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Com uma temporada forte de resultados se aproximando, o desempenho dos papéis das empresas do setor do vestuário já estão refletindo boa parte desse efeito
O setor de vestuário está um arraso neste ano — e não é só nas passarelas, segundo o Itaú BBA. Em relatório divulgado nesta segunda-feira (21), o banco de investimentos classificou o segmento como uma surpresa positiva no primeiro semestre de 2025.
A combinação de fatores contribuiu para o “look de matar” das varejistas, incluindo receitas e margens brutas favoráveis e uma concorrência mais suave com rivais internacionais, abrindo espaço para revisões positivas de lucro ao longo do período, de acordo com os analistas do banco.
O BBA aumentou as estimativas de lucro para 2026 para Lojas Renner (LREN3) para 11,7 vezes o preço sobre o lucro (P/L), C&A (CEAB3) para 10 vezes e Guararapes (GUAR3), dona da Riachuelo, para 7,9 vezes, ajustado pela subvenção de ICMS e créditos fiscais.
Com uma temporada forte de resultados se aproximando — e o desempenho das ações já refletindo boa parte disso —, os investidores começam a olhar além do segundo trimestre.
Os próximos dois meses serão cruciais para entender a resiliência do segmento e, ainda mais importante, ajudar a ancorar as estimativas para 2026, segundo o Itaú BBA, que já tem sua favorita no setor.
A C&A ainda busca ajustar o caimento para brilhar tanto quanto a Renner — e bastaria seguir as tendências da rival para transformar o visual e os resultados, na visão do Itaú BBA.
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A tese ganha força com um cenário promissor de ganhos de produtividade, afirmam os analistas. Caso a C&A feche a lacuna nas vendas de vestuário em lojas físicas em relação à Renner, o lucro poderia crescer até 56% já em 2025, sem aumento proporcional das despesas.
No comparativo, a LREN3 ainda é 24% mais produtiva do que a favorita do BBA nesse segmento. Considerando também as vendas online e a categoria de beleza, a diferença sobe para 38%.
“Se fecharmos essa segunda lacuna, o lucro quase dobraria, sendo cerca de 92% maior”, dizem os analistas em relatório.
Essa estimativa parte do princípio de que a companhia mantenha a disciplina de custos observada nos últimos dois anos. Para os analistas, não há motivo para acreditar que a C&A não seja capaz de atingir esse objetivo ao longo do tempo.
Com isso, a recomendação para as ações da varejista segue em “compra”, com preço-alvo para dezembro de R$ 21.
Depois de tropeçar no fim de 2024, a Lojas Renner reapareceu com um visual ajustado e surpreendeu no primeiro semestre. Mas o mercado ainda não tem certeza se o figurino é de coleção ou apenas de ocasião, segundo o Itaú BBA.
Os analistas destacam que as receitas superaram as expectativas, e a empresa entregou margens sólidas mesmo enfrentando adversidades cambiais. Com esse cenário, as expectativas de lucro para o próximo ano foram revisadas em 15%.
Ainda assim, o BBA ressalta que parte desse bom momento foi favorecido por ventos macroeconômicos, e que, com as ações já acumulando alta de 50% no ano e estão negociando com prêmio frente aos concorrentes, o momento pede sinais mais consistentes no segundo semestre.
“Preferimos esperar por mais evidências de que esse momento é totalmente sustentável antes de nos empolgarmos mais com as ações.”
Por isso, a recomendação permanece neutra para LREN3, com preço-alvo para 2025 de R$ 19.
A vitrine diz muito sobre as roupas penduradas nos cabides de uma varejista, inclusive o preço. No caso da dona da Riachuelo, a etiqueta de “saldão” chama a atenção — com um caimento que agrada quem busca valor, segundo o Itaú BBA.
A Guararapes vem mostrando receita forte, ainda que se beneficie relativamente menos do inverno mais frio devido à sua exposição à região Nordeste, que concentra 20% das suas lojas.
Mas foi a resiliência da margem bruta que se mostrou o diferencial importante em um setor tão sensível a custos.
“A exposição a públicos de renda mais baixa limita o fechamento da lacuna de produtividade em relação à concorrência, mas também mostra o tamanho do potencial de crescimento. Isso levou à revisão positiva de 40% no lucro projetado para 2026”, afirmam os analistas do banco.
Com um P/L de 8 vezes — o mais baixo entre os pares — a recomendação do BBA é de compra, com preço-alvo para dezembro de R$ 12.
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