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Estatal mira o etanol de milho em meio à pressão por diversificação e sustentabilidade, mas opções de aquisição no mercado ainda levantam dúvidas entre analistas
Entre o petróleo e um futuro renovável, a maior empresa do Brasil se prepara para dar mais um passo em direção a um modelo de negócios sustentável. Segundo o jornal Valor Econômico, a Petrobras (PETR4) planeja comprar, ainda neste ano, uma produtora de etanol de milho.
A reportagem não revelou o nome da empresa-alvo, mas destacou que a Raízen (RAIZ4) não deve ser a escolhida. Em agosto, o jornal O Globo havia publicado que a Petrobras estudaria comprar uma fatia da Raízen, o que levou as ações da companhia a dispararem 10%.
Fontes próximas à empresa reforçaram ao jornal que a estatal analisa oportunidades com diferentes companhias, mas que a Raízen, até agora, não está na lista.
O avanço em direção ao etanol acontece em meio à pressão por uma Petrobras renovável. Em nota ao Valor, a companhia afirmou que o atual plano de negócios, válido de 2025 a 2029, prevê investimentos no segmento de etanol “preferencialmente por meio de parcerias estratégicas minoritárias ou com controle compartilhado, com ‘players’ relevantes do setor.”
Mesmo sem negar os planos, a estatal destacou que ainda não há definição sobre o modelo de produção. “A companhia esclarece que não há definição quanto à matéria-prima a ser utilizada nos projetos de produção de etanol”, disse a empresa.
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Um futuro totalmente verde ainda parece distante, mesmo para os gestores mais ambiciosos, mas o governo e a atual administração da Petrobras tentam posicionar a estatal no mercado de energia renovável.
Em agosto, a ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, afirmou que o debate sobre a política energética no Brasil mostra que empresas como a Petrobras precisam deixar de ser apenas exploradoras de petróleo e avançar em energia limpa e renovável.
Desde o início do governo de Luiz Inácio Lula da Silva, a estatal também indica interesse em retornar ao mercado de distribuição. Essas movimentações levantaram a possibilidade de operações de fusão e aquisição no setor.
Em um cenário em que a rentabilidade do etanol depende de uma estrutura de distribuição sólida, as alternativas da Petrobras parecem limitadas.
Com a Raízen fora do radar, parte do mercado lembra da Vibra (VBBR3), ex-BR Distribuidora privatizada no governo de Jair Bolsonaro. Ainda assim, analistas veem essa hipótese com ceticismo, já que uma entrada no capital da Vibra exigiria uma oferta pela totalidade da companhia.
Além disso, fontes do setor apontaram ao Valor que adquirir outra distribuidora ou criar uma nova rede do zero seria um desafio para a Petrobras. Um contrato firmado com a Vibra estabelece cláusula de não competição até 2029. Até lá, a Vibra mantém o direito de uso da marca BR, que antes pertencia à Petrobras.
Segundo dados da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), de 3 de setembro, Vibra e Raízen, junto com a Ipiranga, concentram 61,3% do mercado de distribuição.
A recomendação do BTG é de compra, com preço-alvo de R$ 40. “Do ponto de vista de valuation, a Azzas está sendo negociada a cerca de 7x P/L para 2026, um nível significativamente descontado em relação aos pares do setor”, afirma o banco
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