🔴 ONDE INVESTIR EM MARÇO: ESPECIALISTAS TRAZEM INSIGHTS SOBRE MACRO, AÇÕES, RENDA FIXA, FIIS E CRIPTO – ASSISTA AGORA

Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Seu Dinheiro

Seu Dinheiro

No Seu Dinheiro você encontra as melhores dicas, notícias e análises de investimentos para a pessoa física. Nossos jornalistas mergulham nos fatos e dizem o que acham que você deve (e não deve) fazer para multiplicar seu patrimônio. E claro, sem nada daquele economês que ninguém mais aguenta.

CORRIDA DO MINÉRIO

O potencial escondido da Vale (VALE3) que pode fazer a mineradora superar as australianas Rio Tinto e BHP

A brasileira está atrás das rivais em vários quesitos, mas o Itaú BBA enxerga potencial competitivo muito maior daqui para frente

Seu Dinheiro
Seu Dinheiro
22 de julho de 2025
16:30 - atualizado às 11:01
Vale VALE3 na balança: compra ou venda 1t24 resultados balanço
Imagem: Freepik/Montagem: Julia Shikota.

A Vale (VALE3) aparece nesta terça-feira (22) entre as maiores altas do Ibovespa e, embora brilhe por aqui, não está sozinha no setor, disputando a preferência dos investidores com duas australianas, a BHP e a Rio Tinto — só que a brasileira tem uma vantagem: a competitividade. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Embora o ambiente macroeconômico esteja mais difícil para as commodities em geral, devido às incertezas da escalada da guerra comercial, o Itaú BBA diz que a Vale está em uma posição operacional e estratégica diferente em comparação com os pares australianos no segmento de minério de ferro.

“Olhando para o futuro, acreditamos que a Vale está bem posicionada para melhorias operacionais, incluindo crescimento de volume e custos mais baixos, o que pode impulsionar a geração de fluxo de caixa livre e reduzir a diferença de avaliação em relação aos seus pares”, dizem os analistas do Itaú BBA, Daniel Sasson, Edgard Pinto de Souza, Marcelo Furlan Palhares e Barbara Soares. 

Com essa perspectiva em vista, o banco reafirmou a recomendação de compra para as ações da Vale, com preço-alvo de R$ 74 até o final do ano — o que representa um potencial de valorização de 32%. 

Por volta de 16h20, os papéis da Vale subiam 2,80%, cotados a R$ 57,62. No mês, os ativos acumulam alta de 9,5% e no ano, de 9,75%. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

No mesmo horário, o Ibovespa operava perto da estabilidade, com leve variação positiva de 0,01%, aos 134.181,48 pontos. 

Leia Também

O melhor está por vir para a Vale

A Vale apresenta nesta terça-feira (22), após o fechamento do mercado, o relatório de produção e vendas do segundo trimestre. A tendência, segundo Ruy Hungria, analista da Empiricus Research, é de que a produção venha maior na comparação com o trimestre anterior, mas compensada parcialmente por um preço de minério menor. 

“Na comparação anual, no entanto, a performance da Vale deve ser bem mais fraca, com volume um pouco menor, mas principalmente queda de preço do minério”, afirma Hungria. 

A tendência, no entanto, é de que a mineradora brasileira apresente melhorias — que devem ser vistas a partir de 2026, depois de anos de investimento pesado e aumento nos custos. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O BBA listou os pontos positivos que devem ajudar a Vale a ser mais competitiva que as rivais daqui para frente:

1. Ventos favoráveis operacionais

A Vale demonstrou recentemente melhorias nas perspectivas de produção e custos e continua projetando resultados melhores no futuro. 

A previsão de longo prazo do banco é de 360 milhões de toneladas métricas (Mt) de produção — um aumento de 30 Mt em relação aos níveis atuais — e de US$ 50 a tonelada para custos totais, implicando uma queda de US$ 5 a tonelada em relação à projeção para 2025.

2. Flexibilidade

A Vale está migrando de uma perspectiva de "valor sobre volume" para uma abordagem mais flexível, permitindo à mineradora produzir uma gama mais ampla de qualidades.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Essa flexibilidade é crucial para gerar mais valor em diferentes condições de mercado, com margens de siderurgia mais apertadas ou maiores, e também será importante quando o projeto Simandou começar.

