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A brasileira está atrás das rivais em vários quesitos, mas o Itaú BBA enxerga potencial competitivo muito maior daqui para frente
A Vale (VALE3) aparece nesta terça-feira (22) entre as maiores altas do Ibovespa e, embora brilhe por aqui, não está sozinha no setor, disputando a preferência dos investidores com duas australianas, a BHP e a Rio Tinto — só que a brasileira tem uma vantagem: a competitividade.
Embora o ambiente macroeconômico esteja mais difícil para as commodities em geral, devido às incertezas da escalada da guerra comercial, o Itaú BBA diz que a Vale está em uma posição operacional e estratégica diferente em comparação com os pares australianos no segmento de minério de ferro.
“Olhando para o futuro, acreditamos que a Vale está bem posicionada para melhorias operacionais, incluindo crescimento de volume e custos mais baixos, o que pode impulsionar a geração de fluxo de caixa livre e reduzir a diferença de avaliação em relação aos seus pares”, dizem os analistas do Itaú BBA, Daniel Sasson, Edgard Pinto de Souza, Marcelo Furlan Palhares e Barbara Soares.
Com essa perspectiva em vista, o banco reafirmou a recomendação de compra para as ações da Vale, com preço-alvo de R$ 74 até o final do ano — o que representa um potencial de valorização de 32%.
Por volta de 16h20, os papéis da Vale subiam 2,80%, cotados a R$ 57,62. No mês, os ativos acumulam alta de 9,5% e no ano, de 9,75%.
No mesmo horário, o Ibovespa operava perto da estabilidade, com leve variação positiva de 0,01%, aos 134.181,48 pontos.
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A Vale apresenta nesta terça-feira (22), após o fechamento do mercado, o relatório de produção e vendas do segundo trimestre. A tendência, segundo Ruy Hungria, analista da Empiricus Research, é de que a produção venha maior na comparação com o trimestre anterior, mas compensada parcialmente por um preço de minério menor.
“Na comparação anual, no entanto, a performance da Vale deve ser bem mais fraca, com volume um pouco menor, mas principalmente queda de preço do minério”, afirma Hungria.
A tendência, no entanto, é de que a mineradora brasileira apresente melhorias — que devem ser vistas a partir de 2026, depois de anos de investimento pesado e aumento nos custos.
O BBA listou os pontos positivos que devem ajudar a Vale a ser mais competitiva que as rivais daqui para frente:
A Vale demonstrou recentemente melhorias nas perspectivas de produção e custos e continua projetando resultados melhores no futuro.
A previsão de longo prazo do banco é de 360 milhões de toneladas métricas (Mt) de produção — um aumento de 30 Mt em relação aos níveis atuais — e de US$ 50 a tonelada para custos totais, implicando uma queda de US$ 5 a tonelada em relação à projeção para 2025.
A Vale está migrando de uma perspectiva de "valor sobre volume" para uma abordagem mais flexível, permitindo à mineradora produzir uma gama mais ampla de qualidades.
Essa flexibilidade é crucial para gerar mais valor em diferentes condições de mercado, com margens de siderurgia mais apertadas ou maiores, e também será importante quando o projeto Simandou começar.
Além das expansões de Capanema (15 Mt) e Vargem Grande (15 Mt), iniciadas recentemente, a expansão Serra Sul +20 da Vale — com começo da operação no segundo semestre de 2026 — permitirá à mineradora aumentar a capacidade com um investimento de capital muito menor por tonelada em comparação com os pares australianos. Isso é importante porque essas expansões não comprometem a capacidade da Vale de retornar caixa aos acionistas.
Os pares australianos têm investido quantias significativas exclusivamente para evitar o esgotamento, e espera-se que essa tendência continue.
Para referência, a Rio Tinto prevê entre US$ 3 bilhões a US$ 4 bilhões em investimentos em projetos de substituição em 2025, além de US$ 4 bilhões em investimentos de sustentação.
Como comparação, a Vale prevê que os investimentos de capital de sustentação alcancem US$ 4 bilhões a US$ 4,5 bilhões em 2025.
Segundo a Vale, nos últimos 18 meses, US$ 800 bilhões em ativos sob gestão (AUM) foram desbloqueados para investimentos, após a resolução dos rompimentos da barragem.
Atualmente, a empresa estima que ainda haja cerca de US$ 3 trilhões de ativos sob gestão bloqueados. O potencial desbloqueio de parte desses fluxos poderia gerar entradas de juros para as ações.
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