e movimentaram o setor frigorífico
Para Renato Cohn, primeira abertura de capital desde 2021 pode destravar o mercado brasileiro — e banco vê apetite mesmo com juros altos e tensão global
Ações da mineradora avançam mesmo com o mau humor dominando a bolsa brasileira nesta segunda-feira (11)
Lucro acima do esperado não impede queda das units do banco neste pregão; confira o que dizem os analistas sobre o resultado
Primeira parcela faz parte do pacote de R$ 4,3 bilhões aprovado pela elétrica para remunerar acionistas em 2026
Nova estratégia combina crescimento acelerado com ROE em alta, e coloca o banco em um novo patamar de cobrança; veja os detalhes
Além da Fast Shop, o Ministério Público identificou mais empresas que foram beneficiadas pelo esquema, incluindo a Ultrafarma
Com crescimento equilibrado entre móvel, fibra e digital, Telefônica Brasil entrega lucro de R$ 1,2 bilhão no 1T26; veja os destaques do resultado
O balanço do BTG trouxe lucro em expansão e rentabilidade em alta; confira os principais números do trimestre
Mercado espera crescimento da receita, Ebitda bilionário e mais uma rodada de proventos para os acionistas da estatal; confira as projeções
A semana teve mudanças relevantes em Axia Energia (AXIA3), Tenda (TEND3) e Cemig (CMIG4)
Ex-presidente da B3 e ex-diretor do Santander, Gilson Finkelzstain foi escolhido em março para substituir Mario Leão no comando do banco no Brasil
Nesta sexta-feira (8), as ações da estatal completaram cinco sessões de quedas consecutivas, acompanhando a forte desvalorização do Brent na semana
Lucro cresceu 13,2% no primeiro trimestre, e bancos seguem vendo espaço para avanço dos dividendos
Com receita mais diversificada e aposta em Wealth, banco tenta reduzir volatilidade enquanto espera queda dos juros, afirma Vinicius Carmona ao Seu Dinheiro
De acordo com a empresa, a gestão de Reynaldo Passanezi Filho, que deixa o cargo, foi marcada por um ciclo de crescimento da companhia, avanços em eficiência operacional e investimentos em níveis recordes
Fenômeno com a Carmed e cada vez mais pop nas redes, a farmacêutica viu margens pressionadas, estoques travados e queima de caixa em 2025. Agora, tenta equilibrar crescimento acelerado com disciplina financeira
A varejista teve prejuízo líquido de R$ 55,2 milhões no primeiro trimestre de 2026, revertendo o lucro de R$ 12,8 milhões registrado no mesmo período do ano passado, em meio à pressão da Selic elevada sobre as despesas financeiras
Após um 1T26 pressionado, Ricardo Moura aposta em melhora gradual da rentabilidade — sem abrir mão do conservadorismo
Petroleira pagará R$ 0,34 por ação em juros sobre capital próprio e também informou avanço nas negociações com a Brava Energia