3. Expansões moderadas e mais baratas

Além das expansões de Capanema (15 Mt) e Vargem Grande (15 Mt), iniciadas recentemente, a expansão Serra Sul +20 da Vale — com começo da operação no segundo semestre de 2026 — permitirá à mineradora aumentar a capacidade com um investimento de capital muito menor por tonelada em comparação com os pares australianos. Isso é importante porque essas expansões não comprometem a capacidade da Vale de retornar caixa aos acionistas.

4. Esgotamento

Os pares australianos têm investido quantias significativas exclusivamente para evitar o esgotamento, e espera-se que essa tendência continue. 

Para referência, a Rio Tinto prevê entre US$ 3 bilhões a US$ 4 bilhões em investimentos em projetos de substituição em 2025, além de US$ 4 bilhões em investimentos de sustentação. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Como comparação, a Vale prevê que os investimentos de capital de sustentação alcancem US$ 4 bilhões a US$ 4,5 bilhões em 2025.

5. De volta ao radar dos investidores

Segundo a Vale, nos últimos 18 meses, US$ 800 bilhões em ativos sob gestão (AUM) foram desbloqueados para investimentos, após a resolução dos rompimentos da barragem

Atualmente, a empresa estima que ainda haja cerca de US$ 3 trilhões de ativos sob gestão bloqueados. O potencial desbloqueio de parte desses fluxos poderia gerar entradas de juros para as ações.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
EFEITO BRENT

Petrobras (PETR4), Prio (PRIO3) e Brava (BRAV3): quem perde e quem ganha com a medida de Lula para compensar petróleo caro

13 de março de 2026 - 18:00

Pacote do governo prevê desoneração de R$ 15,9 bilhões no diesel e imposto de 12% sobre exportações de petróleo; analistas veem impacto relevante para exportadoras

DE VOLTA AO BÁSICO

Em reestruturação, a Azzas, dona da Arezzo e da Hering, ainda não alçou voos; veja por que BTG e Santander acreditam que ainda vale investir

13 de março de 2026 - 17:03

A recomendação do BTG é de compra, com preço-alvo de R$ 40. “Do ponto de vista de valuation, a Azzas está sendo negociada a cerca de 7x P/L para 2026, um nível significativamente descontado em relação aos pares do setor”, afirma o banco

NOVA FASE DA EMPRESA

Magalu (MGLU3) resolve problema que nem o ChatGPT conseguiu ainda: por que Fred Trajano está ‘all in’ em Inteligência Artificial

13 de março de 2026 - 12:54

Na nova fase anunciada na noite de quarta-feira (12), o Magalu coloca a inteligência artificial no centro da estratégia — e Fred Trajano diz ter resolvido, via WhatsApp da Lu, um problema que nem a OpenAI, dona do ChatGPT, conseguiu

DEPOIS DA OPA

Sabesp (SBSP3) reforça aposta na Emae e desembolsa R$ 171,6 milhões por nova fatia

13 de março de 2026 - 10:32

Negócio envolve fundo que detém mais de 23% das ações ordinárias da geradora de energia; veja os detalhes da transação

SINAL DE ALERTA

Oncoclínicas (ONCO3) à beira de um calote? Por que a Fitch rebaixou o rating da empresa pela 2ª vez no mês

13 de março de 2026 - 9:54

Agência vê risco de inadimplência restrita após empresa iniciar negociações com credores para prorrogar pagamentos de dívida

JÁ NÃO ESTÁ BARATO

Voar vai ficar (ainda) mais caro: alta do petróleo afeta passagens aéreas, diz presidente da Gol (GOLL54)

13 de março de 2026 - 9:34

O presidente-executivo da companhia aérea Gol (GOLL54), Celso Ferrer, afirmou que alta do petróleo deve ser repassado aos preços das passagens

MAIS PROVENTOS

Privatização no horizonte e dinheiro no bolso: Copasa (CSMG3) aprova novo JCP aos acionistas; veja quem tem direito ao pagamento

13 de março de 2026 - 8:30

Companhia distribuirá R$ 177,6 milhões em proventos referentes ao primeiro trimestre de 2026. Saiba quando a remuneração vai pingar na conta

NOVA FASE

Magazine Luiza (MGLU3) inicia novo ciclo e quer acelerar o e-commerce — mas ainda se recusa a entrar na guerra de Shopee e Mercado Livre

12 de março de 2026 - 19:05

Empresa inicia ciclo focado em inteligência artificial. Intenção é acelerar no e-commerce, mas sem comprar briga por preços

