O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Pagamentos contingentes são parte de negociação feita entre a estatal, a União e os parceiros dos blocos Sépia e Atapu
A Petrobras (PETR4) acaba de “engordar” o caixa em R$ 2,161 bilhões.
Isso porque a petroleira estatal recebeu parcelas de pagamentos contingentes (também chamados de earnouts) de parceiros dos blocos Sépia e Atapu referentes a 2024.
Os parceiros são TotalEnergies Brasil (28%), Petronas Petróleo Brasil (21%) e QatarEnergy Brasil (21%), em Sépia; e Shell Brasil (25%) e TotalEnergies Brasil (22,5%), em Atapu.
Essas transações ocorrem como como parte de regras definidas a partir do leilão da cessão onerosa, por meio do qual o governo negociou volumes de petróleo excedentes a um contrato assinado nas mesmas áreas com a Petrobras.
Em suma, os earnouts para Sépia e Atapu são pagamentos adicionais que as empresas vencedoras da licitação devem fazer à União, caso o preço médio anual do petróleo Brent supere US$ 40, com limite de US$ 70 por barril.
A empresa também recebeu um montante de R$ 516 milhões da Karoon Petróleo & Gás Ltda, referente à venda do campo de Baúna e equivalente ao pagamento contingente do preço do barril de petróleo referente ao exercício de 2024.
Leia Também
Segundo a estatal, “as últimas parcelas do referido pagamento contingente poderão ser recebidas pela Petrobras até 2027, referente ao ano de 2026, dependendo da evolução do preço do barril de petróleo em futuros exercícios.”
Ontem, a Petrobras divulgou o relatório de produção do quarto trimestre de 2024. O Seu Dinheiro destrinchou os números aqui.
* Com informações do Money Times.
Negócio envolve fundo que detém mais de 23% das ações ordinárias da geradora de energia; veja os detalhes da transação
Agência vê risco de inadimplência restrita após empresa iniciar negociações com credores para prorrogar pagamentos de dívida
O presidente-executivo da companhia aérea Gol (GOLL54), Celso Ferrer, afirmou que alta do petróleo deve ser repassado aos preços das passagens
Companhia distribuirá R$ 177,6 milhões em proventos referentes ao primeiro trimestre de 2026. Saiba quando a remuneração vai pingar na conta
Empresa inicia ciclo focado em inteligência artificial. Intenção é acelerar no e-commerce, mas sem comprar briga por preços
O Magazine Luiza reportou lucro líquido de R$ 131,6 milhões no quarto trimestre de 2025, queda de 55% na comparação anual, pressionado pelo avanço das despesas financeiras em meio aos juros elevados
As maiores reestruturações da história recente ajudam a explicar como o ambiente financeiro mais duro tem afetado até grandes companhias brasileiras
A CSN reiterou seus esforços de melhorar a estrutura de capital e reduzir a alavancagem financeira daqui para a frente, mas esse caminho não será fácil
“A recuperação de sua divisão de mercadorias continua sendo sustentada por melhorias nas estratégias de precificação, maior assertividade nas coleções e gestão de estoques mais eficiente”, destacaram os analistas do Safra
O banco defende que o Mercado Livre ainda é considerado uma boa tese de longo prazo, mas não deve refletir suas qualidades nos preços da ação em 2026
A Casas Bahia finalmente conseguiu virar a página de sua crise financeira, que a levou a pedir recuperação extrajudicial em 2024,? A resposta não é tão simples.
Resultado negativo chega a R$ 721 milhões no quarto trimestre, enquanto empresa tenta reorganizar dívidas
O plano da Raízen poderá envolver uma série de medidas, como uma capitalização pelos seus acionistas e a conversão de parte das dívidas em participação acionária
Receita cresce, margens avançam e varejista ganha participação de mercado em meio a avanços no plano de reestruturação
O banco tinha recomendação de venda para o papel, enquanto a agência de classificação de risco rebaixou a nota de crédito da varejista em moeda local de CCC para C
Itaú BBA e Santander mantêm visão positiva para a empresa, citando o ciclo global de investimentos em redes elétricas, mas apontam riscos e pressões no horizonte mais próximo
Em entrevista ao Seu Dinheiro, Fabio Itikawa diz que empresa entra em 2026 mais eficiente, menos alavancada e pronta para atrair investidores
A companhia é afetada pelos desdobramentos do conflito no Oriente Médio, com custos do combustível e de frete na linha de frente dos impactos
“Hoje, na data do protocolo deste procedimento, a companhia não tem condições de realizar o pagamento sem interromper as suas operações”, disse o Pão de Açúcar
Situação dos rebanhos nos EUA e tarifas da China também afetam o cenário para a carne bovina; JBS, MBRF e Minerva podem sofrer, e, em 2026, o seu churrasco deve ficar ainda mais caro