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Conforme adiantado pelo Seu Dinheiro em reportagem exclusiva, o Patria está se preparando para zerar sua posição na rede de academias
As negociações da Smart Fit (SMFT3) começaram mais tarde nesta quarta-feira (19). A B3 estendeu o leilão de abertura das ações da rede de academias até às 11h (horário de Brasília), — e esse atraso está relacionado ao início de uma movimentação do Patria Investimentos.
Conforme adiantado pelo Seu Dinheiro em reportagem exclusiva, a gestora está se preparando para zerar sua posição na rede de academias e, nesta manhã, deu mais um passo em direção à porta de saída. Segundo o Valor Econômico, o Patria fechou um contrato com o Bank of America (BofA) para vender 36 milhões de ações da Smart Fit neste pregão.
A operação representa pouco mais da metade da atual posição da gestora na companhia e foi realizada em blocos, no chamado block trade.
Assim, a primeira operação, que adiou a abertura para 10h15 envolvia, foram vendidos 145 mil papéis a R$ 27, totalizando R$ 3,9 milhões. Já a segunda operação, que atrasou o início das negociações para as 11h, envolveu 32.298.400 ações, a R$ 23,30, totalizando R$ 752,5 milhões.
A terceira movimentação, que também estendeu o leilão para as 11h, contou com 60 ações, a R$ 23,85, de acordo com comunicados da Agência Bovespa, totalizando R$ 1.431. A estimativa é que a saída do Patria da Smart Fit possa movimentar cerca de R$ 2 bilhões.
Com as negociações iniciadas, as ações da Smart Fit abriram o dia em alta. Por volta de 13h10, SMFT3 subia 1,93%, a R$ 24,32. Enquanto isso, o Ibovespa registrava queda de 0,52%, aos 155.710 pontos.
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O Patria é um investidor histórico da Smart Fit, que realizou aportes em 2012 e 2019, chegando a deter mais de 40% da companhia. Porém, desde 2022, a gestora vem reduzindo sua fatia no negócio de private equity.
Naquele ano, a gestora promoveu uma oferta subsequente de ações (follow-on), levantando R$ 600 milhões com a venda de parte da sua fatia.
Em julho de 2023, o Patria se desfez de 2,6% do capital por meio de um leilão na B3. Já a operação desta quarta é a segunda venda de participação em bloco realizada pelo Patria neste ano. Em maio, a gestora vendeu 98,5 milhões de papéis, em um leilão que movimentou R$ 2,3 bilhões. Na época, a posição da gestora na companhia caiu de 30,1% para 13,6%.
Com a venda, o Patria deixou de ser o principal acionista da companhia, posição que passou a ser ocupada pela família Corona, fundadora da rede de academias.
Após a operação, a gestora havia estabelecido compromisso de não vender as ações remanescentes pelos próximos seis meses, prazo que acaba de vencer.
De acordo com a Smart Fit, o Patria detém hoje 12,9% da empresa na composição acionária atual, com pouco mais de 77 milhões de ações. Já a família Corona tem 14,9% de participação com cerca de 88,8 milhões de papéis.
Mesmo com a venda de ações pelo Patria, ainda é hora de comprar os papéis da Smart Fit, de acordo com o JP Morgan.
“No contexto geral, vemos essa possível venda de ações mais como um peso temporário no preço do que como uma indicação de que o patrocinador financeiro está saindo, dada a limitada valorização futura. Assim, acreditamos que um possível desconto representaria uma boa oportunidade de entrada”, escreveram os analistas do JP Morgan em relatório na última quarta-feira (12).
O banco destaca que segue vendo uma avenida de crescimento significativa para a Smart Fit, que tem o potencial de quase dobrar a presença no Brasil e no México, além da possível inclusão de novas geografias — incluindo a Argentina — na América Latina.
Além disso, o JP Morgan também tem previsão de crescimento robusto no lucro por ação (EPS, na sigla em inglês), que deve apresentar um aumento anual composto de mais de 30% nos próximos cinco anos.
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