BALANÇO

Selic ainda aperta o Magazine Luiza (MGLU3): lucro cai 55% no 4T25 com pressão das despesas financeiras; lojas físicas seguram vendas

12 de março de 2026 - 19:01

O Magazine Luiza reportou lucro líquido de R$ 131,6 milhões no quarto trimestre de 2025, queda de 55% na comparação anual, pressionado pelo avanço das despesas financeiras em meio aos juros elevados

REESTRUTURAÇÕES EM ALTA

Quando a conta chega: por que gigantes como Raízen, Oi, GPA e Americanas recorreram à recuperação para reorganizar bilhões em dívidas

12 de março de 2026 - 18:01

As maiores reestruturações da história recente ajudam a explicar como o ambiente financeiro mais duro tem afetado até grandes companhias brasileiras

MINERAÇÃO

CSN (CSNA3) despenca após resultado, com queima de caixa e dívida ainda maior: China e até guerra afetam a companhia

12 de março de 2026 - 15:40

A CSN reiterou seus esforços de melhorar a estrutura de capital e reduzir a alavancagem financeira daqui para a frente, mas esse caminho não será fácil

NA MODA

O que Safra e BB Investimentos viram na Lojas Renner (LREN3)? Veja por que a ação pode subir até 40%

12 de março de 2026 - 15:15

“A recuperação de sua divisão de mercadorias continua sendo sustentada por melhorias nas estratégias de precificação, maior assertividade nas coleções e gestão de estoques mais eficiente”, destacaram os analistas do Safra

BRIGA DE GIGANTES

A ameaça da Shopee: Mercado Livre (MELI34) é rebaixado pelo JP Morgan por preocupações com a concorrência, e ações caem

12 de março de 2026 - 12:45

O banco defende que o Mercado Livre ainda é considerado uma boa tese de longo prazo, mas não deve refletir suas qualidades nos preços da ação em 2026

CENÁRIO INCERTO

Casas Bahia (BHIA3) virou a página da sua dívida, mas cenário ainda é preocupante: entenda o que mexe com a empresa agora

12 de março de 2026 - 12:15

A Casas Bahia finalmente conseguiu virar a página de sua crise financeira, que a levou a pedir recuperação extrajudicial em 2024? A resposta não é tão simples.

NA CORDA BAMBA

CSN (CSNA3) volta ao vermelho no 4T25 e prejuízo dispara 748% em um ano. O que pesou no balanço?

12 de março de 2026 - 10:01

Resultado negativo chega a R$ 721 milhões no quarto trimestre, enquanto empresa tenta reorganizar dívidas

VAI PAGAR?

Raízen (RAIZ4): S&P Global rebaixa rating para ‘calote seletivo’ após pedido de recuperação de R$ 65 bilhões em dívidas

12 de março de 2026 - 9:43

O plano da Raízen poderá envolver uma série de medidas, como uma capitalização pelos seus acionistas e a conversão de parte das dívidas em participação acionária

RESULTADO

Casas Bahia (BHIA3) corta prejuízo em 82% no 4T25, mas ainda amarga perda bilionária no ano; veja os destaques do balanço

12 de março de 2026 - 7:57

Receita cresce, margens avançam e varejista ganha participação de mercado em meio a avanços no plano de reestruturação

DEPOIS DA RE

Nada é tão ruim que não possa piorar: Citi abandona ações do GPA (PCAR3) e Fitch corta rating

11 de março de 2026 - 19:47

O banco tinha recomendação de venda para o papel, enquanto a agência de classificação de risco rebaixou a nota de crédito da varejista em moeda local de CCC para C

CRESCIMENTO ESTRUTURAL

Já deu para a WEG (WEGE3)? Por que analistas veem menos gatilhos para a ação no curto prazo mesmo com tese positiva

11 de março de 2026 - 19:23

Itaú BBA e Santander mantêm visão positiva para a empresa, citando o ciclo global de investimentos em redes elétricas, mas apontam riscos e pressões no horizonte mais próximo

SD ENTREVISTA

Espaçolaser (ESPA3) tem lucro maior no 4T25, vê ano de virada e quer estar pronta para a volta das small caps na bolsa, diz CFO

11 de março de 2026 - 19:07

Em entrevista ao Seu Dinheiro, Fabio Itikawa diz que empresa entra em 2026 mais eficiente, menos alavancada e pronta para atrair investidores

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar