O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
No início de julho, o governo Lula zerou o IPI de carros leves e menos poluentes, o que pode representar um grande desafio para a Localiza. Isso ajuda a explicar a queda de 12% na bolsa no mês
A Localiza (RENT3) tem passado por estradas sinuosas de uns tempos para cá. Com queda de cerca de 12% no mês e um ceticismo cada vez maior entre os investidores, o Itaú BBA enxerga que o caminho da companhia ainda pode ser esburacado daqui para a frente.
Um dos motivos por trás do desempenho recente e do desânimo do mercado em relação a RENT3 envolve a redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para carros populares.
No segundo trimestre, a locadora de veículos deve anunciar uma perda contábil (write-off) de até R$ 1 bilhão relacionada à medida, segundo analistas do banco que conversaram com investidores, com impacto nos lucros já esperado para o balanço do terceiro trimestre.
No começo de julho, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva assinou o decreto nº 12.549 para a criação do programa Carro Sustentável, que zera as alíquotas de IPI de veículos econômicos, menos poluentes e produzidos em solo nacional até dezembro de 2026.
Alguns dos modelos mais populares nas ruas brasileiras entram nessa mudança. Veículos como o Chevrolet Ônix, Renault Kwid, Hyundai HB20 e Volkswagen Polo estão entre os que terão as alíquotas zeradas, segundo o governo.
Assim, esses modelos devem ficar mais baratos nas concessionárias — e isso é um problema para a Localiza, que também revende seminovos e usados que já pertenceram à frota de locação.
Leia Também
Com a queda no preço final do produto, o valor de revenda dos estoques da locadora de veículos pode ser inferior ao valor que a empresa inicialmente registrou em seus balanços.
De acordo com os analistas do Itaú BBA, os investidores temem um rombo entre R$ 750 milhões e R$ 1 bilhão, o que implicaria em até 2% do valor da frota líquida da Localiza.
Mas isso pode não ser o suficiente para ancorar as expectativas de depreciação para os próximos trimestres, já que os fabricantes de veículos podem acabar oferecendo mais descontos de preços do que os previstos com a redução do IPI.
Além disso, o mercado de locação de carros enfrenta crescentes preocupações em relação aos volumes de aluguéis para os próximos anos. Para 2025, o banco aponta que o mercado já projeta uma queda de 2% a 5% nos volumes de locação em comparação ao ano anterior.
E uma possível desaceleração da economia pode piorar ainda mais as coisas.
Mesmo assim, o banco mantém a recomendação de compra para os papéis da Localiza, mas deixa claro que é um nome de alta volatilidade.
“Alguns podem acreditar que o valor de R$ 30 por ação representaria um ponto de entrada atraente, pois a avaliação seria de 8,5 vezes preço sobre lucro para 2026, assumindo a faixa inferior das expectativas de lucro que vimos até agora (R$ 3,7 bilhões)”.
No setor, a ação preferida do banco é a da Marcopolo (POMO4).
Regulador cita fragilidade financeira e descumprimento de normas; confira os detalhes
Mais enxuta e com mudanças no conselho e composição acionária, a empresa está pronta para sua nova fase; no entanto, investidores ainda esperam aumento nas receitas para dizer que o risco de investir na companhia, de fato, caiu
Para os analistas, a incorporadora mantém disciplina em meio ao aperto do setor imobiliário e ainda pode dobrar de valor
As duas companhias detalharam nesta quarta-feira (29) os proventos que serão distribuídos aos acionistas; confira prazos e condições para receber
O Mercado Livre foi incluído na lista pelo avanço de sua operação financeira, concentrada no Mercado Pago, enquanto o Nubank foi destacado por combinar expansão em larga escala com rentabilidade e avanço em mercados regulados
Resultado do 1T26 frustra expectativas, enquanto banco reforça estratégia mais conservadora; o que fazer com as ações agora?
Lucro da mineradora cresce no 1T26, mas pressão de custos e Ebitda considerado fraco pelo mercado limitam reação positiva das ações; saiba o que fazer com relação aos papéis agora
Os papéis da companhia entraram em leilão na manhã desta quarta-feira (29) por oscilação máxima permitida, e voltaram a ser negociadas com alta de quase 5% na esteira do balanço do primeiro trimestre
Cerca de 77% dos usuários do Mercado Livre também compram na Shopee. A sobreposição entre a plataforma argentina e a norte-americana Amazon também é grande, de 49%.
Alta nos impostos pressiona lucro agora, mas pode destravar capital e impulsionar resultados, afirma Mario Leão; confira a visão do CEO do banco
A queda já era, de maneira geral, esperada. Segundo o JP Morgan, havia mais espaço para frustração do que para surpresas positivas, de acordo com relatório do meio de abril, mas movimento é cíclico
A estatal também assinou um novo acordo de acionistas com a Shine I, fundo de investimentos gerido pela IG4, que está adquirindo a participação de controle da Novonor na Braskem
Em meio a um início de ano mais fraco, lucro vem abaixo do esperado e rentabilidade perde fôlego no início de 2026; veja os destaques do balanço
Para quem carrega os papéis da companhia na carteira, o valor se traduz em cerca de R$ 0,108 por ação ordinária
Projeções da Bloomberg indicavam expectativas de alta em resultado anual, mas queda referente ao 4T25
Na prática, o investidor que terminou o pregão desta terça-feira (28) com um papel da Sabesp na carteira acordará com cinco ações
Fundo quer conservar e reflorestar 270 mil hectares na América Latina com investidores de peso; gestora também estima aumento na geração de empregos
Analistas veem ganhos claros para a Brava com operação, citando reforço no caixa e alívio na dívida — mas o outro fator incomoda os investidores
Os resultados mostram que o cenário de consumo ainda está frágil, com juros altos e endividamento das famílias
Mercado espera resultado mais fraco, com foco nos sinais de evolução da inadimplência e da qualidade de ativos. Veja o que dizem os analistas