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Em conversa com o Seu Dinheiro, os CEOs Ricardo Gontijo e Diego Villar detalham a estratégia por trás da joint venture entre Direcional e Moura Dubeux, que pretende chegar a quatro capitais nos próximos 12 meses
“O objetivo é a liderança do mercado de Minha Casa Minha Vida no Nordeste”. Essa é a expectativa dos CEOs da Direcional (DIRR3), Ricardo Gontijo, e da Moura Dubeux (MDNE3), Diego Villar, para a parceria entre as companhias, anunciada na última segunda-feira (29).
Em entrevista ao Seu Dinheiro, os executivos revelaram que já têm cinco projetos aprovados para lançamento ainda neste ano. Para os próximos 12 meses, a joint venture deve ganhar corpo em Salvador (BA), Natal (RN), Recife (PE) e Fortaleza (CE) — onde a Moura é mais forte hoje. Mas não para por aí.
A intenção é chegar às outras três praças em que a companhia, líder no Nordeste, atua: nos estados de Alagoas, Paraíba e Sergipe.
Vale lembrar que a parceria une forças complementares: a Direcional traz sua ampla experiência no Minha Casa Minha Vida — um diferencial que interessa à Moura Dubeux — enquanto a pernambucana abre as portas de uma nova região para a sócia.
A joint venture não será uma marca nova no mercado, mas carregará a bandeira das duas empresas, com as subsidiárias Riva, da Direcional, Mood e Única, da Moura Dubeux. “Traz muita credibilidade e é muito mais forte do que se fossemos tentar criar um nome novo no mercado”, diz Villar.
A parceria com a Moura Dubeux chega em um momento importante para a Direcional: após um rali histórico no ano, a construtora passou a enfrentar questionamentos de analistas sobre a sustentabilidade do seu ritmo de crescimento.
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Recentemente, o JP Morgan cortou a recomendação para as ações da mineira de compra para neutra pelo menor potencial de valorização na comparação do setor, apesar da execução sólida. Visão que o Itaú BBA ressoou em um relatório recente.
Com a Moura abrindo as portas para um novo mercado, essa percepção pode ser colocada em xeque — a depender dos resultados da joint venture, que podem destravar uma nova avenida de crescimento para a companhia, segundo o BTG Pactual.
“Sem dúvida, juntos conseguimos ir além do que faríamos isoladamente. Essa parceria caminha exatamente nessa direção: quanto maior a escala, mais competitivos e eficientes nos tornamos, agregando valor ao cliente e fortalecendo a marca. A união com a Moura Dubeux, portanto, é uma forma de acelerar nossa presença no Nordeste”, afirma Gontijo.
Mas o mercado ainda precisa ver detalhes da parceria para ‘botar fé’ de que seria algo transformacional para a dupla de construtoras, de acordo com a XP.
Até porque, segundo as companhias, cada projeto será analisado individualmente, com obrigações e participação variando conforme o empreendimento. Na avaliação da casa, isso limita a possibilidade de mensurar o impacto imediato da união. Apesar da cautela, a XP enxerga benefícios relevantes para as duas empresas.
“Não vamos revolucionar nenhum mercado, mas quando duas empresas grandes se juntam para oferecer produtos de qualidade no Nordeste, onde o mercado é bastante carente, eu acho que, para região, isso pode ser transformacional”, afirma Villar.
Já Gontijo destaca: “a gente procura trabalhar e depois apresentar os resultados. É o momento de a gente focar no que sabemos fazer de melhor e depois realmente mostrar o que vemos de potencial hoje, na prática”.
Na visão do BTG Pactual, a parceria deve gerar resultados sólidos no futuro, já que ambas as empresas se destacam em suas operações. O banco tem recomendação de compra para as duas ações.
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